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Para realizar grandes sonhos necessitamos[[[ Grandes sonhos! [Hans Seyle]
Aperfeiçoando-nos construímos 1 ümelhor

“ Por toda parte há
pessoas lutando por 1 Mundo Melhor “
Ilustra-o a denúncia oferecida no final do mês passado
contra 40 personalidades do mundo político e empresarial
pelo MPF - Ministério
Público Federal
Veja-a na íntegra clicando aqui ñ
O Professor da Faculdade de Direito da UFRGS Sérgio Borja repetiu,
às 16h20 da última sexta-feira, um gesto do qual fora pioneiro no dia 14 de
julho de 1992. Tal como naquela data em relação ao ex-Presidente Fernando Collor, Borja enviou o pedido
de processo por crime de responsabilidade contra o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que pode resultar no impeachment
presidencial. Veja os detalhes e inteiro teor do
magnífico requerimento clicando aqui N
A corrupção
São raros os dias em que os
meios de comunicação não abordem casos de corrupção. Alguns observadores consideravam tais
questões específicas da América Latina e Ásia.
Mas nos países industrializados da Europa e América do Norte a corrupção
foi detectada. Em alguns
países a corrupção ameaça as bases do Estado, o funcionamento da economia de
mercado e os fundamentos próprios de uma convivência igualitária na sociedade.

Dados históricos
Sempre houve corrupção na
história das civilizações. Há milênios,
quando os seres humanos começam a organizar comunidades, surgiu a necessidade
de regras de conduta. Há quase 4 mil
anos ano de 1.700 a.C. na velha Babilônia o Código
Hammurabi previa drásticas penas para mandatários
oficiais envolvidos em situações de corrupção.
A Bíblia relata o caso de Judas à exemplo
particularmente patético da compra da vontade de uma pessoa por um "par de moedas de prata". Mas
há exemplos incontestáveis na história como a corrupção dos empregados públicos
no Sultanato Turco, no Império
Romano, e na Antiga China. Em Roma, foi facilitada pela
degradação da sociedade propiciada pelo rompimento do pilar estrutural, o
sistema desportivo, entenda, como e porque isto aconteceu clicando aqui V. No caso da China, ocorreu o contrário, veja como clicando
aqui <
Meditando sobre a história da
corrupção, parece pouco alentador lutar contra
algo que parece parte da “cultura” humana.
Mas, veja bem: Há possibilidade de lutarmos contra a corrupção quando a
reprimimos energicamente, e mobilizamos
a sociedade civil. Como exemplo podemos
citar casos na América Latina e na Coréia do Sul. Nesta, o Presidente condenado à prisão foi obrigado a reconhecer que durante o
seu mandato aceitou comissões milionárias. Da Colômbia, o Presidente recentemente foi
impedido de desembarcar nos Estados Unidos da América, pois a comunidade
internacional detectou que nas eleições presidenciais utilizou dinheiro do
narcotráfico; passou a ser um homem reconhecido internacionalmente como
corrupto. No Brasil, foi deposto o Presidente Fernando Collor... Saiba mais sobre a
eleição e impeachment de Collor clicando aqui
D
Historicamente constatamos: Dos fatores geradores da miséria humana,
excetuando as catástrofes naturais, a pior de todas é a corrupção. Exemplo é o que
encontramos no Brasil, e em toda América Latina. Ao invés de atacar de frente a
questão, os próprios corruptos culpam “as forças
econômicas internacionais”, ou o “Regime Militar”. Os corruptos querem ficar ocultos e continuar suas ações
devastadoras.

A Obra Iniciática
frente
à corrupção
Diante dos fatos
supramencionados, cabe perguntar: o que
a Obra tem haver com a corrupção?
Respondemos: Muito ! Não podemos
transformar esse problema social em um mero fator puramente especulativo e
simbólico, porque a devastação da
corrupção afeta a todos os segmentos da sociedade. Sendo as Ordens Iniciáticas
sustentáculo milenar da humanidade, propugnando por 1 Mundo Melhor, não
podem deixar de mencionar em seus ensinamentos e práticas o combate a este
vírus mortal, que corrói os alicerces da Civilização.
