Página em permanente construção*

Para realizar grandes sonhos necessitamos[[[ Grandes sonhos! [Hans Seyle]

Aperfeiçoando-nos construímos 1 ümelhor

Anéis venceram a CruzV

A tradição dos jogos olímpicos, homenageando Zeus, o pai dos Deuses, remonta mais de dois milênios (registros oficiais remontam 776 antes de Cristo). Ocorriam próximos à Vila Olímpia. “Olimpíada” era a preparação do atleta, o Caminho para Olímpia.  No intervalo de 4 anos entre as celebrações treinavam nas suas cidades, culminando num período de “concentração”: Faltando 60 dias para os Jogos, deslocavam-se para a cidade de Elis totalmente dedicados à preparação.

As disputas reuniam atletas e espectadores de todas as cidades Gregas, que paravam (qualquer semelhança com Brasil nos dias de jogos da Seleção na Copa do Mundo de Futebol não é coincidência). Interrompiam guerras, batalhas e combates. Apenas os cidadãos livres e gregos natos inscritos para a competição podiam participar das disputas.   Mais tarde, com o estabelecimento do grande Império, embora com certa polêmica, todos eram cidadãos romanos, e com acesso aos Jogos.  A participação dos atletas era estabelecida por um código de conduta rígido e a infração era punida com rigor, sendo uma das mais remotas fontes do Direito Disciplinar Desportivo.

Nos Jogos modernos o vencedor recebe medalha com no mínimo 6 gramas de ouro.    Nos antigos jogos gregos, o vencedor era laureado com uma coroa de folhas de louro, símbolo da vitória, sem valor comercial. Mas se tornava um ídolo, glorificava sua cidade. Todos que possuíam posses deslocavam-se para assistir aos Jogos. O vencedor era idolatrado, venerado como “semi-deus”, desfrutando de alimentação e todas regalias que pudessem ser oferecidas:   Era uma honra para qualquer cidadão poder ofertar algo ao “herói”, o que desfrutava de uma vida excepcional. 

Registros oficiais apontam que a celebração dos Jogos Olímpicos durou até o ano de 394 depois de Cristo quando o Imperador Teodósio, que já havia oficializado Cristianismo baniu os Jogos “pagãos”. A historia linka esse episódio como troca de favor, logo a seguir, houve radical mudança na doutrina Cristã que, até o séc.IV era reencarnacionista baseada em princípios de Justiça oportunizando ao humano rever os erros e regenerar, a Reencarnação era consagrada no pensamento oriental e ocidental. Meio milênio antes de Cristo, Sócrates professava os mesmos princípios. Veja registros de Platão sobre o reencarnacionismo, clicando aqui J ou prossiga na leitura. Ao fim, há link idêntico. No final do Séc. IV, convicção milenar foi substituída por uma doutrina que contraria todos princípios da ciência sustentando ser  possível,  por ocasião de um suposto juízo final a ressurreição. O corpo físico é composto de elementos constitutivos que passam por milhares e milhares de organismos... A cada respiração, milhões de átomos dos mais variados órgãos do corpo são expelidos e, na inspiração, outros milhões de átomos que já estiveram em outros seres os substituem, e assim sucessivamente. Pesquisas com radioisótopos comprovaram que em cinco anos um ser humano troca todos átomos do corpo. Assim se essa modificação foi comprovada pelos  escravocratas aproveitacionistas”, categoria que  sempre existiu e é associada à psicopatia (www.padilla.adv/luz/psico). Os Judeus chamavam-nos “fariseus”. Hoje, proliferam os demagogos diligentes em manipular os preconceituosos (maria-vai-com-as-outras). No Séc V,  forçaram o banimento da crença na reencarnação porque contrariava os interesses econômicos. Se qualquer um podia retornar ao mundo na pele de alguma  população discriminada ou subjugada, não podemos admitir a escravidão. Esses grupos pressionaram os dirigentes do Estado e da Igreja até que, anos mais tarde, o Papa Virgílio no poder através de criminosa intervenção do general Belisário, impôs a rejeição do pensamento de Orígenes de Alexandria, um dos maiores Teólogos da Humanidade. Assim, depois de 4 séculos, a reencarnação, admitida em várias passagens do Evangelho, como quando Cristo identificou em João Batista o Espírito do profeta Elias, falecido séculos antes, e que deveria voltar como precursor do Messias (Mateus 11:14 e Malaquias 4:5). A assembléia dos bispos, reunidos no Segundo Concílio de Constantinopla, rejeitou, no ano 553. Similar à reunião dos vaga-lumes, narrada pelo filósofo Huberto Rohden no livro "Alegorias", na qual os pirilampos aclamaram a sentença ditada na calada da noite por seu chefe D.Sapiêncio em suntuoso trono dentro da mata: "Nada há mais luminoso que nossos faróis.  É mentira essa estória de existência de um Sol. Foi inventada pelos que pretendem diminuir o nosso valor fosforescente".

