Transdisciplinar Teoria Geral dos Processos       em  permanente construção  *

Para realizar grandes sonhos [ necessitamos grandes sonhos. [Hans Seyle]

 

A  idolatria  no Futebol:       þ

Observe as 50 personalidades mais importantes na história do Futebol.        Muitos são notórios; Outros, contudo, tão ou mais importantes, são ilustres desconhecidos... Por que uns são famosos e, de outros, nunca escutamos alguém falar?

A acultura da superficialidade empulha a inversão de valores: A idolatria do mal impregna a sociedade,  como ilustra essa breve análise dos maiores craques da história do futebol:

Todos o conhecem Pelé: Marcou 1282 gols; Rei do Futebol  e, por tabela, do desporto ainda mais difundido. Para os torcedores de todo o mundo, exceto para os Argentinos, é o jogador mais talentoso de todos tempos. Tornou o Santos e a cidade, do litoral paulista, mundialmente famosos.

Contudo, marcou 47 gols menos que Artur el tigre Friedenreisch; este, um desconhecido para a maioria dos aficionados porque a mídia ventríloqua desmerece seus 1329 gols. A desculpa é que a prática desportiva, daquela época, ele nasceu em 1892, filho de alemão com brasileira, seria amadora, comparada à contemporânea. Embora o futebol tenha evoluído, nada justifica desqualificar aquele que a FIFA reconhece como o maior goleador da história do futebol. Os pesquisadores consideram-no o primeiro craque brasileiro. Esse infâmia é uma jogada lobística, a fim de reforçar o título de “rei do futebol” de Edson Arantes dos Nascimento, motivado pelo poder.

Após “pendurar as chuteiras”, Pelé aceitou oferta, vultosa para os padrões da época, e passou algum tempo nos EUA. Quando voltou ao Brasil, os sociopatolobistas queriam aproveitar o carisma do “Rei” para emplacar o aumento da carga tributária disfarçadamente. Assim, infamaram o primeiro atleta de destaque do desporto brasileiro, ao nível de, nas obras do entorno do estádio Maracanã para a Copa de 2014, pretenderem demolir a Escola Municipal Friedenreich. Escute a opinião do especialista Ronaldo Helal, professor da UERJ: http://www.radiotube.org.br/audio_novo.php?a=2335gZPEBeY5axffwE1.mp3&autor=QXVkaW9MYWIgLSBMYWJvcmF083JpbyBkZSDBdWRpbyBkYSBGQ1MvVUVSSg==

Os argentinos acreditam que Pelé era inferior a Maradona. Como? Esse Portenho fez apenas 311 gols. Não chega a um quarto da marca do Rei Pelé, e menos ainda, se comparado ao hour concur Friedenreich,  Desses gols, na Copa de 1986, dois são notórios, um deles feito com a mão. Uma teratógica violação à regra do jogo, a qual o árbitro não viu. Hoje, com as novas regras, aquele gol poderia ser anulado! Como se tornou tão famoso? Porque caiu nas graças da mídia, apesar de seus hábitos pouco exemplares: Noitadas, bebedeiras, e até drogas...

Esse portenho, acima, cuja fama parece ser muito maior do que suas realizações esportivas, nem pode ser comparado ao talentoso George Best: Embora desconhecido do público mundial, os especialistas consideram Best o mais talentoso jogador britânico de todos tempos. Desportistas consagrados, como Pelé, qualificam-no de “incomparável”, “o melhor atacante de todos os tempos”. Embora jogando na Irlanda do Norte, politicamente incorreta, sua popularidade no Reino Unido cresceu tanto que, quando do maior sucesso do quarteto musical inglês, George Best era chamado o “Beatle”.  Contudo, a mídia o discriminou, e não se tornou conhecido do grande público mundial pelos hábitos pouco exemplares, de noitadas e bebedeiras, idênticos aos de Dieguito Maradona. Porque a diferença de tratamento pela mídia? Nas décadas que os separam, a acultura da superficialidade semeou falsas crenças e inversão de valores: Passou a ser “normal” idolatrar os maus exemplos, enquanto atividades essenciais são aviltadas: http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento/superficial/

Compare o ostracismo internacional de Jorge Best à popularidade mundial de outro inglês, de talento esportivo inferior: Sir Bob Chalton caiu nas graças da mídia, ao ponto de ser condecorado cavaleiro do Reino Unido (knighted by the Queen). Agora, o compare ao...

Josep “Pepe” Bicas, também desconhecido do grande público. Contudo, é considerado pelos especialistas um dos melhores atacantes de todos os tempos. Em 1934, com vinte anos, destacou-se na Áustria, indo para o Slavia Prague. Ali, em 1938, caiu no ostracismo: Os comunistas tchecos antipatizavam com o individualismo e sufocaram os talentos individuais.

