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Música de fundo: ERA, Cathar Rhythm * Baseado no Filme “QUEM SOMOS NÓS?“, entrevistas e palestras com Amit Goswami, Fred Alan Wolf, Joe Dispenza, William Tiller, Jeffrey Statinover, Candace Pert, John Hagelin e David Albert, entre outros, inicialmente compilados por OLGA MENDONÇA que formatou um power point que pode ser assistido em http://www.padilla.adv.br/evoluir/nos.pps

Quem Somos Nós?

Parte 1:: Acid ::

 Veja esses nomes e a biografia por trás deles: Amit Goswami, Fred Alan Wolf, Joe Dispenza, William Tiller, Jeffrey Statinover, Candace Pert, John Hagelin e David Albert, entre outros...

Agora imagine esses cobras conversando com você sobre o Universo e suas percepções. Imaginou? Esse é o filme What The Bleep Do We Know!?, que chega ao Brasil em outubro com o nome de Quem Somos Nós?, após um enorme sucesso boca-a-boca mundo afora. Não é um daqueles filmes para ser visto entre um compromisso e outro, ou com gente conversando ao lado. Ele exige atenção integral, e assim mesmo você vai querer vê-lo de novo para poder entender melhor.
Abaixo colocarei alguns trechos diretamente retirados da legenda do filme, para vocês terem uma idéia do potencial revolucionário que ele traz para a nossa forma de encarar o mundo:    Quanto mais se estuda a Física Quântica, mais misteriosa e fantástica ela se torna.

A Física Quântica, falando de uma maneira bem simples, é uma ciência de possibilidades. São questões pertinentes de como o mundo se sente em relação a nós. Se existe uma diferença entre o jeito de o mundo nos sentir e como ele realmente é, já parou para pensar de que os pensamentos são feitos?

Todas as épocas e gerações têm suas próprias suposições: O mundo é plano, o mundo é redondo etc. Existem centenas de suposições que acreditamos verdadeiras, mas que podem ou não ser. Claro que historicamente na maioria dos casos não eram verdadeiras. Se tomarmos a História como guia, podemos presumir que muitas coisas em que acreditamos sobre o mundo podem ser falsas. Estamos presos a certos preceitos sem saber disso.

É um paradoxo

O materialismo moderno tira das pessoas a necessidade de se sentirem responsáveis, assim como a religião! Mas eu acho que se você levar a Mecânica Quântica a sério, verá que ela coloca a responsabilidade nas nossas mãos e não dá respostas claras e reconfortantes. Ela só diz que o mundo é muito grande e cheio de mistérios.
O mecanismo não é a resposta, mas não vou dizer qual é, pois vocês têm idade suficiente para tomarem suas decisões.
Por que continuamos recriando a mesma realidade?
Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?
Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente?
Nesse mar infinito de possibilidades que existem à nossa volta, por que continuamos recriando as mesmas realidades?
Não é incrível existirem opções e potenciais que desconhecemos?
É possível estarmos tão condicionados à nossa rotina, tão condicionados à forma como criam nossas vidas, que compramos a idéia de que não temos controle algum?

Fomos condicionados a crer que o mundo externo é mais real que o interno. Na ciência moderna é justamente o contrário. Ela diz que o que acontece dentro de nós é que vai criar o que acontece fora. Existe uma realidade física que é absolutamente sólida, mas só começa a existir quando colide com outro pedaço de realidade física. Esse outro pedaço pode ser a gente, claro que somos parte desse momento, mas não precisa necessariamente ser. Pode ser uma pedra que venha voando e interaja com toda essa bagunça, provocando um estado particular de existência.

Filósofos no passado diziam: "Se eu chutar uma pedra e machucar meu dedo, é real. Estou sentindo, é vívido". Quer dizer que é a realidade. Mas não passa de uma experiência, é a percepção dessa pessoa do que é real.
Experimentos científicos nos mostram que se conectarmos o cérebro de um pessoa a computadores e scanners e pedirmos para olharem para determinados objetos, podemos ver que certas partes do cérebro estão sendo ativadas. Se pedirmos para fecharem os olhos e imaginarem o mesmo objeto, as mesmas áreas do cérebro se ativarão, como se estivessem vendo os objetos. Então os cientistas se perguntam: quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos? O que é a realidade? É o que vemos com nosso cérebro? Ou é o que vemos com nossos olhos?

