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Para realizar grandes sonhos necessitamos[[[ Grandes sonhos! [Hans Seyle]

Aperfeiçoando-nos construímos 1 ümelhor

“ Por toda parte há pessoas lutando por 1 Mundo Melhor 

Ilustra-o a denúncia oferecida no final do mês passado

contra 40 personalidades do mundo político e empresarial

pelo MPF - Ministério Público Federal

Veja-a na íntegra clicando aqui ñ

O Professor da Faculdade de Direito da UFRGS  Sérgio Borja repetiu, às 16h20 da última sexta-feira, um gesto do qual fora pioneiro no dia 14 de julho de 1992. Tal como naquela data em relação ao ex-Presidente Fernando Collor, Borja enviou o pedido de processo por crime de responsabilidade contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode resultar no impeachment presidencial. Veja os detalhes e inteiro teor do magnífico requerimento clicando aqui N

 

A corrupção

São raros os dias em que os meios de comunicação não abordem casos de corrupção.    Alguns observadores consideravam tais questões específicas da América Latina e Ásia.  Mas nos países industrializados da Europa e América do Norte a corrupção foi detectada.  Em alguns países a corrupção ameaça as bases do Estado, o funcionamento da economia de mercado e os fundamentos próprios de uma convivência igualitária na sociedade.

 

Dados históricos

Sempre houve corrupção na história das civilizações.   Há milênios, quando os seres humanos começam a organizar comunidades, surgiu a necessidade de regras de conduta.  Há quase 4 mil anos ano de 1.700 a.C.  na velha Babilônia o Código Hammurabi previa drásticas penas para mandatários oficiais envolvidos em situações de corrupção.

A Bíblia relata o caso de Judas à exemplo particularmente patético da compra da vontade de uma pessoa por um "par de moedas de prata". Mas há exemplos incontestáveis na história como a corrupção dos empregados públicos no Sultanato Turco, no Império Romano, e na Antiga China. Em Roma, foi facilitada pela degradação da sociedade propiciada pelo rompimento do pilar estrutural, o sistema desportivo, entenda, como e porque isto aconteceu clicando aqui V. No caso da China, ocorreu o contrário, veja como clicando aqui <

Meditando sobre a história da corrupção,  parece pouco alentador lutar contra algo que parece parte da “cultura” humana. Mas, veja bem: Há possibilidade de lutarmos contra a corrupção quando a reprimimos energicamente,  e mobilizamos a sociedade civil.  Como exemplo podemos citar casos na América Latina e na Coréia do Sul.  Nesta, o Presidente condenado à prisão foi obrigado a reconhecer que durante o seu mandato aceitou comissões milionárias.  Da Colômbia, o Presidente recentemente foi impedido de desembarcar nos Estados Unidos da América, pois a comunidade internacional detectou que nas eleições presidenciais utilizou dinheiro do narcotráfico; passou a ser um homem reconhecido internacionalmente como corrupto. No Brasil, foi deposto o Presidente Fernando Collor... Saiba mais sobre a eleição e impeachment de Collor clicando aqui D

Historicamente constatamos:  Dos fatores geradores da miséria humana, excetuando as catástrofes naturais, a pior de todas é a corrupção. Exemplo é o que encontramos no Brasil, e em toda América Latina. Ao invés de atacar de frente a questão,  os próprios corruptos culpam “as forças econômicas internacionais”, ou o “Regime Militar”. Os corruptos querem ficar ocultos e continuar suas ações devastadoras.

 A Obra Iniciática frente à corrupção

Diante dos fatos supramencionados, cabe perguntar:  o que a Obra tem haver com a corrupção?   Respondemos: Muito !  Não podemos transformar esse problema social em um mero fator puramente especulativo e simbólico,  porque a devastação da corrupção afeta a todos os segmentos da sociedade. Sendo as Ordens Iniciáticas sustentáculo milenar da humanidade, propugnando por 1 Mundo Melhor, não podem deixar de mencionar em seus ensinamentos e práticas o combate a este vírus mortal, que corrói os alicerces da Civilização.