Em todos os momentos que as
nações se viram diante de uma mudança radical, onde projetariam os povos dentro
de uma nova dinâmica evolutiva, membros da Grande
Fraternidade Branca assumiram a vanguarda das transformações, combatendo os
corruptos e sem princípios, que abusavam da confiança dos povos e que impediam
o movimento dinâmico da roda da vida, que nenhum homem reúne poderes para
paralisá-la.
Hoje, com a mesma bravura devem
se voltar contra a corrupção que ameaça os alicerces da atual civilização.
A nova Ordem Mundial é o combate
ininterrupto contra este flagelo, desagregador de
famílias, destroçador de
empresas, inoperacionalizador
das escolas, esfacelador
da saúde pública
e, conseqüentemente, de todos objetivos do Estado.
A omissão, neste momento,
significa traição à Humanidade que tanto lutou para alcançar o atual estágio. Recuar seria abrir espaço para os
corruptos, seria decretar a morte de toda
a humanidade. Devemos coibir o avanço
dos que, através do populismo, um tipo de hipnose coletiva, tentam
enganar e usurpar os direitos dos povos,
principalmente no que tange a conquista da liberdade que tanto sangue
tem derramado dos inocentes e puros de coração.
Como combatê-la
Peter Eigen,
fundador da Transparência
Internacional, Alemanha, Berlim, 1993, cita uma regra
de ouro no combate à corrupção nas transações internacionais: "Nenhuma
das partes intervenientes em uma transação internacional solicitará, exigirá,
oferecerá nem fará obséquio algum, nem facilitará qualquer tipo de vantagem
para, ou em benefício de funcionário público, ou que este possa entender como
forma (direta ou indireta) de infundi-lo a uma ação ou omissão.” Esta regra tem
sido adotada pela maioria das associações comerciais em todo mundo.
Entretanto, a realidade colocada
é outra. Muitos empresários subornam funcionários ou políticos, para obterem
contratos ou implementação dos mesmos. A maioria procura ocultar esta prática
ilícita, utilizando regras complexas através de representantes ou
intermediários. Para designar o feito do suborno chamam de comissões, pagamento
por facilidade, atenções, aparato de representações etc...
Esta prática transformou-se em
regra para muitos países. As empresas que querem negociar com outros países
pensam que devem se juntar a prática local. "No Brasil
faz-se como fazem os brasileiros"... Vários
governos têm que apoiar seus exportadores nas suas transações e garantir a
exportação e descontos para subornos pagos. Nesta prática, e especialmente em
países pobres com leis e instituições débeis, políticos e funcionários locais
caem facilmente na tentação...
Culpar o setor público ou
privado por esta questão não tem sentido. O importante é mostrar ao mundo o
fenômeno, pois tal prática tem prejudicado severamente os países
industrializados como a Itália, Japão, Espanha, França e Bélgica e transformam-se em grande obstáculo ao desenvolvimento
econômico e social, constituindo também obstáculo às democracias emergentes nos
países da América Latina.
A corrupção se transformou num
perigo mortal, um círculo vicioso que se retro-alimenta, inclusive para os
empresários mais éticos significa um verdadeiro dilema, pois é difícil escapar
sem perder negócios frente a empresários menos escrupulosos.
Definições
Todo documento científico sobre
corrupção começa com um extenso debate
acerca do significado semântico do termo. De certo modo se trata de um
fenômeno curioso. De fato a corrupção é
uma expressão que muitos de nós usam diariamente. Sem dúvida, seu uso simples significa
abuso. Na presente análise, excluímos
aquelas atividades que muitos consideram vagamente atos de "corrupção". Nossa análise visa alertar sobre fraude com
fundos políticos, o que constitui roubo e é matéria das Leis penais e da
fiscalização das contas nacionais. Não
estamos falando da desonestidade convencional, senão do uso e abuso do poder público em benefício próprio.
Existem duas categorias de corrupção:
1. Funcionários obtêm rendimentos pessoal de forma ilegal, pois ganham do
particular para desempenhar uma tarefa que devem cumprir - fenômeno descrito
muitas vezes como um pedido de dádiva para aceitar ou desembaraçar um trâmite.