A verdade é que o cérebro não sabe a diferença entre o que vê no ambiente e o que se lembra, pois os mesmos neurônios são ativados.

Então devemos nos questionar: O que é realidade?

Somos bombardeados por grandes quantidades de informação que, quando entram no seu corpo, são processadas pelos seus órgãos sensoriais, e a cada passo partes da informação vão sendo descartadas. O que finalmente chega na consciência é o que serve mais à pessoa. O cérebro processa 400 bilhões de bits de informação por segundo, mas só tomamos conhecimento de 2.000 bits. E esses 2.000 bits são sobre o que está ao nosso redor, nosso corpo e o tempo.
Vivemos em um mundo onde só enxergamos a ponta do iceberg. Isso significa que a realidade está acontecendo a todo momento no cérebro, mas nós não a absorvemos. Os olhos são como lentes, mas o que realmente está enxergando é a parte de trás do cérebro. É o córtex visual, igual a essa câmera.

Você sabia que o cérebro imprime o que vê?

Por exemplo: essa câmera de vídeo está vendo muito mais ao meu redor do que o que está aqui, porque ela não faz objeções ou julgamentos. O filme que está passando no cérebro é do que temos habilidade para ver. É possível que nossos olhos, nossa câmera, enxerguem mais do que o nosso cérebro tenha a habilidade de conscientemente projetar? Do jeito que nosso cérebro funciona, só conseguimos ver o que acreditamos ser possível.

Os padrões de associação já existem dentro de nós através de um condicionamento

Uma história incrível, que acredito ser verdadeira, conta que quando os índios americanos nas ilhas caribenhas viram as naus de Colombo se aproximarem, na verdade eles não conseguiam ver nada, pois não eram parecidas com nada que tivessem visto antes. Quando Colombo chegou no Caribe, nenhum nativo conseguia enxergar os navios, mesmo estando eles no horizonte. A razão de não verem os navios era porque não tinham conhecimento. Seus cérebros não tinham experiência de que os navios existiam.

O shamã começa a notar ondulações no oceano. Mesmo não vendo os navios, imagina o que está causando aquilo. Então ele começa a olhar todos os dias e depois de um certo tempo consegue ver os navios. E quando isto acontece, conta para todos que existem navios lá. Como todos acreditavam nele, também conseguem enxergar.
Nós criamos a realidade, mas criamos máquinas que produzem realidade que afetam a realidade o tempo todo. Sempre perseguimos algo refletido no espelho da memória. Se estamos ou não vivendo em um grande mundo virtual, é uma pergunta sem uma boa resposta, é um grande problema filosófico e temos que lidar com ele conforme o que a ciência diz.

Como somos sempre observadores na ciência, ficamos limitados ao que o cérebro humano capta. É a única forma de vermos e percebermos as coisas que fazemos. Então é possível que isso tudo seja uma grande ilusão da qual não conseguimos sair para ver a verdadeira realidade. Seu cérebro não sabe distinguir o que está acontecendo lá fora do que acontece aqui dentro. Não existe o "lá fora" independente do que está acontecendo aqui.

Quem Somos Nós? - Parte 2
:: Acid ::

Inicialmente vamos falar do mundo sub-atômico, e depois do que nos falam ser a realidade. A primeira coisa é que o mundo sub-atômico é uma fantasia criada por físicos loucos que tentam entender o que diabos acontece quando fazem pequenas experiências com grandes energias em pequenos espaços e em curtos intervalos de tempo. As coisas ficam bem inexplicáveis. A física sub-atômica foi inventada para tentar desvendar tudo isso.

A nova ciência - chamada física quântica - é sujeita a todo tipo de hipóteses, pensamentos, sentimentos, intuições, para se descobrir o que diabo está acontecendo.

A matéria não é o que pensávamos ser

Os cientistas viam a matéria como algo estático e previsível. As partículas ocupam um espaço insignificante nas moléculas e átomos. São partículas fundamentais. O resto é o vácuo. Parece que essas partículas aparecem e desaparecem o tempo todo. Para onde vão quando não estão aqui?

Essa pergunta é complicada. Vou dar duas respostas:

- Vão para universos alternativos, onde as pessoas fazem a mesma pergunta quando elas somem e vêm pra cá: "Para onde elas foram?"...

- A outra envolve o grande mistério da direção do tempo. De certa forma, as nossas leis fundamentais da física não fazem distinção entre passado e futuro. Temos um quebra-cabeça do ponto de vista das leis da física. Por que nós somos capazes de lembrar do passado, e não temos o mesmo acesso
epistemológico ao futuro?