 

Talentos individuais ou Equipe?

Em 1982, a equipe da Itália pilotada por Paolo Rossi eliminou nas oitavas de final o controvertido “futebol entretenimento” do treinador Telê Santana, que contava com uma constelação de craques como Falcão, Sócrates, Eder, Júnior e Zico então considerado sucessor de Pelé. A derrota pesa nos ombros daquela geração da equipe considerada a que reuniu a maior quantidade de talentos individuais.

Anos depois, o Brasil não possuía tantas estrelas, mas conquistou duas Copas porque formou espírito de equipe taticamente organizada pelos técnicos. Em 1994, com Zagalo integrante da seleção bi-campeã 58/62 e técnico do Tri-1970, Parreira conquistou o Tetra, com o Capitão Dunga, Romário e Bebeto.

Em 2002, o técnico Felipão trouxe o Penta. Havia os dois Ronaldos e Rivaldo, contudo, em ambas vitórias os talentos individuais não se comparavam com de outras seleções que não venceram. Isso ilustra a importância do entrosamento como equipe.

Alfredo Di Stefano divide com o francês Michel Platini o título da crítica de jogadores “mais completos. Iniciou pelo River Plate, passou pelo Milionários da Colômbia, e se destacou no Real Madrid em ascensão para se tornar o melhor time do mundo. Foram 6 Copas dos Campeões da Europa da UEFA, equipe repleta de craques como o também argentino Jorge Valdano, o Mexicano Hugo Sanchez, F.Puskas e Francisco Gento, comprovando a importância da equipe. Consultoria Deloitte & Touchein”  Revista VEJA, editora Abril, ano 32 n.22, 2 de junho 1999. p.122, ainda apontava o MANCHESTER UNITED (Grã-Bretanha) com 140 milhões de dólares, como a equipe de maior faturamento no mundo, mas vinha perdendo terreno no chamado Clube dos Ricos para as equipes espanholas e italianas: BARCELONA (US$ 94 milhões) e REAL MADRID (89)  e JUVENTUS (85). No ano seguinte, Revista World Soccer indicava que o Real Madrid havia superado o Manchester, terminando o ano de 2002 como o clube mais rico do mundo, com rendimento da ordem de US$ 300 milhões. A seguir, por conta da crise decorrente da transformação dos clubes em sociedades comerciais, o do futebol Espanhol perdeu espaço e o clube bretão reassumiu a liderança.

Franz BeckenBauer chegou a participar em uma mesma Copa como atleta e técnico; contudo, contava com o auxílio de craques como Lotthar Mathaus e Jurgen Klinsmann ao ponto de transformar o at[e então inexpressivo Bayern Munich em potência mundial. Como reconhecimento, em 2001, foi eleito presidente do clube.

 

Johan Cruiff em 1974, com a equipe holandesa “Laranja Mecânica” introduziu o conceito do “futebol total” - atacar e defender em bloco. O futebol equipe assegurou muitos títulos ao Ajax: Mundial Interclubes, 7 Copas Holandesas e 3 Copas dos Campeões UEFA seguidas.

Por falar em Equipe... A do Brasil de 1970 é considerada uma das mais eficientes de todos os tempos. Também pudera: Felix, Carlos Alberto Silva, Brito, Rildo, Everaldo, Clodoaldo, Jairzinho, Tostão, Pelé, Gérson dos incríveis passes de 60 metros, e Roberto Rivelino, autor do gol mais rápido da história, aos 3 segundos, e o recorde de 91 partidas pela seleção brasileira.

 

Idolatria e a discriminação racial:

O Uruguaio José Leandro Andrade possui um recorde dificilmente igualável. Conquistou 3 medalhas de ouro, nos Jogos Olímpicos de 1924 e 1928, e na Copa de 1930. Contudo, como o primeiro negro em destaque em um desporto dominado pelos brancos, praticamente não é lembrado.

Leonidas “diamante negro” da Silva, quando a bola chegava do alto, de costas para o gol aproveitava a sua flexibilidade para aplicar uma das jogadas mais bonitas do futebol, a bicicleta. Não foi ele o inventor, contudo, a popularizou, tornando-se lendário. Em 1938, na Copa do Mundo da França, foi o artilheiro e considerado melhor jogador. Suas jogadas eram tão encantadoras que a mídia “esquecia” o fato de ser negro. Mais sobre esse grande craque e a discriminação racial: http://www.padilla.adv.br/desportivo/futebol/leonidas