2. A conduta causada pelo ato de
corrupção se separa da lei. O suborno é pago para que o funcionário viole a lei. Este caso de suborno é sem
dúvida o comportamento mais pernicioso que gera as extremidades negativas mais
sérias.
O quanto prejudica a corrupção
1- Quando se constrói uma
fábrica em lugar totalmente inadequado, simplesmente porque o dono anterior
subornou o funcionário para que comprasse o lugar a um preço exorbitante,
ocorre que o bônus e os custos ficam com a comunidade e excedem amplamente o
montante do suborno intercambiado entre os manipuladores;
2- Numa estatal, que tem na sua
máquina administrativa as engrenagens da corrupção, a direção não poderá
responder de forma adequada, de maneira que até o mais honrado dos Diretores
não poderá lograr nada, suas instruções são distorcidas durante sua execução e
o mecanismo perverso da corrupção se estenderá de modo tal que se manejará com
total incerteza.
Dieter Zusch, ex-diretor do desenvolvimento
da Comissão Européia, tem observado que:
A corrupção aumenta os preços de bens
e serviços;
Incrementa a dívida de um país;
Baixa o nível da qualidade, gera bens
de baixo padrão e se adquire tecnologia inadequada ou desnecessária, que se
apóiam em projetos baseados em capital, para privilegiar projetos intensivos em
mão de obra que poderiam ser mais úteis para seu desenvolvimento e gerar um
menor impacto ambiental.
Quando a ordem de prioridades e
projetos está determinada pela corrupção, chegamos a
máxima expressão da mesma. Nestes casos, as prioridades para o desenvolvimento genuíno
de um país se definem em função de projetos, que são vantajosos para o
interesse particular dos funcionários. Ao canalizar os recursos escassos para
prioridades secundárias ou projetos desnecessários, a corrupção é em grande
parte responsável pelo descuido das necessidades fundamentais; em particular,
necessidades básicas como alimentação, saúde e educação. Portanto, a corrupção
se constitui causa fundamental do subdesenvolvimento e da pobreza em geral. O
resultado é um círculo vicioso. A pobreza contribui para aumentar a corrupção,
já que aquele que não pode cobrir suas necessidades básicas, pode ver-se
forçado a recorrer a métodos menos honestos para sua subsistência. Portanto, corrupção é causa e
conseqüência do subdesenvolvimento e está ligada à
baixa cultura. Como e
porque interessa aos empresários e políticos desonestos manter o povo inculto clique aqui D
A corrupção destrói todo o
espírito de desenvolvimento. Não há nada mais destrutivo que a corrida pelo
dinheiro rápido e fácil, que faz cair como tontos àqueles que trabalham de
forma honesta e construtiva. Uma economia submergida na corrupção afasta
potenciais investidores estrangeiros ou patrocinadores para projetos públicos.
Quando um país aumenta sua
dívida para realizar projetos inúteis e absurdos, a dívida adicional não só
inclui custos extras devido à corrupção, mas todo investimento é atribuído à decisões espúrias destinadas a levar adiante projetos
improdutivos desnecessários.
Claro que devemos entender que nem todo ato de corrupção necessariamente
introduz efeitos prejudiciais na sociedade. Um funcionário público, por
exemplo, que exige uma pequena propina para emitir uma licença de motorista a
alguém, deve ser interpretado como alguém que somente prejudica ao interessado.
O que é inerente à corrupção nos
níveis dirigenciais é a tomada de decisões que está
influenciada por subornos e outros tipos de recompensa
destinadas a produzir um resultado que, ao menos, na expectativa de quem
oferece a dádiva ou recompensa, não haveria sido possível alcançar de outra
forma.
A corrupção corrói a justiça, a
estabilidade, a eficiência de uma sociedade e sua capacidade para assegurar o
desenvolvimento de seus membros. Os níveis de subornos individuais e o impacto
dos mesmos são somente sintomas de distorções mais profundas induzidas pela
corrupção. As transferências indevidas de fundos públicos à
particulares já é por si só suficientemente sério. Mais grave, todavia, é o
impacto surgido das decisões dos funcionários públicos, como conseqüência dos
atos de suborno.