Em todos os momentos que as nações se viram diante de uma mudança radical, onde projetariam os povos dentro de uma nova dinâmica evolutiva, membros da Grande Fraternidade Branca assumiram a vanguarda das transformações, combatendo os corruptos e sem princípios, que abusavam da confiança dos povos e que impediam o movimento dinâmico da roda da vida, que nenhum homem reúne poderes para paralisá-la.

Hoje, com a mesma bravura devem se voltar contra a corrupção que ameaça os alicerces da atual civilização.

A nova Ordem Mundial é o combate ininterrupto contra este flagelo, desagregador de famílias,    destroçador de empresas,    inoperacionalizador das escolas,    esfacelador da saúde pública  e, conseqüentemente, de todos objetivos do Estado.

A omissão, neste momento, significa traição à Humanidade que tanto lutou para alcançar o atual estágio.   Recuar seria abrir espaço para os corruptos,   seria decretar a morte de toda a humanidade.   Devemos coibir o avanço dos que,  através do populismo,      um tipo de hipnose coletiva, tentam enganar e usurpar os direitos dos povos,  principalmente no que tange a conquista da liberdade que tanto sangue tem derramado dos inocentes e puros de coração.

 

Como combatê-la

Peter Eigen, fundador da Transparência Internacional, Alemanha, Berlim, 1993, cita uma regra de ouro no combate à corrupção nas transações internacionais: "Nenhuma das partes intervenientes em uma transação internacional solicitará, exigirá, oferecerá nem fará obséquio algum, nem facilitará qualquer tipo de vantagem para, ou em benefício de funcionário público, ou que este possa entender como forma (direta ou indireta) de infundi-lo a uma ação ou omissão. Esta regra tem sido adotada pela maioria das associações comerciais em todo mundo.

Entretanto, a realidade colocada é outra. Muitos empresários subornam funcionários ou políticos, para obterem contratos ou implementação dos mesmos. A maioria procura ocultar esta prática ilícita, utilizando regras complexas através de representantes ou intermediários. Para designar o feito do suborno chamam de comissões, pagamento por facilidade, atenções, aparato de representações etc...

Esta prática transformou-se em regra para muitos países. As empresas que querem negociar com outros países pensam que devem se juntar a prática local. "No Brasil faz-se como fazem os brasileiros"... Vários governos têm que apoiar seus exportadores nas suas transações e garantir a exportação e descontos para subornos pagos. Nesta prática, e especialmente em países pobres com leis e instituições débeis, políticos e funcionários locais caem facilmente na tentação...

Culpar o setor público ou privado por esta questão não tem sentido. O importante é mostrar ao mundo o fenômeno, pois tal prática tem prejudicado severamente os países industrializados como a Itália, Japão, Espanha, França e Bélgica e transformam-se em grande obstáculo ao desenvolvimento econômico e social, constituindo também obstáculo às democracias emergentes nos países da América Latina.

A corrupção se transformou num perigo mortal, um círculo vicioso que se retro-alimenta, inclusive para os empresários mais éticos significa um verdadeiro dilema, pois é difícil escapar sem perder negócios frente a empresários menos escrupulosos.

 

Definições

Todo documento científico sobre corrupção começa com um extenso debate acerca do significado semântico do termo. De certo modo se trata de um fenômeno curioso.   De fato a corrupção é uma expressão que muitos de nós usam diariamente.   Sem dúvida, seu uso simples significa abuso.  Na presente análise, excluímos aquelas atividades que muitos consideram vagamente atos de "corrupção".   Nossa análise visa alertar sobre fraude com fundos políticos, o que constitui roubo e é matéria das Leis penais e da fiscalização das contas nacionais.  Não estamos falando da desonestidade convencional, senão do uso e abuso do poder público em benefício próprio.