Didi foi autor do 1º gol, no Maracanã, em 1950. Contudo, foi preterido na Seleção que perdeu a Copa daquele ano por ser negro. Sua genialidade foi confirmada nas Copas de 58 e 62, quando originou grandes jogadas, finalizadas por Pelé, Garrincha, etc. Mané Garrincha foi um dos jogadores mais habilidosos da história, contudo, teve uma carreira efêmera. Discriminado pela cor da pele e boemia, foi sacrificado com práticas criminosas, como a de infiltrar fármacos nas articulações e o colocar em jogo lesionado. Sobre a acultura da superficialidade que inverteu valores tratando por “normal” idolatrar os maus exemplos: http://www.padilla.adv.br/processo/pensamento/superficial/

Alcides Ghiggia notabilizou-se no passe do gol de empate e, também, por marcar o tento da vitória, de virada; Contudo, foi Roque Maspoli o maior responsável pela vitória do Uruguai, por 2x1. Suas defesas impediram outro gol do Brasil que, por pontos, com o empate teria vencido a Copa de 1950. Contudo, sendo negro, num esporte então dominado pelos brancos, o heróico goleiro cisplatino foi esquecido.

Just Fontaine foi recordista de gols em Copas por décadas, quando, em 1958, fez 13. Não evitou a derrota da pela França, para o Brasil, na semifinal; Negro, caiu no esquecimento mesmo antes de sua marca ser suplantada por Ronaldo Nazário.

Antonio Carbajal é recordista em participações, cinco, em Copas Mundiais, de 1950 a 1966. Em 1962, como Capitão conduziu o México a sua 1º vitória em Copas, contra a Tchecoslováquia. Como os demais negros, caiu no esquecimento.

Agora, compare esses esquecidos, acima, com o famoso Roger Milla. Estreou na Copa de 1982 na qual  a equipe de Camarões terminou invicta. Em 1994, nos EUA, jogou contra o Brasil nas semifinais e, na disputa de 3º lugar com a Rússia, marcou um gol aos 42 anos, um recordista em idade! O motivo de sua fama, por feitos menos notáveis do que os dos craques acima, foi apenas que nasceu na época “certa”, quando se tornou politicamente correto prestigiar a raça negra e os povos africanos. O preconceito reverso, uma espécie de penitência por séculos de opressão, tornou esse jogador muito mais conhecido do que ensejaria o seu talento, caso fosse caucasiano...

 

Mídia, fama e os interesses financeiros:

Alan Shearer é lembrado pela cifra de 24 milhões de dólares que o New Castle pagou ao Blackburn por seu passe. Muito?    

Zinedine Zidane valia mais do que seu peso em ouro, em 2001 quando o Real Madrid pagou setenta milhões de dólares ao Juventus por seu passe. A necessidade de pagar “passe”, valor fixado pelo clube de origem do jogador, deixou de existir. Parecia que a história das somas fantásticas terminaria ali. O passe acabou, e os contratos, por tempo, de até cinco anos, prevêem indenizações por rompimento antecipado. Quem pensou que as quantias fabulosas haviam acabado, enganou-se. Em março de 2005, o bilionário russo Roman Abramovich, do time inglês Chelsea, ofertou 100 milhões de dólares para o Barcelona liberar Ronaldinho Gaúcho. Os espanhóis recusaram a oferta porque o ex-atacante do Grêmio permitiria auferir muito mais do que os cem milhões de dólares. Ademais do aumento na procura por ingressos,  o jogador é apontado como principal fator na negociação em valores 55% superiores no contrato com a TV; também é chave na expansão para os mercados asiáticos. A arrecadação do clube catalão cresceu 37%. O que Ronaldinho aprontou no futebol europeu, ilustrado em 6,5 minutos: http://www.youtube.com/watch?v=hEGMOOqxEAg

Assim, alguns ficaram famosos, como o craque gaúcho. Outros, muito mais talentosos, continuam pouco conhecidos. Contudo, nenhum deles, e nem as suas seleções, foram responsáveis pela aplicação da maior goleada da história de Copas do Mundo.          Em 11/4/2001 a seleção Australiana venceu a de Tonga por incríveis 22x0.  Muito?            Dois dias depois, enfrentando a seleção da Samoa Americana, a Austrália aplicou inacreditáveis 31x0, a maior goleada na história de Copas do Mundo.   Chega a ser cheto, um gol a cada 2 minutos e pouco de jogo. Pois, na semana seguinte, a mesma equipe da Austrália foi eliminada da Copa pela seleção do Uruguai, vencedora da “repescagem” do continente Sul Americano. Isso demonstra a enorme defasagem no desenvolvimento do futebol naquele continente. Por isso, não parecia fazer sentido a atitude da FIFA de acabar com a repescagem no Sul Americano e que, a partir da Copa de 2006, passaria a haver uma vaga para a Oceania. Seria uma vaga da Austrália, a qual não possuía e nem teria, durante anos, qualquer adversário naquele continente. Como um país tão pouco expressivo no esporte poderia ser beneficiado com tamanho privilégio de uma vaga, permanente e garantida, em todas as Copas do Mundo?