Um exemplo é o superfaturamento
que pode induzir funcionários interessados na importações
de bens, pelos quais podem obter maior benefício econômico, através de dádivas
para desincentivar ou inclusive proibir a importação
de tecnologia de ponta. Assim, se pode emitir um superfaturamento mais fácil de
ocultar. Como conseqüência, países muito pobres terminam adquirindo
equipamentos que vão muito mais além das suas verdadeiras possibilidades.
Todavia, existem outros efeitos.
Os componentes da meritocracia que não estão
dispostos a ceder ante a corrupção emigram, na medida do possível, para países
que reconhecem seus méritos, ou buscam postos de organizações internacionais.
Os profissionais que tratam de ganhar seu sustento em seu próprio país, podem
ver-se seriamente afetados nas suas possibilidades de trabalho e progresso.
Alguns grupos internacionais
defendem o oferecimento de suborno (preferem chamá-los "comissões"),
manifestando que se tratam de medidas destinadas a assegurar que o governo em
questão aceita sua oferta. Consideram que é efetivamente a melhor e que sua
adjudicação é em interesse do país em questão. Não obstante, este tipo de
argumentação ignora o efeito de que o custo destas "comissões", por
elementares razões comerciais, é transladado a preços que se faturam ao próprio
governo. O que significa que se paga mais do que o necessário. Por outro lado,
desconhecem que, se não fosse pelas práticas corruptas dos competidores da Empresa,
esta "comissão" inflada não teria sido necessária, já que o contrato
teria sido adjudicado em virtude de seus próprios méritos.
Num documento de trabalho do
Banco Mundial, David Gould e José Amaro Reyes assinalaram que a corrupção conduz a ineficiência
econômica e dilapidação, devido a seu efeito sobre a concessão de recursos, a
produção e o consumo.
É improvável que os ganhos
obtidos, graças aos mecanismos da corrupção, se traduzam em investimentos. O
dinheiro mal obtido se utiliza em consumo ostentoso ou se transfere à contas bancárias no exterior. Essas transferências
constituem uma drenagem de capital à economia doméstica. Todavia, a corrupção
gera ineficiência na concessão de recursos quando permite o contratista,
com maior habilidade para subornar, seja o adjudicatário de contratos com o
governo. Em suma, dado que o custo dos subornos está incluído no preço dos bens
produzidos, a demanda tende a ser reduzida, a estrutura de produção se vê
distorcida e o consumo desce até a baixo dos níveis de eficiência na produção
econômica. Desta maneira, a corrupção reduz o bem estar geral da população. Os
ganhos obtidos mediante corrupção tendem a aleijar o trabalho das atividades
produtivas não corruptas. Por outro lado, a corrupção também afeta o
recrutamento de pessoal e os sistemas de promoção. É muito
provável que se originem sistemas perversos que impedem o ingresso de pessoal
mais idôneo. Esta situação pode ver-se, todavia, mais agravada por
razões morais; empregados potencialmente eficientes não fazem concursos para
ocupar postos no governo. Pela mesma razão, a corrupção desvia o esforço do
empregado de atividades valiosas à sociedade para rotinas corruptas
ineficientes.
Vale ressaltar que, na presente
análise, a corrupção não está sendo considerada desonestidade convencional, mas
um abuso dos deveres do funcionário público para benefício próprio. Naqueles
casos onde se manifesta na forma isolada (e provavelmente não exista um país
onde isto não ocorra), o problema pode ser controlado. Sem embargo, onde a corrupção
é sistemática, a mesma se transformará em parte do sistema, muitas vezes a tal
ponto, que o sistema termina apoiando-se nela.
Brasil x corrupção
Não resta a menor dúvida que a
corrupção encontra-se instalada em todo território nacional. Nas duas últimas
eleições presidenciais, a tônica incrementada pelos candidatos eleitos foi o
combate à inflação, que tanto prejudica o nosso crescimento econômico e, em
particular, a justiça social.