Por que devemos pensar que nossas ações no presente afetam o futuro, mas não o passado?

O fato de termos um diferente acesso epistemológico para o passado e futuro, o controle que nossas ações têm sobre o futuro, mas não sobre o passado, tudo isso é tão fundamental para o modo como sentimos o mundo, que não termos curiosidade sobre isso é quase o mesmo que estarmos mortos!


A maior parte dessa bola está vazia


Na verdade a maior parte do universo está vazia. Gostamos de imaginar o espaço vazio e a matéria sólida, mas, na verdade, não tem nada na matéria, ela não possui substância! Veja um átomo. Pensamos que é uma bola sólida. Mas na verdade é esse pontinho pequeno com matéria densa no centro, cercado por uma nuvem de elétrons que aparecem e desaparecem. Mas acontece que tal descrição também não está correta. Até o núcleo, que pensávamos ser tão denso, aparece e desaparece assim como os elétrons. A coisa mais sólida que pode existir nessa matéria desprovida de substância é um pensamento, um bit de informação concentrada. O que faz as coisas são idéias, conceitos e informação.

Você nunca toca em nada. Os elétrons criam uma carga que afasta os outros elétrons antes do toque.

Ninguém toca em nada

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Cabe aqui um parêntese para que o leitor entenda melhor os pilares da física quântica. Por isso, reproduzo parte do livro Percepção e Consciência:
"Os elementos atômicos, a luz e outras formas eletromagnéticas têm um comportamento dual - ora se comportam como se fossem constituídos por
partículas, ora agem como se fossem ondas que se expandem em todas as direções. E, ainda mais estranho, a natureza do comportamento observado era estabelecida pela expectativa expressa no experimento a que estavam sujeitos: onde se esperava encontrar partículas, lá estavam elas, da mesma forma como ocorria onde se esperava encontrar a onda. Era como se o esperado se refletisse na experiência. Como se poderia conciliar o fato de que uma coisa podia ser duas ao mesmo tempo, e como manter a objetividade se o tipo de experimento, e conseqüentemente a expectativa do esperado, pareciam determinar um ou outro comportamento experimental? A solução foi dada por Niels Bohr ao elaborar o princípio da complementaridade. Ele estabelece que, embora mutuamente excludentes num dado instante, os dois comportamentos são igualmente necessários para a compreensão e a descrição dos fenômenos atômicos. O paradoxo é necessário. Ele aceita a discrepância lógica entre os dois aspectos extremos, mas igualmente complementares para uma descrição exaustiva de um fenômeno. No domínio do quantum não se pode ter uma objetividade completa...
Ruiu, assim, mais um pilar newtoniano-cartesiano, o mais básico, talvez: não se pode mais crer num universo determinístico, mecânico, no sentido clássico do termo. No nível subatômico não podemos afirmar que exista matéria em lugares definidos do espaço, mas que existem 'tendências a existir', e os eventos têm 'tendências a ocorrer'. É este o Princípio da Incerteza de Heisenberg".

________________


Uma partícula, que pensamos ser algo sólido, existe no que chamamos de superposição, espalhando uma onda de possíveis localizações, todas ao mesmo tempo. E quando você olha, ela passa a estar em apenas uma das possíveis posições.

O mundo tem várias formas de realidade em potencial, até você escolher a que quer. Pode-se estar em muitos lugares ao mesmo tempo, experimentando várias possibilidades, até elas convergirem para apenas uma.

Como um objeto pode ter dois estados ao mesmo tempo?

Ao invés de pensarmos nas coisas como possibilidades, temos o hábito de pensar que as coisas que nos cercam já são objetos que existem sem a minha contribuição, sem a minha escolha. Você precisa banir essa forma de pensar; tem que reconhecer que até o mundo material que nos cerca - as cadeiras, as mesas, as salas, os tapetes - não são nada além de possíveis movimentos da consciência. E eu estou escolhendo momentos nesses movimentos para manifestar minha experiência atual. É algo radical que precisamos compreender, mas é muito difícil, pois achamos que o mundo já existe independente da minha experiência.

Mas não é assim, e a física quântica é bem clara.

O próprio Eisenberg, depois da descoberta da física quântica, disse que os átomos não são objetos, são tendências. Ao invés de pensar em objetos, você deve pensar em possibilidades.