Responda rápido: Quanto os australianos pagaram por tal vaga? Seguindo a tradição, os dirigentes da Fifa venderam a mãe e não a entregaram, voltando atrás naquela determinação...

Estudo dirigido extraclasse: Leitura: “Invasão de Campo, Adidas Puma e os bastidores do esporte moderno”,  Smit, Barbara;.  Ed. Jorge Zahar, 2007, ISBN 9788571109513.

 

 

Por que o futebol cresceu tão rapidamente?

As causas do rápido desenvolvimento do futebol são a elevada imponderabilidade do jogo conjugada à facilidade de compreender suas regras, no ambiente carismático proporcionado pelo preconceito reverso, em meio à necessidade social de descarga tensional acentuada pela violência do estresse e tensão desencadeados pelo empilhamento da Revolução Industrial: http://www.padilla.adv.br/crenca

A industrialização da Inglaterra provocou grandes concentrações de trabalhadores:  Ao contrário do campo, onde caminhavam, pulavam, corriam, caçavam, etc, nas cidades se acumulava energia em tensão. As populações começaram a se concentrar próximo às fábricas onde as condições de vida e de trabalho eram precárias. As jornadas iniciavam ao raiar do dia e se estendiam até a última luminosidade. A população crescia, e as condições pioraram, porque aumentava a oferta de mão de obra. Nas fábricas, crescia a tensão que os pais, fatigados, carregavam para casa. A tensão social traduziu-se na violência dos filhos, nas salas de aula. As escolas sofriam evasão dos estudantes e a agressividade dos que ficavam, depredando e ateando fogo nas salas de aula. Os educadores incentivaram a prática de esporte para ocupar o tempo e descarregar a energia dos estudantes. Só lograram sucesso nos jogos com bola. Fáceis de entender e praticar e  empolgantes. Chutar uma bola é fácil, divertido e a dinâmica do jogo é compreensível, e  a atividade  descarrega a competitividade.

Ademais, esses jogos coletivos com bola eram proibidos, há séculos. Isso aumentava o prazer em jogar, algo proibido. Isso deixou o “renascimento” do Futebol apátrida porque, temendo represálias por incentivar uma prática proibida pelo Rei, o professor que teve a idéia não reivindicou a paternidade da prática até que, em breve tempo, disseminou-se por todas Escolas. O fato de ser proibido facilita empolgar os jovens porque saciava a rebeldia: Jogar era uma forma de se rebelar contra uma proibição oficial! Quando alguma atividade é oprimida por proibição legal ou discriminação moral, provoca uma força potencial contrária. Há vários motivos, como: 1º fascínio do proibido;  simpatia às causas dos oprimidos. A força potencial contra a repressão agiganta-se até vencer a repressão, e quando ocorre, os pratos da balança desequilibram-se para o outro lado: A força necessária para superar a inércia (tendência de permanecer como está) não permite encontrar imediatamente o ponto de equilíbrio porque conduz a situação ao lado oposto. Podemos denominar esse momento de “preconceito reverso” à anterior repressão. É uma zona de abuso porque os interessados na prática, antes reprimida, até então vítimas da opressão, invocam a condição contra qualquer movimento contrário e, não raro, usam de subterfúgios para manipular a opinião pública em seu favor. Esse fenômeno aparece em exemplos da história recente, como em alguns aspectos da revolução sexual:

Concubinato. Marginalizado até a década de setenta passou à consagração na Constituição de 1988 seguida, em 1994, por legislação não ponderada, gerando insegurança: Solteiro, separado ou divorciado corria risco de se tornar réu em ação de partilha de bens e alimentos após o fim de um breve namoro porque a imprecisão legislativa ensejava interpretações estelionatárias de que qualquer relação seria união estável – expressão, aliás, imprecisa e infeliz porque união alguma é estável, nem usando cola epóxi. Estáveis são as fusões. Isso acelerou a revolução dos padrões de comportamento. Para prevenir incômodos, muitos  passaram a evitar relacionamentos monogâmicos, estimulando multiplicidade de parceiros e um novo hábito: “ficar”, os “quase namoros” e relações de carinhos efêmeras entre amigos ou desconhecidos. Isso acelerou a queda do falso moralismo. A sexualidade, reprimida durante séculos, descambou em libertinagem. Mais recentemente, ocorreu o contra-fluxo, o movimento pendular em direção contrária: Adolescentes preservando-se e mantendo a virgindade até mais tarde. Nesse “caldeirão social” em busca do equilíbrio moral surge outro conceito, impreciso e também fonte de insegurança e discussões: assédio sexual.