 

Existem duas categorias de corrupção:

1. Funcionários obtêm rendimentos pessoal de forma ilegal, pois ganham do particular para desempenhar uma tarefa que devem cumprir - fenômeno descrito muitas vezes como um pedido de dádiva para aceitar ou desembaraçar um trâmite.

2. A conduta causada pelo ato de corrupção se separa da lei. O suborno é pago para que o funcionário viole a lei. Este caso de suborno é sem dúvida o comportamento mais pernicioso que gera as extremidades negativas mais sérias.

 

O quanto prejudica a corrupção

1- Quando se constrói uma fábrica em lugar totalmente inadequado, simplesmente porque o dono anterior subornou o funcionário para que comprasse o lugar a um preço exorbitante, ocorre que o bônus e os custos ficam com a comunidade e excedem amplamente o montante do suborno intercambiado entre os manipuladores;

2- Numa estatal, que tem na sua máquina administrativa as engrenagens da corrupção, a direção não poderá responder de forma adequada, de maneira que até o mais honrado dos Diretores não poderá lograr nada, suas instruções são distorcidas durante sua execução e o mecanismo perverso da corrupção se estenderá de modo tal que se manejará com total incerteza.

Dieter Zusch, ex-diretor do desenvolvimento da Comissão Européia, tem observado que:

A corrupção aumenta os preços de bens e serviços;

Incrementa a dívida de um país;

Baixa o nível da qualidade, gera bens de baixo padrão e se adquire tecnologia inadequada ou desnecessária, que se apóiam em projetos baseados em capital, para privilegiar projetos intensivos em mão de obra que poderiam ser mais úteis para seu desenvolvimento e gerar um menor impacto ambiental.

Quando a ordem de prioridades e projetos está determinada pela corrupção, chegamos a máxima expressão da mesma. Nestes casos, as prioridades para o desenvolvimento genuíno de um país se definem em função de projetos, que são vantajosos para o interesse particular dos funcionários. Ao canalizar os recursos escassos para prioridades secundárias ou projetos desnecessários, a corrupção é em grande parte responsável pelo descuido das necessidades fundamentais; em particular, necessidades básicas como alimentação, saúde e educação. Portanto, a corrupção se constitui causa fundamental do subdesenvolvimento e da pobreza em geral. O resultado é um círculo vicioso. A pobreza contribui para aumentar a corrupção, já que aquele que não pode cobrir suas necessidades básicas, pode ver-se forçado a recorrer a métodos menos honestos para sua subsistência. Portanto, corrupção é causa e conseqüência do subdesenvolvimento e está ligada à baixa cultura. Como e porque interessa aos empresários e políticos desonestos manter o povo inculto clique aqui D

A corrupção destrói todo o espírito de desenvolvimento. Não há nada mais destrutivo que a corrida pelo dinheiro rápido e fácil, que faz cair como tontos àqueles que trabalham de forma honesta e construtiva. Uma economia submergida na corrupção afasta potenciais investidores estrangeiros ou patrocinadores para projetos públicos.

Quando um país aumenta sua dívida para realizar projetos inúteis e absurdos, a dívida adicional não só inclui custos extras devido à corrupção, mas todo investimento é atribuído à decisões espúrias destinadas a levar adiante projetos improdutivos desnecessários.

Claro que devemos entender que nem todo ato de corrupção necessariamente introduz efeitos prejudiciais na sociedade. Um funcionário público, por exemplo, que exige uma pequena propina para emitir uma licença de motorista a alguém, deve ser interpretado como alguém que somente prejudica ao interessado.

O que é inerente à corrupção nos níveis dirigenciais é a tomada de decisões que está influenciada por subornos e outros tipos de recompensa destinadas a produzir um resultado que, ao menos, na expectativa de quem oferece a dádiva ou recompensa, não haveria sido possível alcançar de outra forma.