A Bíblia foi alterada após o Século V suprimindo as referências ao reencarnacionismo mas escaparam algumas partes:

“Conheço um homem em Cristo que a catorze anos, foi arrebatado até o terceiro céu (se no corpo ou fora do corpo, não sei, Deus o sabe)

“e sei que tal homem (se no corpo ou fora do  corpo, não sei, Deus o sabe) foi arrebatado ao paraíso e ouviu palavras inefáveis, as quais não é lícito ao homem referir.” (Bíblia, Coríntios II, capítulo 12, versículos 2 ª 4 )

“Semeia-se corpo natural, ressuscita corpo espiritual. Se há corpo natural, há também corpo espiritual.” (Bíblia, Coríntios I, capítulo XV, versículos 44 )

“Achei-me em espírito, no dia do senhor, e ouvi, por detrás de mim, grande voz, como de trombeta.” (Bíblia, Apocalipse de João, capítulo I, versículo 10 )

“Então o espírito me levantou e me levou; eu fui amargurado na excitação do meu espírito; mas a mão do SENHOR se fez muito forte sobre mim; antes que se rompa o fio da prata, e se despedace o copo de ouro, e se quebre o cântaro junto a fonte, e se desfaça a roda junto ao poço.” (Bíblia, Eclisiastes, capítulo 12, versículo 6)

Essa crença não nasceu na Galiléia, com Cristo, podendo ser identificada em Sócrates e Platão. Leia Platão clicando aqui ó ou - se preferir -  prossiga na leitura deste texto. No final encontrará link idêntico. 

Em troca do esquecimento da crença reencarnacionista a celebração dos Jogos Olímpicos ficou adormecida por 1500 anos ! A mesma Paris que assistiu ao renascimento da crença reencarnacionista na Doutrina Kardecista,   viu ressurgir o movimento olímpico graças aos esforços do pedagogo e esportista francês, Barão Pierre de Coubertin que nasceu com nome de Pierre de Fredy em 1º de janeiro de 1863. Saiba mais sobre a ligação dos episódios clicando aqui ó ou - se preferir -  prossiga na leitura deste texto. No final encontrará link idêntico.  Descendia de família próspera. Seus antepassados receberam, em 1471, do Rei Luís XI, o título da nobreza. Em 1567 adquiriram o Senhorio de Coubertin, perto de Paris, e adotando o nome da localidade. Estudou na Universidade de Ciências Políticas, mas recusou a carreira militar. Movido pelo ideal pedagógico. Trabalhou pela reforma do sistema educacional da França e viu no esporte, sobretudo nos ideais olímpicos gregos, uma fonte de inspiração para o aperfeiçoamento do ser humano.  Em 1892, durante conferência na Universidade Sorbonne, em Paris,  apresentou estudo sobre "Os exercícios físicos no mundo moderno" anunciando o projeto de restabelecer os Jogos Olímpicos, idéia que fracassou diante da incompreensão geral. Mas plantou o ideal.

Dois anos depois em congresso de educação e pedagogia, no mesmo recinto - em 23 de junho de 1894, Coubertin defendeu a criação de um órgão internacional unificando diferentes esportes e promovendo, a cada quatro anos, competição entre atletas amadores, ampliando para todo mundo o que acontecia na Grécia Antiga.

 A concepção moderna do Olimpismo, filosofia que sintetiza a relação amigável entre as pessoas de diferentes países a partir do esporte foi aceita pelos congressistas e dois anos depois aconteciam os I Jogos Olímpicos da Era Moderna. Nascia o Comitê Olímpico Internacional (IOC), do qual o Barão de Coubertin foi presidente entre 1896 e 1925.                Coubertin faleceu repentinamente em 2 de setembro de 1937, em Genebra. Conforme testamento, seu corpo foi enterrado na Suíça, país que havia oferecido compreensão e abrigo à sua obra mas seu coração foi sepultado num obelisco de mármore no santuário de Olímpia, na Grécia.