Pesquisadores da Universidade de Southampton, na Inglaterra, e da Universidade de Auckland, na Nova Zelândia, liderados pelos professores Mark Hanson e Peter Gluckman, descobriram que a primeira menstruação entre as garotas do Paleolítico chegava entre os 7 e os 13 anos. Durante séculos, as doenças e a má alimentação retardaram a puberdade feminina. As condições modernas de higiene e nutrição, além da evolução de medicamentos, permitiram que a menstruação das meninas do século 21 voltasse ao seu ciclo original. Só que, diferentemente das mulheres paleolíticas, as meninas de hoje se tornam férteis antes de estarem com a “cabeça” pronta para se comportar como mulheres adultas. A sociedade se tornou mais complexa, e a maturidade sexual e psicossocial apresentam ritmos diferentes. “O nosso sistema social funcionava sob a premissa de que os dois tipos de maturidade coincidam. Mas isso não é verdade e nunca mais será, porque não podemos mudar a realidade biológica. Temos que elaborar um novo tipo de estrutura – educação escolar, por exemplo – para lidar com essa realidade”. Pela primeira vez em 200 mil anos, a espécie humana tornou-se sexualmente madura antes de estar psicologicamente preparada para agir como adulto na sociedade. Tudo isto reforça a onda da “contra” revolução-sexual do início do século XXI. Lamentavelmente, tem sido usado, maldosamente, pela acultura da superficialidade.

A “opressão social oscilante” e seus efeitos são observados em outros aspectos da sexualidade como o homossexualismo. Venerado pela civilização Grego-Romana até o século VI quando o Cristianismo dominou o Império Romano e impôs uma nova “moral” criticada como falsa sob acusação de esconder reais objetivos. O homossexualismo passou a ser reprimido e discriminado, durante 16 séculos. Ilustra o grau de  repressão o genocídio dos Incas. Apesar de reprimirem o homossexualismo, foram dizimados porque ferrenhos cristãos espanhóis acreditavam estar diante de tribos Maias, habitantes do antigo México, os quais praticavam o homossexualismo.      Após 16 séculos de repressão, as três últimas décadas do século XX viram o homossexualismo ocupar espaços culturais, sociais e políticos,  exageradamente ao ponto de, em determinadas atividades ou meios,  o heterossexual ser discriminado. No início do século XXI, começa a desaparecer o “abuso reverso”, e a preferência sexual passa a ser vista como um componente da privacidade, e como tal respeitado.

Outro aspecto revelador do “movimento pendular da opressão ao abuso” foram as relações de Consumo. No Brasil, até o final dos anos oitenta, eram fabricados e vendidos produtos defeituosos, não raro perigosos. Montadoras aproveitavam maquinário e  caríssimas matrizes de aço descartados nos países mais avançados quando surgiam novas tecnologias para, no Brasil, produzir e vender produtos notoriamente ultrapassados. Raros consumidores arriscavam ajuizar ações, caríssimas e demoradas. A maioria ou quase totalidade dos que tentavam perdiam a demanda e ainda suportavam elevados custos de advogado, perícia, etc. No início da década de 90 iniciaria a revolução do Código do Consumidor, um dos legados da era “Collor”. Leia mais em www.padilla.adv.br/ética/idolatria/ A nova legislação consumerista criou a “possibilidade” do Juiz inverter o ônus da prova pela simples presunção do consumidor ser hipossuficiente comparado ao fornecedor, ou pela verossimilhança. Encantados pelos céleres, gratuitos e informais procedimentos da Lei 9.099/95, muitos consumidores exageraram nos reclames formulando pedidos de indenização sem nada precisar provar. Na esteira de simpatia com “o pobre consumidor que não tem como defender seus direitos” houve condenações vultosas, algumas sem necessidade de prova.

Os sociopatolobistas das grandes empresas não demoraram em se aproveitar disso para desencadear um preconceito reverso que, em poucos anos, transformou o direito do consumidor em uma encenação jurisdicional, um jogo de cartas marcadas em favor do fornecedor: http://www.espacovital.com.br/noticia-25300-encenacao-jurisdicional-artigo-luiz-roberto-nues-padilla