Tudo é possibilidade, subconscientemente!

Agora você pode ver em inúmeros laboratórios pelos EUA objetos que são suficientemente grandes para serem vistos a olho nu, e que estão em dois lugares simultaneamente. Pode-se até tirar uma foto disto. Suponho que se você mostrasse essa foto, as pessoas diriam "Legal, posso ver essa luz colorida, um pouco ali, um pouco aqui... é a foto de dois pontinhos, o que tem demais? Estou vendo duas coisas".

Não! É uma coisa só, em dois lugares ao mesmo tempo!

Acho que as pessoas não se impressionariam, pois acho que elas não acreditam. Não que digam que sou mentiroso, ou que os cientistas estão confusos. Acho que é tão misterioso que não dá para compreender o quão fantástico é. Todos viram Jornada nas Estrelas e o tele-transporte, então se perguntam "Mas e daí, o que isso quer dizer?" Mas temos que parar e pensar no que isso realmente significa. É o mesmo objeto e ele está em dois lugares ao mesmo tempo!

As pessoas trabalham, se aborrecem, almoçam, vão para casa e vivem a vida como se nada de especial estivesse acontecendo, pois é assim que se acostumaram; mas existe essa incrível mágica bem na sua frente.

A física quântica calcula apenas possibilidades.

Mas se aceitarmos isso, a questão passa a ser: que escolha temos que fazer dentre as possibilidades para iniciarmos o evento da experiência? Então vemos diretamente que a consciência tem que estar envolvida.

O observador não pode ser ignorado

Sabemos o que um observador faz no ponto de vista da física quântica, mas não sabemos quem e o que o observador é na verdade.

Temos tentado encontrar uma resposta.

Entramos na mente, usando todos os recursos que temos para acharmos algo que possa ser o observador. Mas não achamos nada no cérebro. Nada na região do córtex. Nada no subcórtex. Não identificamos um observador lá. Mas mesmo assim temos a sensação de sermos tais observadores, observando o mundo lá fora.

Seria esse o observador?

E por que é tão complicado entender esse mundo louco e estranho de partículas quânticas e o modo como reagem?

Esse seria então o observador?

Para mim o observador é o espírito que está dentro da nossa roupa biológica. É como o "fantasma na máquina". É a consciência que está dirigindo o veículo e observando os arredores. Uma camada interior da nossa roupa biológica, dotada de todos os tipos de sistemas para captarem assinaturas ao seu redor.

Washington D.C.

Chamada de "a capital do mundo em assassinatos", essa cidade recebeu um revelador experimento no verão de 1993. Quatro mil voluntários vieram de 100 países para uma meditação coletiva durante longos períodos do dia. Segundo o FBI, que patrocinou o evento, isso faria com que os crimes violentos caíssem em 25% naquele verão em Washington. O chefe de polícia foi à televisão dizer que o crime só diminuiria em 25% se "nevasse naquele verão".

No final a polícia se tornou colaboradora e autora desse estudo, pois o resultado foi exatamente uma queda de 25% nos crimes em Washington.

Isto poderia ser previsto com base em 48 estudos anteriores que já haviam sido feitos em menor escala. É algo que nos leva a imaginar que as pessoas estão afetando a realidade que vemos.

Muitas pessoas não afetam a realidade de forma consistente porque não acreditam que possam. Elas escrevem uma intenção e depois a apagam, pois acham que é tolice.

"Não consigo fazer isso"

Escrevem de novo e apagam. Isso tem um efeito muito pequeno, pois elas não acreditam que possam fazer isso.

Se você acreditar com todo seu ser que pode andar sobre a água, isso acontecerá.

É como pensamento positivo, que é um conceito maravilhoso. Mas geralmente temos uma névoa de pensamento positivo, cobrindo uma enorme massa de pensamento negativo.

Pensar positivo apenas disfarça o nosso pensamento negativo.

Quando pensamos em objetos, tornamos a realidade mais completa do que realmente ela é. É aí que você fica preso. Ficamos presos na uniformidade da realidade, pois se ela é completa e eu sou insignificante, não posso alterá-la. Mas, se a realidade é minha possibilidade - possibilidade da própria consciência - imediatamente perguntamos como podemos alterá-la, torná-la melhor, mais alegre.

É uma extensão da nossa imagem.