A corrupção corrói a justiça, a estabilidade, a eficiência de uma sociedade e sua capacidade para assegurar o desenvolvimento de seus membros. Os níveis de subornos individuais e o impacto dos mesmos são somente sintomas de distorções mais profundas induzidas pela corrupção. As transferências indevidas de fundos públicos à particulares já é por si só suficientemente sério. Mais grave, todavia, é o impacto surgido das decisões dos funcionários públicos, como conseqüência dos atos de suborno.

Um exemplo é o superfaturamento que pode induzir funcionários interessados na importações de bens, pelos quais podem obter maior benefício econômico, através de dádivas para desincentivar ou inclusive proibir a importação de tecnologia de ponta. Assim, se pode emitir um superfaturamento mais fácil de ocultar. Como conseqüência, países muito pobres terminam adquirindo equipamentos que vão muito mais além das suas verdadeiras possibilidades.

Todavia, existem outros efeitos. Os componentes da meritocracia que não estão dispostos a ceder ante a corrupção emigram, na medida do possível, para países que reconhecem seus méritos, ou buscam postos de organizações internacionais. Os profissionais que tratam de ganhar seu sustento em seu próprio país, podem ver-se seriamente afetados nas suas possibilidades de trabalho e progresso.

Alguns grupos internacionais defendem o oferecimento de suborno (preferem chamá-los "comissões"), manifestando que se tratam de medidas destinadas a assegurar que o governo em questão aceita sua oferta. Consideram que é efetivamente a melhor e que sua adjudicação é em interesse do país em questão. Não obstante, este tipo de argumentação ignora o efeito de que o custo destas "comissões", por elementares razões comerciais, é transladado a preços que se faturam ao próprio governo. O que significa que se paga mais do que o necessário. Por outro lado, desconhecem que, se não fosse pelas práticas corruptas dos competidores da Empresa, esta "comissão" inflada não teria sido necessária, já que o contrato teria sido adjudicado em virtude de seus próprios méritos.

Num documento de trabalho do Banco Mundial, David Gould e José Amaro Reyes assinalaram que a corrupção conduz a ineficiência econômica e dilapidação, devido a seu efeito sobre a concessão de recursos, a produção e o consumo.

É improvável que os ganhos obtidos, graças aos mecanismos da corrupção, se traduzam em investimentos. O dinheiro mal obtido se utiliza em consumo ostentoso ou se transfere à contas bancárias no exterior. Essas transferências constituem uma drenagem de capital à economia doméstica. Todavia, a corrupção gera ineficiência na concessão de recursos quando permite o contratista, com maior habilidade para subornar, seja o adjudicatário de contratos com o governo. Em suma, dado que o custo dos subornos está incluído no preço dos bens produzidos, a demanda tende a ser reduzida, a estrutura de produção se vê distorcida e o consumo desce até a baixo dos níveis de eficiência na produção econômica. Desta maneira, a corrupção reduz o bem estar geral da população. Os ganhos obtidos mediante corrupção tendem a aleijar o trabalho das atividades produtivas não corruptas. Por outro lado, a corrupção também afeta o recrutamento de pessoal e os sistemas de promoção. É muito provável que se originem sistemas perversos que impedem o ingresso de pessoal mais idôneo. Esta situação pode ver-se, todavia, mais agravada por razões morais; empregados potencialmente eficientes não fazem concursos para ocupar postos no governo. Pela mesma razão, a corrupção desvia o esforço do empregado de atividades valiosas à sociedade para rotinas corruptas ineficientes.

Vale ressaltar que, na presente análise, a corrupção não está sendo considerada desonestidade convencional, mas um abuso dos deveres do funcionário público para benefício próprio. Naqueles casos onde se manifesta na forma isolada (e provavelmente não exista um país onde isto não ocorra), o problema pode ser controlado. Sem embargo, onde a corrupção é sistemática, a mesma se transformará em parte do sistema, muitas vezes a tal ponto, que o sistema termina apoiando-se nela.