Com a mesma periodicidade original de 4 anos. Em 1900, Paris recebia o dobro de países, 24, e o quádruplo de atletas, 1.225, entre os quais a primeira participação feminina com 19 mulheres porque, na Grécia antiga, as mulheres eram proibidas até de assistir às disputas. Flagrada no local de competição, a casada era condenada à morte.

No seu paganismo, os romanos cultuavam uma deusa Porta na qual concentravam súplicas e imploravam favores. Para agradá-la, beijavam a porta e a enfeitavam com flores focalizando seus desejos. Quando se sentiam frustrados, desabafavam diante da mesma porta à qual haviam formulado o pedido não atendido.  A influência do cristianismo deturpado por interesses econômicos e políticos e o banimento dos Jogos Olímpicos alteraram a moral. O esporte é o maior acontecimento social. A tensão social represada pela perda da válvula de escape do sistema desportivo sadio deturpou o costume, tornando-o conhecido por "occentare ostium". Diante de qualquer porta fechada gritavam insultos, num exercício de descarga tensional, nascendo a expressão “surdo como uma porta”.

 

Movimento  Olímpico

O esporte é o maior acontecimento social e os Jogos Olímpicos são o evento de maior assistência. Envolvem mídia bilionária. O orçamento dos jogos supera o da NASA. Somando os recursos circulando através dos assistentes e praticantes, supera o PIB da maioria dos países.

O IOC International Olimpic Comitê Comitê Olímpico Internacional, organização não-governamental e sem fins lucrativos, nasceu em 23 de junho de 1894 sob comando do Barão Pierre de Coubertin[1]. Com sede em Lausanne, na Suíça, é a entidade máxima do esporte mundial.  Reúne centenas de Federações Internacionais e todos países filiados através de cada respectivo Comitê Olímpico nacional, promovendo o Olimpismo e o Movimento Olímpico Internacional, estimulando a prática do esporte para desenvolvimento sadio e aproximação e congregação entre os povos, raças e religiões. A Carta Olímpica resume os princípios fundamentais do Olimpismo, a organização e funcionamento do Movimento Olímpico e as condições para celebração dos Jogos Olímpicos.

Em 1913 foi criado seu símbolo, os cinco anéis olímpicos, representando todos continentes entrelaçados pelo esporte:  África (preto);  Ásia (amarelo); Oceânia (azul); América (vermelho[2]) e Europa (verde[3]).   

V O movimento olímpico para união dos povos através do esporte é tão expressivo que os arcos olímpicos idealizados há apenas um século alcançam reconhecimento superior à símbolos milenares,  como a V Cruz do Cristianismo.[4] Pesquisa realizada pela empresa de marketing global Sponsorship Reserch International em nove países de cinco continentes[5] identificou os anéis olímpicos como logotipo com o mais alto índice de associação do mundo. Praticamente 80% da população do mundo o reconhece, espontaneamente. As empresas que mais investem em publicidade ficaram em segundo plano:   A concha da Schell e os arcos amarelos da McDonald’s alcançaram 70% de identificação.

Os membros do Comitê Olímpico Internacional votam a Sede Olímpica 7 anos antes da data prevista para a realização dos Jogos entre as cidades candidatas. Há acirrada disputa: Ao sediar os Jogos ganha visibilidade na mídia facilitando a colocação dos produtos no mercado internacional, recebe milhões de visitantes, atletas, dirigentes, árbitros, médicos, preparadores, etc., imprensa (repórteres, cinegrafistas equipe técnica) além, é claro, dos expectadores consumindo estadias, alimentação, transporte, vestuário, lembranças, etc.

Atenas, na Grécia, realizou os primeiros Jogos Olímpicos da era moderna, em 1896, com apenas 245 atletas de 14 países[6]. Em 2004, a cidade recebeu mais de 50 mil pessoas envolvidas no evento entre profissionais de mídia, técnicos, voluntários, e os 11.099 atletas, além das centenas de milhares assistentes enfrentando dificuldades para promover as reformas necessárias aos deslocamentos com segurança e relativa rapidez devido aos sítios arqueológicos.

jogos regionais e continentais, e outros eventos, preparando e selecionando os melhores que disputarão os Jogos Mundiais, clímax, envolvido em cerimonial mágico.       Modernamente, cresce a importância dos Jogos Para-Olímpicos, para pessoas portadoras de inabilidades.         Conheça essas competições, cada um dos esportes envolvidos no seu gigantismo e abrangência mundial,  as lendas e místicas envolvidas na Chama Olímpica,  no Juramento, no Hino, entre outros aspectos, clicando aqui ÿ, ou copie para seu navegador o endereço: http://www.padilla.adv.br/desportivo/jogos