Nos pensamentos antigos, não podíamos mudar nada, pois não tínhamos papel na realidade. Ela já estava lá, feita de objetos que se moviam de acordo com leis. A matemática determinava como reagiriam em determinada situação. Nós não tínhamos papel algum.

Na nova visão da matemática nos mostra as possibilidades das reações que os objetos podem ter, mas não nos fornece a experiência real que teremos na consciência.

Eu que escolho tal experiência: Dessa forma eu crio minha própria realidade.

Pode parecer uma afirmação bombástica de alguém sem nenhum conhecimento de física, mas a física quântica está nos dizendo isto. Existem literalmente diferentes mundos onde vivemos. Há o mundo microscópico que vemos, o mundo das nossas células, o mundo dos nossos átomos... Eles possuem sua própria linguagem, sua própria matemática. E não são apenas pequenos. Cada um é totalmente diferente, mas se complementam, pois eu sou meus átomos, mas também sou minhas células. A minha fisiologia microscópica é verdadeira, só que em diferentes níveis. O nível de verdade mais profundo, descoberto pela ciência e filosofia, é a verdade fundamental da unidade.

No nível subnuclear mais profundo da nossa realidade, você e eu somos um só.

Transcrição de parte do filme Quem somos nós?

 

 

QUEM SOMOS NÓS? (What the bleep do we know)

Os mais renomados cientistas atuais apresentam um questionamento revolucionário sobre nossa forma de encarar o mundo.

Quanto mais estudamos a física quântica, mais misteriosa e fantástica se torna.

A física quântica, falando de uma maneira bem simples,é uma física de possibilidades.

A consciência é como um para-queda, só funciona aberta:

São questões pertinentes de como sentimos o mundo em relação a nós.

Será que existe uma diferença entre o modo de sentirmos o mundo e como ele realmente é?

Todas as épocas e gerações têm suas próprias suposições:

O mundo é plano, o mundo é redondo, etc.

Existem centenas de suposições que acreditamos verdadeiras.

Podem ser ou não...

Estamos presos a certos preceitos sem saber disso.

Veja que paradoxo.   Tanto o materialismo moderno quanto as religiões mais influentes e praticadas retiram das pessoas a necessidade de se sentirem responsáveis por suas vidas ! Aprofunde em http://www.padilla.adv.br/evoluir

Se levarmos a mecânica quântica a sério, veremos que ela coloca a responsabilidade nas nossas mãos e não nos dá respostas reconfortantes...

Por que continuamos recriando a mesma realidade?

Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?

Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente?

A ciência moderna ensina: O que acontece dentro de nós é que vai criar o que acontece fora.

A realidade física sólida só começa a existir quando colide com outro pedaço de realidade física.

Como parte desse momento, esse outro pedaço de realidade pode ser você ou eu...

Filósofos no passado diziam:

"Se eu chutar uma pedra e machucar o meu dedo é real. Estou sentindo, é vívido.“

Não significa que seja a realidade...

Não passa de uma experiência, a percepção dessa pessoa... Uma percepção do que é real. Experimentos científicos mostram que se conectarmos o cérebro de uma pessoa a computadores e scanners e pedirmos para olhar para determinados objetos, podemos ver certas partes do cérebro sendo ativadas.

Se pedirmos para fecharem os olhos e imaginarem o mesmo objeto, as mesmas áreas do cérebro se ativarão, como se estivessem vendo os objetos.

Então os cientistas se perguntam: quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos?

O que é a realidade?

É o que vemos com nosso cérebro?

Ou é o que vemos com nossos olhos?

A verdade é que o cérebro não sabe a diferença entre o que vê no ambiente e o que se lembra, pois os mesmos neurônios são ativados. Sobre a capacidade do cérebro de gerar energia capaz de provocar mudanças em http://www.padilla.adv.br/mistico/apometria/

Então devemos nos questionar, o que é realidade?

Do jeito que nosso cérebro funciona, só conseguimos ver o que acreditamos ser possível.

Nós criamos a realidade,de acordo com os padrões de associação que já existem dentro de nós, ou seja, através do condicionamento.

Então é possível que o mundo todo seja uma grande ilusão da qual não conseguimos sair para a verdadeira realidade?

Se estivermos ou não vivendo em um grande mundo virtual, é uma pergunta sem uma boa resposta, é um grande problema filosófico...

A física quântica calcula apenas possibilidades.

Em vez de pensarmos nas coisas como possibilidades, temos o hábito de pensar que os objetos que nos cercam, existem sem a nossa contribuição, sem a nossa escolha...