 

Brasil x corrupção

Não resta a menor dúvida que a corrupção encontra-se instalada em todo território nacional. Nas duas últimas eleições presidenciais, a tônica incrementada pelos candidatos eleitos foi o combate à inflação, que tanto prejudica o nosso crescimento econômico e, em particular, a justiça social.

No governo Collor, roubou-se descaradamente o povo, provocando o desemprego e conduzindo várias empresas à falência. Como presenciamos, houve uma reação da sociedade civil. Collor teve o "impeachment" e foi substituído pelo vice Itamar Franco. Veja o que estava por trás disto clicando aqui è Conduzir a nação de maneira equilibrada, tentar corrigir as distorções dos chamados "anões do orçamento" gozando dos frutos produzidos pelo roubo à nação.  O mesmo ocorre com o ex-presidente, hoje residindo no exterior e transitando livremente pelo nosso país, acenando com sua candidatura. Ele mobilizou todo o povo com o discurso de que destruiria a inflação. Entretanto, sabia que a inflação, como em qualquer outro país, sempre foi e sempre será promovida pela corrupção. Collor procurava ocultar suas atividades ilícitas juntamente com seus iguais. Através de uma estratégia de marketing à sua imagem, tentou improvisar o que podemos chamar o "mito do herói" junto a opinião pública e, desta forma, sugerir a todo o povo que ele seria capaz de resolver absolutamente tudo, inclusive exterminar a miséria crescente.

Ainda no governo de Itamar Franco foi lançado o Plano Real com o objetivo de ajustar a economia e promover o crescimento. Manejado com maestria política, o referido plano elege Fernando Henrique Cardoso. Este é apresentado estrategicamente pela mídia como "figura intelectual dos últimos tempos", já que discursava no exterior em vários idiomas, conotando ampla cultura e passando a imagem de um estadista exemplar e muito considerado "lá fora". Nesta particularidade, há semelhança com o Fernando anterior, pois não foi através da sua influência junto a outros países, que conseguiu erradicar problemas graves. Na prática, Fernando Henrique Cardoso está promovendo a fome, o desemprego, o sucateamento de nossas estatais e o achatamento dos salários, problemas que já existiam e que permanecem crescentes então. Além disso, a Reforma Constitucional, Fiscal e Administrativa foram amplamente divulgadas pelo "caçador de marajás", mas sem nenhuma mudança efetiva. Hoje estamos contemplando o mesmo...

Na realidade a questão que compromete o sistema democrático é uma só: a corrupção. Que compromete a Soberania Nacional e provoca desequilíbrio econômico junto às Nações amigas.   A corrupção é o nosso grande problema. De tempos em tempos, somos obrigados a sair às ruas e promover a queda de um governo corrupto. Mas, o que se vê, é que o governo que vem como sucessor rapidamente toma o mesmo rumo.

Observamos que em nossa Nação a corrupção invadiu todos os segmentos da vida pública: Sindicatos, Partidos Políticos, Senado, Câmara dos Deputados etc... Os jornais noticiam diariamente focos de corrupção instalado em vários setores. Temos até presenciado pessoas roubando o setor público através de negociatas e a justiça permanecendo impotente diante dessas circunstâncias. O discurso que ouvimos do atual governo, de que precisamos criar novas Leis para combater tais crimes, chega a ser infame.

Nossos empresários acostumaram-se, ao longo dos anos, a terem lucros exagerados. O mesmo ocorre com os comerciantes; nenhuma moeda poderá alcançar uma estabilidade duradoura se não ocorrer uma mudança nesta engrenagem de corrupção.

Como observamos, a corrupção transformou-se numa protagonista da Nação. Esta tem se elevado, nos últimos anos, a níveis tais que distorce severamente a competência de qualquer governo, que tenha aspirações honestas voltadas verdadeiramente para o desenvolvimento nacional.