No governo Collor, roubou-se descaradamente o povo, provocando o desemprego e conduzindo
várias empresas à falência. Como presenciamos, houve uma reação da sociedade
civil. Collor teve o "impeachment" e foi substituído pelo vice Itamar
Franco. Veja o que estava por trás disto clicando
aqui è Conduzir a nação de maneira equilibrada, tentar corrigir as
distorções dos chamados "anões do
orçamento" gozando dos frutos produzidos pelo roubo à nação. O mesmo ocorre com o ex-presidente, hoje
residindo no exterior e transitando livremente pelo nosso país, acenando com
sua candidatura. Ele mobilizou todo o povo com o discurso de que destruiria a
inflação. Entretanto, sabia que a inflação, como em qualquer outro país, sempre
foi e sempre será promovida pela corrupção. Collor procurava ocultar
suas atividades ilícitas juntamente com seus iguais. Através de uma estratégia
de marketing à sua imagem, tentou improvisar o que podemos chamar o "mito do herói" junto a opinião pública e, desta forma, sugerir a todo o povo que ele
seria capaz de resolver absolutamente tudo, inclusive exterminar a miséria
crescente.
Ainda no governo de Itamar
Franco foi lançado o Plano Real com o objetivo de ajustar a economia e promover
o crescimento. Manejado com maestria política, o referido plano elege Fernando
Henrique Cardoso. Este é apresentado estrategicamente pela mídia como "figura intelectual dos últimos
tempos", já que discursava no exterior em vários idiomas, conotando
ampla cultura e passando a imagem de um estadista exemplar e muito considerado "lá fora". Nesta
particularidade, há semelhança com o Fernando anterior, pois não foi através da
sua influência junto a outros países, que conseguiu erradicar problemas graves.
Na prática, Fernando Henrique Cardoso está promovendo a fome, o desemprego, o
sucateamento de nossas estatais e o achatamento dos salários, problemas que já
existiam e que permanecem crescentes então. Além disso, a Reforma
Constitucional, Fiscal e Administrativa foram amplamente divulgadas pelo
"caçador de marajás", mas sem nenhuma mudança efetiva. Hoje estamos
contemplando o mesmo...
Na realidade a questão que
compromete o sistema democrático é uma só: a corrupção. Que compromete a
Soberania Nacional e provoca desequilíbrio econômico junto às Nações
amigas. A corrupção é o nosso grande
problema. De tempos em tempos, somos obrigados a sair às ruas e promover a
queda de um governo corrupto. Mas, o que se vê, é que o governo que vem como
sucessor rapidamente toma o mesmo rumo.
Observamos que em nossa Nação a
corrupção invadiu todos os segmentos da vida pública: Sindicatos, Partidos
Políticos, Senado, Câmara dos Deputados etc... Os jornais noticiam diariamente
focos de corrupção instalado em vários setores. Temos até presenciado pessoas
roubando o setor público através de negociatas e a justiça permanecendo
impotente diante dessas circunstâncias. O discurso que ouvimos do atual
governo, de que precisamos criar novas Leis para combater tais crimes, chega a
ser infame.
Nossos empresários
acostumaram-se, ao longo dos anos, a terem lucros exagerados. O mesmo ocorre
com os comerciantes; nenhuma moeda poderá alcançar uma estabilidade duradoura
se não ocorrer uma mudança nesta engrenagem de corrupção.
Como observamos, a corrupção
transformou-se numa protagonista da Nação. Esta tem se elevado, nos últimos
anos, a níveis tais que distorce severamente a competência de qualquer governo,
que tenha aspirações honestas voltadas verdadeiramente para o desenvolvimento
nacional.
O nosso povo tem demonstrado,
mais uma vez, através do comportamento social, que está cansado de dirigentes
que embolsam as riquezas da Nação. Nunca se falou tanto de corrupção.
Detectamos a mesma e nada realizamos para coibi-la efetivamente. Contemplamos o
governo lutando desesperadamente para a estabilidade da economia. Entretanto,
uma medida simples seria transformar a justiça em força atuante dentro da
sociedade para punir todos que, de forma ilícita, têm enriquecido com o
dinheiro do povo, desviando do setor público a riqueza
nacional, gerando desemprego e miséria.