Você precisa banir essa forma de pensar; e reconhecer que no mundo material - as cadeiras, as mesas, as salas, os tapetes - não são nada além de possíveis movimentos da consciência.

E eu estou escolhendo momentos nesses movimentos para manifestar minha experiência atual.

É algo radical que precisamos compreender, mas é muito difícil, pois achamos que o mundo já existe independente da nossa experiência.

Não é assim, e a física quântica  é bem clara.

O próprio Heisenberg, depois da descoberta da física quântica, disse que os átomos não são objetos, são tendências.

Em vez de pensar em objetos, você deve pensar em  possibilidades.

Tudo é possibilidade subconscientemente!  Quer ver como você se ilude, a qualquer momento ? Conheça o princípio da dualidade, pelo qual nada é absoluto, tudo depende do ponto de vista, e espante-se com ilusões surpreendentes em http://www.padilla.adv.br/mistico/dualidade/

A todo o momento, as pessoas estão afetando a realidade que vemos.

Mas se elas não afetam a realidade de forma consistente, é porque não acreditam que possam fazê-lo.

Elas escrevem uma intenção e logo depois a apagam, pois acham que é tolice.

"Não consigo fazer isso".

Escrevem de novo e apagam.

Se você acreditar com todo o seu ser que pode andar sobre a água, isso acontecerá.

É como pensamento positivo, que é um conceito maravilhoso. Ocorre que geralmente temos apenas uma vaga névoa de pensamento positivo, cobrindo uma enorme massa de pensamento negativo.

Pensar positivo apenas disfarça o nosso pensamento negativo. Veja mais sobre a força do pensamento em  http://www.padilla.adv.br/mistico/pensene/

Quando pensamos em objetos, tornamos a realidade mais completa do que realmente ela é.

E é aí que você fica preso. Ficamos presos na uniformidade da realidade, pois se ela é completa e eu sou insignificante, não posso alterá-la.

Contudo, se a realidade é minha possibilidade - possibilidade da própria consciência – aí sim, podemos alterá-la ..

No pensamento antigo, não podíamos mudar nada, pois não tínhamos papel na realidade.

Ela já estava lá, feita de objetos que se moviam de acordo com certas leis. A matemática determinava como reagiriam em determinada situação. Nós não tínhamos papel algum ...

Na nova visão quântica, eu escolho a experiência:

Dessa forma eu crio minha própria realidade...

As pessoas continuam trabalhando, aborrecendo-se,  almoçando...

Elas vão para casa e vivem a “vidinha” como se nada de especial estivesse acontecendo, pois é assim que se acostumaram. Ainda não perceberam que existe essa incrível magia – que está ali, bem na sua frente, que elas fazem parte dela, e não a vêem.

A próxima onda de desenvolvimento tecnológico inicia por essa nova percepção.    Entenda melhor passeando pelas ondas de desenvolvimento em http://www.padilla.adv.br/mistico/ciencia/

Saiba mais sobre a incrível capacidade da água de sensibilidade aos padrões vibracionais comentada no filme em http://www.padilla.adv.br/saude/agua

No Filme “QUEM SOMOS NÓS?“ a atriz agraciada com Oscar Marlee Matlin, representa a fotógrafa Amanda numa fantástica experiência ao estilo de 'Alice no País das Maravilhas'. O cotidiano carente de inspiração literalmente começa a desenredar-se, revelando o mundo incerto de valores ocultos, encobertos por uma realidade alarmante, que a maioria de nós considera normal.  

Literalmente lançada em direção a um redemoinho de acontecimentos caóticos, enquanto os personagens que encontra durante esta odisséia revelam um conhecimento mais profundo e oculto, que jamais percebeu ou imaginaria desejar saber.

Como toda heroína,  é mergulhada numa crise, e passa a questionar as premissas fundamentais de sua vida. Aos poucos, ao receber informações,  percebe que a realidade na qual sempre acreditou, principalmente em relação aos homens, os relacionamentos com outras pessoas ou a maneira como seus sentimentos afetam seu trabalho, não faz parte, de fato, da vida real!!

À medida que aprende a relaxar vivendo essa experiência, torna-se capaz de dominar seus temores, adquire sabedoria e conquista a chave dos segredos de todas as idades, tudo isso, de uma forma muito divertida.