O nosso povo tem demonstrado, mais uma vez, através do comportamento social, que está cansado de dirigentes que embolsam as riquezas da Nação. Nunca se falou tanto de corrupção. Detectamos a mesma e nada realizamos para coibi-la efetivamente. Contemplamos o governo lutando desesperadamente para a estabilidade da economia. Entretanto, uma medida simples seria transformar a justiça em força atuante dentro da sociedade para punir todos que, de forma ilícita, têm enriquecido com o dinheiro do povo, desviando do setor público a riqueza nacional, gerando desemprego e miséria.

De Presidente em Presidente vamos nos atolando cada vez mais num mar de corrupção sem precedentes na história. Deste modo, os efeitos negativos da corrupção, em nossa Nação, tem provocado várias distorções no mercado interno. O Aumento de custos, a relação de custo-benefício elevada chegam como um bumerangue afetando toda economia e comprometendo sensivelmente o mercado livre interno e sua credibilidade.

Diante dos fatos mencionados nos cabe exigir uma ação correta por parte do governo, no que tange ao combate à corrupção. Ação efetiva e eficiente para não comprometermos o futuro ou Terceiro Milênio, que tem como principal tônica a globalização da economia.

 

Mídia x corrupção

Mesmo a mídia manobrando notícias referentes à corrupção, tem desempenhado um papel fundamental, pois aflorou a sensibilidade do povo. Algumas notícias de dimensão nacional, "quando" são publicadas, ajudam a conscientizar a população. Por exemplo: o Projeto SIVAM, Pasta Rosa, Fraudes no SUS, Atos corruptos no TST-RJ, roubo nos Bancos, corrupção eleitoral, envolvimento de parlamentares com o narcotráfico, assassinatos em Clínicas Geriátricas, nosso país sendo transformado no paraíso do crime organizado, criação de impostos para cobrir rombos no governo etc... Todas essas denúncias mobilizaram deputados e senadores a votarem uma lei de imprensa, que coíba sua ação, por se sentirem ameaçados com o que a mídia desperta, mesmo manobrada, junto à população, ou seja, seu esclarecimento ou mesmo conscientização.

 

Impunidade

A medíocre ação de nossa justiça tem comprometido sensivelmente a ação desenvolvida pela imprensa. Enquanto uma notícia mostra o foco de corrupção, o governo em vez de tentar apurar faz o contrário, ignorando os que cometem tais atos. Se existir um aprofundamento na impunidade, iremos encontrar autoridades judiciárias comprometidas com a corrupção. Para coibirmos a impunidade caberia uma limpeza geral na justiça. A criação de Leis eficientes e rápidas na sua execução. Agindo assim acabaríamos com as anistias e perdões que os governos estabelecem com o dinheiro do povo, demonstrando o quanto estão distantes do zelo que deveriam ter com as riquezas públicas.

Estamos vivendo um momento em que os corruptos desafiam a todos dizendo que não adianta denunciar, pois tal denúncia não resultaria em nada. Isto é, a impunidade transformou-se em prática aceita socialmente.

 

Egoísmo e egocentrismo

Há um egoísmo exacerbado pelas manipulações da mídia e do consumismo. Ele contribui para a aceitação da postura ideológica dos governantes dissociados das necessidades do povo, preocupados exclusivamente, desde o início de seus mandatos, com a futura reeleição.

Enquanto existir em nossa Nação a transmissão dos cargos públicos aos filhos dos poderosos, não haverá a implantação da democracia, o que na realidade nós vivenciamos, a nível político, é a "Cleptocracia", segundo Peter Heige.

