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Nome  Padilla,  significado e origens:

Há várias versões sobre a origem do nome PADILLA que,  no Brasil, lemos normalmente:  PadiLa      porque a letra ele duplicada não altera a pronúncia no idioma Português;       lê-se “padlHa” no espanhol clássico,   e “padiJa” no espanhol platino (do entorno do Rio da Prata, no Uruguai e Argentina).      Uma das lendas refere ao artefato utilizado para cozinhar alimentos em fogo de chão.    Olhando rapidamente, lembra uma frigideira desproporcional;  seu tamanho é maior porque é utilizada para cozinhar quantidades relativamente grandes,  não raro para as refeições coletivas de uma grande família, ou de um vilarejo.   O cabo necessita ser comprido e grosso (forte) porque o cozimento acontece em fogo de chão e há de suportar peso.   Uma lenda refere a tal de João,  que carregava uma “padilla” na qual preparava um risoto, arroz com legumes e churrasco de carne de animais terrestres, a qual mais tarde teria originado a Paella à lê-se “paelha” no espanhol clássico, e “paeja” no espanhol platino (do entorno do Rio da Prata, no Uruguai e Argentina).      Diz-se que João era tão virtuoso na cozinha que se tornou conhecido como João Padilla e que “el Rey” outorgou-lhe título de nobreza, em cujo Brasão impôs a indefectível “padilla”, duplicada, por ser tão boa que valeria por duas.  Um cortesão assoprou que, em verdade, duas seriam pouco, que valeria por três. De verdade, em Burgos há uma estátua de João Padilla, cujos descendentes após o ano mil migraram (entre outros locais) para a Andaluzia, então sob influência árabe.

Essa estória deve ter algum fundo de verdade porque a Família Padilla justamente se espalhou pelo vértice do Mercosul,  hoje encontrada em duas dezenas de cidades,  no sul do Brasil, Uruguai, e Argentina, onde as tradições gaúchas se assentam sobre o churrasco, carne assada em fogo de chão, e do carreteiro, que vem a ser a Paella do gaúcho !    Veja a importância da cultura gaúcha clicando aqui

A história inicia quando Francisco (avô do Prof.Padilla), e seus 3 filhos mais velhos (entre eles Geronimo, pai do Prof.Padilla),  chegam de Jaén, então província de Andujar, na Andaluzia, Espanha, há quase um século. No 1º Encontro Familiar, dias 11 e 12/10/1998 em Rivera/Uruguai + Santana do Livramento/Brasil, reuniram-se quase todos os integrantes desse ramo familiar que soma mais de 200 viventes entre descendentes diretos e cônjuges. A “tia” Nury contou uma das outras histórias do nome.  O texto está no original espanhol notas (em azul) acreditando facilitar a compreensão do idioma castellaño. Para o texto totalmente traduzido, veja mais abaixo:

La Historia del Apellido Padilla

                           By Delia Nair Padilla Veja (Nury)

El apellido español Padilla aparece por primera vez en un documento del año 1159, en el que dice que Padilla empezó como apodo de un Gonzalo Padiella, pariente de la casa de Aza.

Padilla lleva la connotación de “sartén” (frigideira, vasilha de ferro de pouco fundo).  Desde el punto de vista de su etimologia, este apellido se deriva del latin “patella”, diminutivo de “patina”, com el significado de “fuente o cacerola”, palabra que en castellano antiguo se utilizaba para denominar una especie de horno para cocer el pan,  para después adaptar el significado arriba mencionado.

Variaciones dialectales de este apellido son Padiella, Padella y Paella (nonbre también de un plato típico valenciano que se cuece en una fuente grande redonda y no muy profunda,   que se assemeja a una sartén).

En España encontramos que este apellido procede de dos villas denominadas, Padilla de Arriba y Padilla de Abajo, que hay en el partido de Castrogeriz (Burgos),   y por lo tanto, es un apellido de origen toponímico.

Pedro de Padilla natural de Burgos pasó al Valle Rela de Leniz, del partido de Vergara (Guipuzcoa), y se estabeleció en el lugar de Bedona.

Descendientes de estos Padilla pasaron a Vizcaya, donde emparentaron com distinguidas familias del Señorio.

Un individuo notable com este apellido fue Juan de Padilla (1490–1521), militar español de la Guerra de los Comuneros contra el Emperador Carlos I de España y Carlos V de Alemania.

Rafael Fernández de Padilla y Parejo, Caballero de la Orden de Santiago y Administrador de bienes del estado en la ciudad de Córdoba;    com su esposa Isidra, prestó servicios humanitarios durante la epidemia del cólera en los años 1854 y 1855, y la Reina Isabel II le concedió el título de Castilla y de Conde de Casa Padilla para el y sus sucesores expediendose el Real despacho del 27 de Mayo de 1856.

 

ARMAS:

De azur, el jefe com tres lunas hacia abajo, en faja tres sartenes em palo, cada una siniestrada de una luna volteada, y en la base tres lunas hacia arriba, todo en plata.