Outra "onda" ilustrativa do “movimento pendular” é a do dano moral pedido em geral sob amparo da Assistência Judiciária. Havia resistência, no Brasil, ao deferimento do dano moral. Salvo hipótese de morte, era negado. Essa situação alterou-se com a nova sistemática da Constituição de 5/10/1988, art 5º V e X, ensejando uma onda de condenações, algumas em valores exagerados. No segundo momento, a força contrária começou a prevalecer e, após uma década, começaram as indenizações pífias. No JEC, Juizado Especial Civil, o argumento usado para apequenar o valor dos danos foi a alçada do JEC, de 40 SM (quarenta salários mínimos), no art. 3º, I, da Lei 9099/95. “O valor máximo de 40 SM deveria ser destinado apenas ao maior dos danos, a morte.” Passaram a “tarifar” outros danos com valores aviltantes. Sofisma: O JEC pode decidir questões de valor além de quarenta salários mínimos. Aliás, pode decidir qualquer valor, nas hipóteses do art. 275, II, do CPC, “causas, qualquer que seja o valor” em acidentes de trânsito terrestre e respectivos seguros (art. 275, II,  d) e e), do CPC c/c art. 3º, II, da lei 9009/95) ou de honorários profissionais liberais, inclusive advogados, alínea f) do mesmo artigo. Assim, o JEC poderia decidir questões milionárias e, em caso de indenização por morte decorrente de acidente de trânsito, como a competência do JEC acontece pelo inc. II, do art. 3º, da Lei 9099/95 isso permitiria arbitrar indenização acima da limitação do inciso primeiro do mesmo artigo. Logo, não se justifica tarifar com valores ínfimos outros danos. Trata-se de um preconceito reverso, criando um pretexto para ir de encontro à “onda” de indenizações por dano moral.

O STJ procura impor limitações aos valores excessivos corrigindo os aviltantes, inclusive mitigando a rigidez na admissibilidade do Recurso Especial. Contudo, o STJ não tem ingerência sobre os julgados do JEC, sujeitos apenas ao Recurso Extraordinário, ao STF, e apenas em casos de violação direta da Constituição Federal. Leia mais em www.padilla.adv.br/teses/moral 

Com relação à  AJG, Assistência Judiciária Gratuita também houve modificações. Até 1950 os pobres, que não podiam pagar custas, não tinham acesso à Justiça, e esse foi um dos principais motivos para a criação da Justiça do Trabalho apartada, com regras próprias para custas. Leia mais no livro TGP em www.padilla.adv.br/processo/tgp/

Com a Lei 1060/50, foi possibilitado o acesso à Justiça para quem não podia pagar as custas, mas com forte burocracia que causava espécie. Em 1985, com a desburocratização, simplificou-se o pedido, mas descambou num abuso. Mas as custas judiciais mais caras motivaram, cada vez maior parte dos autores a requerer Assistência Judiciária. Quase todos autores postulavam a isenção, criando um grave problema nas escrivanias privatizadas porque o trabalho aumentou e, com ele, os custos, mas a receita reduziu, porque quase ninguém pagava as custas, provocando penúria e prejuízo ao serviço. Com a Constituição Federal de 1988, sob pretexto de que teria introduzido uma modificação, iniciou-se um movimento contrário. Contrário à concessão. Em Porto Alegre, por exemplo, os juízes das varas cíveis reuniram-se informalmente para tentar uniformizar critérios, como o teto de dez salários mínimos de renda. Leia mais em http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2012/12/assistencia-judiciaria-1992.html

Postular com AJG é melhor do que jogar na loteria porque as chances de ganhar são muito maiores que as de um sorteio com dezenas de milhares de números. E jogar é de graça, porque não despende nem no valor do bilhete... A impunidade dos maus, gerou a audácia. Todos os dias, muitas ações aventureiras são ajuizadas: Litigância de má-fé no CPC reformado Revista de Processo, RT, São Paulo, ab-jun 1995, a.20, v.78, p.101-107: http://padilla-luiz.blogspot.com.br/2012/12/litigancia-de-ma-fe_19.html

 O problema em todos esses fenômenos está na falta de equilíbrio. Há forças antagônicas digladiando-se. A que quer mudar e a que não quer, até que a primeira fica mais forte, e vence.  Depois, como há abusos, é a outra pode crescer, e a suplanta.  E ficamos nesse balanço, para um lado, e para outro, com dificuldades de encontrar o equilíbrio... Precisamos de mecanismos de controle que equilibrem as forças no interesse da tranqüilidade da sociedade. Esse papel deverá  ser exercido pelo Judiciário. Para isto, o juiz deverá colocar acima de tudo a necessidade de ser imparcial. O Juiz é um ser humano, integra um contexto social vivenciando fenômenos. Terá que se esforçar muito para ser totalmente imparcial. Do contrário, nem percebe que está “na onda”, olvidando sábia lição do art.5º da Lei de Introdução ao Código Civil: “Na aplicação da lei, o juiz atenderá aos fins sociais a que ela se dirige e às exigências do bem comum.”  Sem demagogia, hipocrisia, ou falso moralismo, a lei deve ser aplicada considerando os fins sociais que criaram a norma e as exigências do bem comum. Quer dizer, bom senso leva a reencontrar o equilíbrio. Aprofunde esse tema: http://www.padilla.adv.br/teses/normas

Do renascimento do futebol:

Quase ao fim do séc. XIX, depois de 5 séculos de repressão contra o futebol na Inglaterra, o meio social reuniu condições para vencer o preconceito, provocando o renascimento com simpatia turbinada por fatores como:

É barato.  Requer uma bola, um espaço de campo, dois jogos de trave, e dezenas de pessoas tem divertimento garantido.