De Presidente em Presidente vamos nos atolando cada vez mais num mar de corrupção sem
precedentes na história. Deste modo, os efeitos negativos da corrupção, em
nossa Nação, tem provocado várias distorções no mercado interno. O Aumento de
custos, a relação de custo-benefício elevada chegam
como um bumerangue afetando toda economia e comprometendo sensivelmente o
mercado livre interno e sua credibilidade.
Diante dos fatos mencionados só nos cabe exigir uma ação correta por parte do governo, no
que tange ao combate à corrupção. Ação efetiva e eficiente para não
comprometermos o futuro ou Terceiro Milênio, que tem como principal tônica a globalização da economia.
Mídia x corrupção
Mesmo a mídia manobrando notícias
referentes à corrupção, tem desempenhado um papel fundamental, pois aflorou a
sensibilidade do povo. Algumas notícias de dimensão nacional,
"quando" são publicadas, ajudam a conscientizar a população. Por
exemplo: o Projeto SIVAM, Pasta Rosa, Fraudes no SUS, Atos corruptos no TST-RJ,
roubo nos Bancos, corrupção eleitoral, envolvimento de parlamentares com o
narcotráfico, assassinatos em Clínicas Geriátricas, nosso país sendo
transformado no paraíso do crime organizado, criação de impostos para cobrir
rombos no governo etc... Todas essas denúncias mobilizaram deputados e
senadores a votarem uma lei de imprensa, que coíba sua ação, por se sentirem
ameaçados com o que a mídia desperta, mesmo manobrada, junto à população, ou
seja, seu esclarecimento ou mesmo conscientização.
Impunidade
A medíocre ação de nossa justiça
tem comprometido sensivelmente a ação desenvolvida pela imprensa. Enquanto uma
notícia mostra o foco de corrupção, o governo em vez de tentar apurar faz o
contrário, ignorando os que cometem tais atos. Se existir um aprofundamento na
impunidade, iremos encontrar autoridades judiciárias comprometidas com a
corrupção. Para coibirmos a impunidade caberia uma limpeza geral na justiça. A
criação de Leis eficientes e rápidas na sua execução. Agindo assim acabaríamos
com as anistias e perdões que os governos estabelecem com o dinheiro do povo,
demonstrando o quanto estão distantes do zelo que deveriam ter com as riquezas
públicas.
Estamos vivendo um momento em
que os corruptos desafiam a todos dizendo que não adianta denunciar, pois tal
denúncia não resultaria em nada. Isto é, a impunidade transformou-se em prática
aceita socialmente.
Egoísmo e egocentrismo
Há um egoísmo exacerbado pelas
manipulações da mídia e do consumismo. Ele contribui para a aceitação da
postura ideológica dos governantes dissociados das necessidades do povo,
preocupados exclusivamente, desde o início de seus mandatos, com a futura
reeleição.
Enquanto existir em nossa Nação
a transmissão dos cargos públicos aos filhos dos poderosos, não haverá a
implantação da democracia, o que na realidade nós vivenciamos, a nível
político, é a "Cleptocracia", segundo Peter
Heige.
Pequenos grupos familiares
dominam a política, a economia, o campo, em suma, encontram-se encastelados em
todos os segmentos da sociedade, dirigindo-a segundo preceitos de despotismo,
onde impedem a mobilidade social, transformados em autênticos
obstáculos à Democracia, alguns feudos há mais de 100 anos no poder. .
Além dos grupos estruturados, houve a categoria dos “aproveitacionistas” que enriqueceram a
partir dos anos setenta quando os militares queriam devolver o poder político
aos civis.
Os mesmos homens que dirigem a
República mandam no Congresso e no Senado são os donos dos grandes latifúndios
existentes no Brasil.