TIMBRE:

Tres plumas de avestruz.

ORIGEN:          ESPAÑA

 

Brasão familiar é composto sobre fundo azul, com 3 “padillas” de cor cinza, em pé, cercadas de nove meias-luas na cor branca, sendo três meias-luas acima, três meias-luas abaixo, e três meias-luas à direita à

Os operadores do direito costumam utilizar a balança como símbolo da “Justiça” almejada. Sobre essa simbologia do ideal de justiça recomendamos nossa página de teses jurídicas, veja o link abaixo. Em 2001 criamos uma balança...

ß Utilizada também por alguns amigos, ex-alunos e admiradores,    apresenta os mesmos componentes essenciais do brasão familiar:  As 3 “padillas” e as nove meias-luas, mas todos na cor cinza,  para facilitar a visualização da balança.

Informações colhidas junto ao Instituto Heráldico Americano, em São Paulo, confirmam a lenda com fatos seguramente conhecidos, e posteriores. Alguns séculos depois da época do lendário João existia um lugar denominado Padilla,  em Miranda de Castro Xerez,  próximo de Burgos. De onde teria surgido esse nome, senão do lendário João?  Seguro que a  Família é antiga na Espanha, e que o sobrenome pode ser associado ao mencionado lugarejo denominado Padilla, próximo de Burgos, o qual foi povoado por Dom Pedro, o Cru, Rei de Portugal, que assumiu o trono em 1357, pelo casamento com Dona Maria Padilha: Em Portugal virou Padilha...  Essa família efetivamente é ligada à Casa Real Espanhola, e a todas da Europa, e dela houve quatro Mestres de Calatrava e um de Santiago e, durante muito tempo, o cargo de Adiantado-Mor de Castela. Passaram a Portugal na pessoa de Dom Bartolomeu Fernandes Padilha, escudeiro da casa de Dom João III, que teve o brasão de armas da família Padilla de Castela, e o direito à sucessão dos herdeiros, confirmados em 30 de abril de 1530 e 23 de Agosto de 1532, com as armas dos Padillas do reino de Castela por descenderem da linhagem pela parte de sua mãe.  O Cavalheiro da Ordem de Sant’Iago Cristóvão Fernandes Padilha, filho de Fernão Soeiro Fernandes Padilha, cavalheiro espanhol, casou com D. Ana de Miranda, filha de Pedro de Miranda, com quem teve Sebastião Padilha. Este, casou com D. Filipa Osório, filha de Belchior Osório e de Catarina Henriques, de cujo matrimônio nasceu Luís Padilha de Miranda, Cavalheiro da Ordem de Avis e provedor dos Coutos.  Diogo Fernandes Padilha foi pai de Lázaro Padilha, cavalheiro da Ordem de Cristo, que casou com D. Maria Ribeiro Salazar, filha de Gaspar Ribeiro de Arévalo, espanhol, e de Francisca de Cifuentes, de Castela. Deste casamento nasceu D. Bárbara de Padilha, que contraiu matrimônio com seu primo Luís Padilha de Miranda, acima referido, gerando os Haucourt Padilhas. O bispo de Maleca, D. João Ribeiro Caio, escreveu a seguinte quintilha dedicada a esta linhagem:

João da vieja Castilha

Maestros de Calatrava

Sancho Pedro Padilha

Senhor de Nenna brava

El Cid nacio nesta villa.

Começou como o apelido de Gonzalo Padilla, parente da casa de Aza.  Do ponto da vista de seu etimologia, o nome deriva do "patella" latino diminutivo do "patina", significando "fuente” ou “cacerola", em velho castelhano denominando uma espécie da fornalha para cozinhar o pão, para adaptar mais tarde o significado mencionado. As variações dialéticas são Padiella, Padella e Paella (nome também de uma placa de Valencia típica que cozinha em uma fonte grande redonda e não muito profundo, assemelhada a uma bandeja fritando). Na Espanha encontramos este último nome de duas Vilas denominadas de Padilla de Arriba e de Padilla de Abajo, próximas a Castrogeriz (Burgos), conseqüentemente último nome da origem do toponímico. Pedro de Padilla natural Burgos viajou ao vale Rela de Leniz, próximo à Vergara (Guipuzcoa), e estabeleceu no lugar de Bedona. Descendentes destes Padilla transferiram para Biscaia, onde se transformaram famílias distintas relacionadas do Señorio. o "Un individual nome do notável Juan de Padilla (1490-1521), militar espanhol da guerra do Comuneros contra o Imperador Carlos I da Espanha e Carlos V de Alemanha.   Rafael Fernandez de Padilla e Parejo dos Mas, que conquistou ou título do cavaleiro  da ordem de Santiago e de administrador de propriedades de governo na cidade de Cordova; COM sua esposa de Isidra, servida o humanitário durante a epidemia da raiva em 1854 e em 1855, e o reina Isabel II concedida ao título do castile e à contagem da casa de Padilla para e de seu expediendo próprio dos sucessores o escritório real dos 27 de maio de 1856."

 

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