A partir daí,  já não é mais uma vítima das circunstâncias, porque a qualidade das informações que obteve a habilitou a tomar as melhores decisões, escolhendo caminho de ser a grande força criativa de sua própria vida.

Imagine um documentário sobre física quântica, aquele assunto cabuloso que poucas pessoas no mundo entendem completamente. Adicione uma generosa dose de misticismo e do caldo retire frases inextrincáveis como "Deus é uma superposição quântica e nosso livre arbítrio um efeito quântico" ou "Toda emoção é impressa holograficamente em nossas células". Assista o mega-sucesso "What the Bleep do We Know?", o filme-documentário mais visto até hoje nos EUA desde Michael Moore.

Os 14 cientistas de ponta e místicos entrevistados no filme-documentário,  destacando Amit Goswami, Andrew Newberg, Candace Pert, Daniel Monti, Fred Alan Wolf, Joseph Dispenza, William Tiller, Jeffrey Statinover, John Hagelin, David Albert, Miceal Ledwith RAMTHA Suart Hameroff, representam uma espécie de 'Coral Grego' dos tempos modernos. Funcionam como uma orquestra afinada: Suas idéias são entrelaçadas de forma a adicionar ênfase ainda maior ao conceito subliminar: a interconectividade de todas as coisas. No momento em que a teoria de Darwin "agoniza" e que a Física Quântica comprova a existência de uma força inteligente e superior, presente em tudo e todos, ligando cada partícula subatômica do universo de uma forma inexplicável. A "nova física" se une à religião [em seu significado mais puro], preparando-se para mudar nossas vidas de forma inimaginável, isto é, se quisermos. Por trazer à tona importantes questões suscitadas pelos novos descobrimentos da ciência "Bleep", marca o início de uma nova época porque é pura arte para pensar.

2005 96 min Diretor Betsy Chasse; Atores Elaine Hendrix, Marlee Matlin, Barry Newman, Robert Bailey Jr.

OLGA MENDONÇA formatou power point http://www.padilla.adv.br/evoluir/nos.pps

Em todo lugar as pessoas estão se organizando para assistir em grupo. Em São Paulo o filme foi apresentado na Ordem Rosacruz em São José dos Campos na Rua Ipanema número 200 Jardim Satélite no dia 15 de Julho as 19:30 h. com o Frater Professor Rubens Marinho, Chefe do Departamento de Física do ITA, falando sobre alguns aspectos da Mecânica Quântica e o Prof. Raimundo Bispo abordando os aspectos da psicanálise. Em Porto Alegre, houve uma sessão na Dolphin Tech que, em breve, repetirá a dose (Informa-se pelo site ou telefone (51) 33382888)

 

Leia Livros

Foram escritos milhões de livros, muitos são interessantes, mas não poderás ler nem um por cento deles. Veja uma lista dos cem livros mais importantes que foram produzidos até 2005 clicando aqui ó

 

 

   Novo Livro

   Dr. Nelson Spritzer

                             Ler Pessoas

   O que as pessoas dizem sem falar.

    "Sabe-se que o impacto da comunicação humana é de 55% para o corpo, postura e gestos, 38% para os sons e apenas 7% palavras. Apesar disso, temos muito mais livros sobre comunicação verbal do que a não verbal. O presente livro explica algumas raízes antropológicas, sociais e culturais e neuro evolutivas dos gestos mais comuns. Também faz uma análise prática dos grupos de gestos colocados nos seus contextos onde ocorrem. Gestos próprios e impróprios para negócios, vendas, comunicação em público, negociações bem sucedidas, persuasão e sedução (corte sexual) são abordados. Os gestos geneticamente determinados são destacados dos culturais. As "frases gestuais" e sua importância e os indicadores de incongruências (mentiras) também são destacados. Recomendações práticas de como se portar numa reunião de negócios, num ambiente social ou numa entrevista para conseguir um emprego são temas analisados. Muitos exemplos práticos das várias situações apresentadas facilita a compreensão das informações. Com a experiência acumulada de mais de duas décadas de observação e aconselhamento de pessoas e grupos em processos variados de comunicação e mudança, o Dr. Nelson Spritzer traz uma lúcida e atual abordagem sobre as relações entre os comportamentos externos e respectivos processos internos. O leitor poderá reconhecer mais facilmente o que se passa dentro da cabeça das pessoas ao seu redor a partir de uma melhor compreensão do que se passa fora delas, através de seus gestos e posturas."

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