Pequenos grupos familiares dominam a política, a economia, o campo, em suma, encontram-se encastelados em todos os segmentos da sociedade, dirigindo-a segundo preceitos de despotismo, onde impedem a mobilidade social, transformados em autênticos obstáculos à Democracia, alguns feudos há mais de 100 anos no poder. . Além dos grupos estruturados, houve a categoria dos aproveitacionistas que enriqueceram a partir dos anos setenta quando os militares queriam devolver o poder político aos civis.

Os mesmos homens que dirigem a República mandam no Congresso e no Senado são os donos dos grandes latifúndios existentes no Brasil.

É infantil acharmos que a Reforma Agrária, o assentamento dos Sem-Terra serão feitos por vias democráticas e pela vontade altruísta dos que nos governam. Infelizmente não existe uma outra saída para os Sem-Terra, a não ser através da prática das invasões, que têm sido deflagradas em vários estados. O próprio governo, com postura egoísta, incentiva esta prática devido a sua fraqueza, por ter sido eleito através do poder econômico dos verdadeiros "Donos do Brasil".

São várias as perversidades contra o povo, como o engodo do Sistema Habitacional, induzindo o trabalhador a investir a maior parte da sua vida produtiva na ilusão de ser dono da casa própria e, quando termina de pagar, o imóvel em geral de área reduzida e de construção de pouca qualidade, está desvalorizado e o trabalhador doente e próximo à morte, porque a saúde pública não interessa aos políticos. 

 

Conclusão

Conscientizar que a corrupção é uma força destruidora do bem comum,  um elemento gerador de miséria, dificultando a evolução do ser humano rumo à consciência espiritualizada.

Enquanto esta força estiver corroendo o Brasil e as demais nações, haverá miséria e sofrimento. Cada brasileiro poderá fazer sua parte no combate à força esmagadora que compromete a civilização com a conscientização do maior número de pessoas no seu trabalho, no seu local de estudo, ou de lazer. Compartilhe as informações ! O bem estar humano é tanto maior quanto menor for o egoísmo.

Adaptado de  Wanderley C. Nobre, manifesto publicado em 8/9/2002 http://www.confrariamisticabrasileira.org.br/artigos/mostra_artigo.php?id_artigo=17

 

Falta de sorte? Ou incapacidade?      "O corporativismo ajustado entre desavergonhados parlamentares brasileiros,  que vem sustentando a impunidade resultante das denúncias de uso de dinheiro sujo, no Congresso Nacional, chegou ao seu ápice".   Artigo no Espaço Vital do advogado Marcelo Aiquel.  Leia a íntegra clicando aqui R

 

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A prática da ética é difícil.     Requer sejamos muito humanos.               Agimos corretamente apenas quando alguém olha?                     Recusamos passar por cima de regras para obter vantagens?        Ignoramos informações que não deveríamos ter? Por quê é tão difícil ser ético ?      aqui ó

Mas o que podemos esperar quando o poder público cai nas mãos de pessoas despreocupadas com ética e o bem estar da população, conduzindo a nação por caminhos tortuosos ? Quando o mau exemplo vem de cima, dos líderes políticos e do “governo”, que além de não prestar segurança, saúde, educação, enfim, nada, ainda extorque o trabalhador com uma carga desumana de impostos como poderemos pretender que um cidadão comum, lutando pela sobrevivência, seja ético para, com seu exemplo, ensinar seus filhos ? Para examinar o caráter desumano da carga de impostos, clique aqui é

Na falta de um poder de compreensão adequado,  instrumento valioso é tempo. O “teste do passar tempo” desacredita crenças, costumes, modismos e convicções falsas. E faz renascer as verdadeiras. Certo e verdadeiro consegue resistir com o passar dos anos, séculos ou milênios. A instituição família é certa e verdadeira. Existe desde o início das civilizações. A crença num ente superior também o é. Permeou todas as sociedades, desde o início dos tempos, como Sócrates, Platão, e demais sábios da antiguidade. Saiba que Sócrates e Confúcio foram precursores da ética clique aqui þ

O exemplo não é a melhor forma de ensinar,    mas a única.

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