É infantil acharmos que a
Reforma Agrária, o assentamento dos Sem-Terra serão feitos por vias
democráticas e pela vontade altruísta dos que nos governam. Infelizmente não
existe uma outra saída para os Sem-Terra, a não ser através da prática das invasões,
que têm sido deflagradas em vários estados. O próprio governo, com postura egoísta, incentiva esta prática devido a sua
fraqueza, por ter sido eleito através do poder econômico dos verdadeiros
"Donos do Brasil".
São várias as perversidades
contra o povo, como o engodo do Sistema
Habitacional, induzindo o trabalhador
a investir a maior parte da sua vida produtiva na ilusão de ser dono da casa
própria e, quando termina de pagar, o imóvel em geral de área reduzida e de
construção de pouca qualidade, está desvalorizado e o trabalhador doente e
próximo à morte, porque a saúde pública não interessa aos políticos.
Conclusão
Conscientizar que a corrupção é
uma força destruidora do bem comum, um elemento gerador de miséria, dificultando a evolução do ser humano rumo à
consciência espiritualizada.
Enquanto esta força estiver
corroendo o Brasil e as demais nações, haverá miséria e sofrimento. Cada
brasileiro poderá fazer sua parte no combate à força esmagadora que compromete
a civilização com a conscientização do maior número de pessoas no seu trabalho,
no seu local de estudo, ou de lazer. Compartilhe as informações ! O bem estar
humano é tanto maior quanto menor for o egoísmo.
Adaptado
de Wanderley C. Nobre, manifesto
publicado em 8/9/2002 http://www.confrariamisticabrasileira.org.br/artigos/mostra_artigo.php?id_artigo=17
Falta
de sorte? Ou incapacidade? "O
corporativismo ajustado entre desavergonhados
parlamentares brasileiros, que vem
sustentando a impunidade resultante das denúncias de uso de dinheiro sujo, no
Congresso Nacional, chegou ao seu ápice". Artigo no Espaço
Vital do advogado Marcelo
Aiquel. Leia a íntegra clicando aqui R
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Pense
rápido: Sabes dizer o que é Ética ?
1 Mundo
Melhor faz-se com lucro equilibrado à Ética
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Direito da UFRGS, clicando aqui F
Pedido de Impeachment do Ministro formulado pelo Prof. Sérgio Borja clique aqui N
Ética é
eficazmente transmitida em exemplos da vida real. Entenda clicando aqui
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Que futuro deseja para seus filhos? Veja o que diz um Paraninfo clicando aqui ñ
A prática
da ética é difícil. Requer sejamos muito humanos. Agimos corretamente apenas
quando alguém olha? Recusamos passar por cima de
regras para obter vantagens? Ignoramos informações que não
deveríamos ter? Por quê é tão difícil ser ético ? aqui ó
Mas o que podemos esperar quando o poder público cai nas
mãos de pessoas despreocupadas com ética e o bem estar da população, conduzindo
a nação por caminhos tortuosos ? Quando o mau exemplo vem de cima, dos líderes
políticos e do “governo”, que além de não prestar segurança, saúde,
educação, enfim, nada, ainda extorque
o trabalhador com uma carga desumana de impostos como poderemos pretender
que um cidadão comum, lutando pela sobrevivência, seja ético para, com seu exemplo, ensinar seus filhos ? Para examinar o caráter desumano da carga de impostos, clique aqui é
Na
falta de um poder de compreensão adequado,
instrumento valioso é tempo. O “teste do passar tempo” desacredita
crenças, costumes, modismos e convicções falsas. E faz renascer as verdadeiras.
Certo e verdadeiro consegue resistir com o passar dos anos, séculos ou
milênios. A instituição família é certa e verdadeira. Existe desde o início das
civilizações. A crença num ente superior também o é. Permeou todas as
sociedades, desde o início dos tempos, como Sócrates, Platão, e demais sábios
da antiguidade. Saiba que Sócrates e Confúcio foram precursores da ética clique aqui þ”
O exemplo não é a melhor forma de
ensinar, mas a única.
Ética é eficazmente transmitida em exemplos da vida real.
Para conhecer alguns clique aqui é
A prática da ética é difícil. Requer sejamos realmente humanos superando nossas limitações animais
Para entender como e porque clique aqui é
Sócrates e Confucio
precursores da ética clique aqui þ”
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