Sócrates e Platão precursores da fraternidade e ética clique aqui þ

História do Futebol e Idolatria no desporto clique aqui ó

Novo ramo o Direito Desportivo clique aqui ó

Ligações entre místico e desportivo clique aqui ó

Filosofia e prática das Artes Marciais clique aqui C

Meditar e perguntar clique aqui ó  Aprenda mais e melhor clique aqui ó

Viver mais e melhor com saúde e bom humor clique aqui ƒ

Histórica Faculdade de Direito da UFRGS e sua importância clique aqui ó

Orientação aos alunos + Programa das Disciplinas clique aqui ó

Conheça nossas páginas, e os variados enfoques da Sabedoria:

è Sabedoria aplicada à elaboração das decisões judiciais clique aqui &

è Sabedoria no Princípio Universal da Evolução clique aqui ó

è Sabedoria na Ética à clique aqui F J

è Sabedoria na fusão do espiritual + material clique aqui ÿ

è Sabedoria em sermos Mestres e Discípulos uns dos outros clique aqui ó

è Sabedoria no reencontro do Místico e Ciência clique aqui ÿ

è Sabedoria no caminho da perfeição na simplicidade Shibumi  clique aqui ÿ   

è Sabedoria na evolução cultural clique aqui þ

è Sabedoria no uso da Linguagem, instrumento do Jurista clique aqui ó

è Sabedoria no Princípio da Dualidade os opostos complementares clique aqui  

Desenvolvimento Místico clique aqui ó  Apometria clique aqui è

Grupo Espiritualista Casa de João Pedro clique aquiÿ

 

Centenas de Teses Jurídicas novidades toda semana clique aqui ó

És nosso visitante nº Contador *Aperfeiçoando para construir 1 Mundo Melhor este saite está em permanente construção no domínio próprio desde 14 de dezembro de 2003 quando, sem contar o extinto http://nossogrupo.abril.com.br e as do yahoo, nossas páginas informativas http://www.direito.ufrgs.br/pessoais/padillahttp://pessoal.portoweb.com.br/padilla; http://virtual.pt.fortunecity.com/virus/52; http://pessoal.osite.com.br/~padillaluiz; http://pessoal.mandic.com.br/~padillaluiz e as temáticas no Grupos.com.Br somavam 136.706.382 visitas.   Impressionante?  No primeiro semestre de 2005 nossos Grupos Temáticos ultrapassavam 50 BILHõES de visitas! Conheça-os clicando aqui ó

Contate o professor Luiz Roberto Nuñesos PADilla ó luizrobertonunesos@padilla.adv.br

Telefones código Internacional+55  Código Nacional+51(33.25.26.18+(2333.716.79(Fax+Vox)

Travessa São Jacó 39/305 CEP90520320 Porto Alegre RS Brasiló Veja Mapa clicando aqui þ

Apresentação e fotos do Professor Padilla clique aqui

Espanha, Origens &  família PADilla clique aqui ó



[1] A legislação brasileira (atualmente Lei Pelé, art. 15, § 2º) como de resto a de praticamente todos países filiados ao COI, assegura como privativo dos Comitês Olímpico e Paraolímpico Brasileiros o uso da bandeira, símbolos, temas e hinos. A FISU – Federação de Esportes Universitários - , para diferenciar o símbolo, adota estrelas, no lugar de anéis, mas utiliza as mesmas cores para cada um dos continentes.

 

[2] O vermelho é associado ao continente americano devido aos seus antigos habitantes, de peles-vermelha.

 

[3] O Verde representa as florestas da Europa que propiciaram o desenvolvimento humano na região.

 

[4] Na mesma pesquisa a cruz do cristianismo, símbolo muito mais antigo com quase dois mil anos, foi identificada por 44% dos entrevistados.      Isso motivou o título da manchete da revista Veja:   anéis batem a cruz” em 15 de maio de 1996, p.103 [“Olimpíadas”]

 

[5] Brasil, Estados Unidos, Austrália, Alemanha, Índia, Japão, Jamaica, Nigéria e Inglaterra

 

[6] Hoje, esse número de 245 atletas e 14 países parece pífio mas, para os padrões da época, foi um acontecimento. Havia dificuldade de transporte, precariedade de comunicações e carências econômicas.