Suas regras são fáceis, comparado a outros desportos, é mais fácil de praticar e entender.

Sua prática é divertida e favorece o espetáculo.  Acontecem jogadas bonitas, com beleza plástica, cativando quem pratica e prendendo atenção do expectador. O gol ou quase gol é o momento de maior emoção. Constate essa emoção num pequeno vídeo com 0,8 Mb clicando aqui ó  A vibração, a descarga tensional, e conseqüente bem estar, fazem o torcedor apaixonar-se pelo esporte.

Futebol pode ser jogado com fair play, sem produzir lesões, o que atrai o apoio dos pacifistas. Mas eventualmente acontecem jogadas violentas, contrariando as regras e objeto de punição, e sua ocorrência facilita a simpatia de quem está com a agressividade à flor da pele.

Pode ser praticado em qualquer idade.

Esporte de equipe.  Muitos se tornaram ídolos porque contaram com uma equipe e, não raro, sequer eram os melhores. Apenas conquistaram simpatia da mídia e, através desta, do público. Mas outros, tão bons ou até melhores, são ilustres desconhecidos porque integravam equipes menos importantes, ignoradas pela mídia e foram discriminados.

A equipe permite uma idolatria permanente, com as cores do time e com o local.  Desde 1993 a Lei Zico já atribuiu aos clubes a propriedade intelectual de seus símbolos (o hino, o uniforme, etc.), regra reiterada na Lei Pelé. A Equipe é fundamental. O torcedor identifica-se com a Equipe. Veja o que aconteceu com o Manchester United - clube discriminado e pouco conhecido até que, em 1958, oito de seus jogadores faleceram num acidente aéreo. O fato foi manchete, em toda Europa. Repetia-se, na mídia, pela dúvida razoável se a equipe persistiria existindo. A exposição angariou simpatia, desencadeando a ressignificação: O clube, em destaque na mídia, conquistou torcedores fora da própria cidade, crescendo em importância, até a mídia “esquecer” a discriminação; O clube não parou de crescer até se tornar o maior do mundo em faturamento, posição ocupada por muitos anos, até 2001.

O chamado Clube dos Ricos, Times com maior faturamento no mundo em milhões de dólares:

Manchester United (Reino Unido) 140;

Barcelona (Espanha) 94;

Real Madrid (Espanha) 89;

Juventus (Itália) 85;

Dados da Consultoria Deloitte & Touche (Revista VEJA, ed. Abril, a.32 n.22, 2/6/1999. p.122)

Posterior levantamento publicado pela Revista World Socce revelou que o Real Madrid terminou o ano de 2002 como o clube mais rico do mundo com rendimento de U$$ 300 milhões. Mas a legislação espanhola que provocou a transformação dos clubes em empresas gerou crescente crise no futebol daquele país e, embora Real Madrid e Barcelona não tenham alterado seus regimes jurídicos, persistindo como associações civis, foram atingidos indiretamente pela crise geral do futebol espanhol e sofreram redução do faturamento. Dados do ano de 2004 indicaram que o Manchester United recuperou o podium.

Em 2006, o Barcelona, aproveitando a excelente fase de Ronaldinho Gaúcho,  aumentou seu faturamento desbancando o time bretão.

 

A mídia promove. A mídia contribuiu para popularizar o futebol e, como este mexe com a paixão, desperta interesse, torna-se um manancial inesgotável de assuntos novos, fofocas, novidades, etc., a cada dia, o que auxilia a vender os jornais, a atrair ouvintes para as rádios, telespectadores para a TV, e a vender espaços de publicidade. A imprensa desportiva especializou-se e o esporte ocupa espaço permanente. Mídia e esporte não manteriam sua grandiosidade, um sem o outro.

Nascimento de uma nova classe social, os Cartolas, que aproveitaram a propagação do futebol. Cartola, originalmente, era o “chapéu alto”, de copa elevada e cilíndrica que, em conjunto com o fraque, era utilizado em situações extremamente formais. No século XIX, como registrou Machado de Assis, o espírito popular criticava esse chapéu, apelidando-o de “chaminé”, “canudo” ou de “cartola” - variante de quartola, nome de uma medida para líquidos: uma pequena pipa correspondente a um quarto de tonel, com a qual o chapéu se parecia. Nas caricaturas da imprensa, a cartola e o charuto compunham a figura dos novos-ricos. Ironicamente, passou a denominar a classe dos dirigentes que enriqueceram administrando os cada vez maiores recursos que circulavam nos clubes de futebol.

No início do Séc. XX, nos Estados Unidos, os magnatas do basquete, beisebol, boxe, hóquei no gelo e do futebol americano preocupavam-se com o crescimento do esporte bretão sobre o qual não possuíam controle. Em 1929, a quebra da Bolsa desencadeou a depressão econômica da década de 30. Os magnatas dos outros esportes contrataram lobistas que aproveitaram e espalharam o preconceito contra o futebol: Era um desporto alienígena e, em época de crise, a população devia prestigiar os esportes nacionais. Discriminado, perdeu apoiadores, espaço na mídia, e até o público. Notem como um simples preconceito pode acabar com um esporte, enquanto, expressivo: Havia duzentas equipes de futebol na primeira divisão! Duas décadas depois, em 1950, os remanescentes dos praticantes dos anos 30, eliminaram a Inglaterra por 1x0, e sagrando-se quartos colocados na Copa do Mundo, no Brasil. Quando quatrocentos milhões de pessoas assistiram à Copa da Inglaterra, em 1966, inaugurando a globalização, os mesmos cartolas dos esportes já mencionados, nos EUA, perceberam que não podiam ficar de fora daquele grande negócio, e ressuscitaram a Liga, os cartolas (de outros esportes). Em razão do incremento da prática pelas novas gerações, especialmente pelas meninas nas escolas, o futebol começa a ocupar cada vez mais espaços nos EUA.

Os governos promoveram o desporto.  Na Inglaterra, depois de séculos de repressão, tanto governo quanto a Igreja e demais lideranças passaram a propalar necessidade dos cidadãos terem saúde, que o esporte proporcionava, incentivando sua prática, ao perceberem tratar-se do melhor mecanismo de controle social. Modernamente, os governos utilizam o esporte para auxiliar a controlar a tensão popular:   Adotam medidas antipáticas quando o povo está emocionado com vitórias em competições, e aproveitam da imagem dos ídolos para campanhas políticas. O Brasil, conhecido como a terra do futebol, a “onda de simpatia” com dirigentes assegurou sua impunidade. Recentemente, inovações da legislação pretendem impor maior rigor na fiscalização da administração dos clubes de futebol.

Na mídia, ao longo do Séc. XX, houve uma substituição do foco da idolatria. Dos líderes políticos pelos astros/artistas de cinema/tv e craques do desporto. Até meados do séc. XX, os líderes políticos eram intocáveis. Emblemático o caso dos incômodos sofridos por Bill Clinton, nos anos noventa, quase exorcizado num impeachment, embora possa ser considerado celibatário comparado a alguns presidentes americanos dos quarenta anos anteriores, época de moral muito mais rigorosa. Marilin Monroe, musa do cinema, era só uma das muitas “conquistas” de J.Kennedy; tantas, que ele desprezou Marilin. Dizem que essa rejeição teria sido estopim do suicídio da atriz. Recorda algum registro de qualquer critica ao Presidente Kennedy? Não! Era considerado um herói (“Uma Breve História do Mundo”. BLAINEY, Geoffrey. Ed Fundamento, ISBN 8588350777). No Brasil, na mesma época, encontraremos exemplos semelhantes. Contudo, há duas décadas, todos somos reféns da mídia, que exerce um poder de criar ou destruir lideranças, rápida e dissimuladamente: http://www.padilla.adv.br/etica/idolatria/

A inversão de valores: Juizes responsáveis por decidir a vida, a liberdade e o futuro de cada um, de milhões de pessoas, tiveram a carreira aviltada por criticas. Ademais de sofrerem perda inflacionária nos vencimentos sobre os quais descontam impostos sofrem movimentos para retirar a aposentadoria integral, vitaliciedade, e outras garantias. Contudo, alguns jogadores, muitos de comportamento reprovável, auferem rendimentos milionários. Cartolas faturam milhões em negócios, e deixam clubes falidos... Que país é este ?

O futebol alimenta-se da idolatria. Esta, nutre-se da paixão pela emoção, que a imponderabilidade do esporte proporciona.

Equilibrando-se entre eles, está o torcedor. Sua vida, por vezes repleta de sacrifícios, percalços e dissabores, transforma-se num piscar de olhos quando a bola voa na direção do gol.

Estudo dirigido extraclasse:  Leitura: A deformação dos pés de obra, "Do dom à profissão: uma etnografia do futebol de espetáculo a partir da formação de jogadores no Brasil e na França", Damo, Arlei Sander, Ufrgs-Lume, 2005. http://hdl.handle.net/10183/5343

 

Idolatria:

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