Luiz Roberto Nuñesos PADilla

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Para realizar grandes sonhos [ necessitamos grandes sonhos. [Hans Seyle]

 

 

 

 

Aperfeiçoando para 1 Mundo Melhor

 

Conheças algumas de nossas páginas especiais como:

 

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Professor concursado da UFRGS  (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) leciona desde 1992 nos cursos de Direito (iniciou ministrando Processos de Falência e Concordatas, passando à Prática de Processo Civil, denominação alterada, em recente reforma curricular, para Prática Forense; Organização Judiciária) e Educação Física (sobre Processo Disciplinar Desportivo "Fundamentos de Direito e Legislação Desportiva").

                                         Atualmente, além de orientar trabalhos de conclusão de curso,  leciona TGP (Teoria Geral do Processo), Prática de Processo Civil, Pesquisa Jurisprudencial e Bibliográfica, e a mais nova disciplina do Curso, Direito Desportivo.

Iniciou na UFRGS como professor substituto, aprovado em 1º lugar em processo seletivo, em 1992, com validade de dois anos. Mas naquele mesmo ano participou de um dos mais concorridos concursos para professor da história da Faculdade: 47 candidatos inscritos !

Ao final - 15 aprovados com média igual ou superior a 7.

Valoradas as provas e títulos, empate técnico dos três primeiros colocados. Média final 9,33.

 

Iniciando atividades docentes

Iniciou atividades docentes em 1982 no Projeto Pericampus da Pró-Reitoria de Extensão da   UFRGS.

De 1989 a 1991 - mediante 1º lugar em concurso público de provas e títulos - lecionou TGP Teoria Geral do Processo, e Processo do Trabalho na Faculdade de Direito da Furg. A foto n início foi colhida durante curso de Extensão ministrado na cidade de Rio Grande

No intervalo, até retornar à Faculdade da Ufrgs como professor, lecionou Processo Civil nas 5 últimas turmas do Curso de Preparação à Magistratura do Trabalho da AMATRA-IV- antes de ser criada a FEMARGS - em 1991 - e em cursos de extensão em direito e na formação de árbitros desportivos.

 

 

Participou de conferências, simpósios, seminários, etc., como apresentador, debatedor, ou organizador. Ultimada a primeira parte da Reforma do CPC pelas 4 leis aditadas no dia de seu aniversário (14/dez) em 1994, logo após a entrada em vigor de todas leis e mais as que implementavam a Ação Monitária e o Juízo Arbitral, em outubro de 1995 organizou na UFRGS de concorrido Curso detalhando-a. A foto ao lado, foi colhida no ano 2000 em uma das Conferências.

 

Iniciou lides forenses em 1981, como estagiário, no SAJU, da Faculdade de Direito da Ufrgs, onde chegou a Coordenador.

 Em 1983, conquistou o título de Bacharel  na

. Mais tarde, em 1990, depois do curso regular, seminários, aulas, pesquisas e mais pesquisas, e muitos trabalhos, foi aprovado nas provas finais e didáticas do Mestrado em Direito da UFRGS coordenado pelo grande e inolvidável Prof. Dr. Clóvis Veríssimo do Couto e Silva, a cuja figura invulgar rende a homenagem de que, sem sua exigência e inspiração, não haveria o mais modesto brilho em nossa trilha acadêmica, salientando que o jurisconsulto deixou órfão a cadeira 42 da Academia Brasileira de Letras Jurídicas.

Os ex-alunos tem associações e grupos.

                                                    www.grupos.com.br/grupos/ufrgs1983direito

 

Embora acreditando que somos todos mestres e discípulos uns dos outros, sempre ensinando e aprendendo, aprendendo e ensinando temos orgulho + satisfação de continuar na Faculdade de Direito da UFRGS - desde 1977 e, nas festividades do centenário da Faculdade de Direito da Ufrgs em 17 de fevereiro de 2000, postar ao lado dos ex-professores.

prof. Padilla ao lado de seu ex-professor e atual Colega Dárcio Vieira Marques, que tb. exerce magistério em Passo Fundo, onde foi aluno do Deputado Aldo Pinto, à direita (foto em 16-11-1998 por Rebeca Axelrud)

 

Ingressando na Advocacia Pública

Em 1992 foi aprovado em concurso público de provas e títulos para Procurador do Estado; atuou na serra gaúcha até aceitar promoção para a classe final, em 1995, com lotação na PDPE - Procuradoria de Domínio Público Estadual, em Porto Alegre. Coordenou a Procuradoria de Caxias do Sul entre 1994 e 1995. Promovido, passou por todos estágios da carreira, chegando a Procurador do Estado Classe Superior. Criou os grupos de Intercâmbio de informações tanto dos procuradores gaúchos quanto em nível nacional:

   www.grupos.com.br/grupos/pge.rs                                                                                              www.grupos.com.br/grupos/anape

 

 

Especialização Acadêmica

 

Ainda na década de oitenta, especializando-se em direito processual civil, contribuiu com iniciativas legislativas e de evolução jurisprudencial, inclusive com trabalhos da Comissão da atualização do CPC.

Em fins de 1996, contabilizava 2 centenas de trabalhos publicados entre monografias, obras coletivas e periódicos jurídicos (listagem ao final), ensejando citações em obras biográficas e bibliográficas, como nos CPC's de Theotonio Negrão e Nelson Nery Jr., Who is Who in America, etc.

Membro do IARGS, da ABMCJ, e do IBAP, integra diversos organismos e comissões e constam anotações de invulgar proficiência (à esquerda, uma delas, mais de uma em diferentes gestões), menções de louvor e outras desse tipo nos assentos profissionais na OAB e PGE.

 

 

 

Membro efetivo e atuante do Instituto Brasileiro de Direito Processual

No início da década de noventa, colaborou com estudos do IBDP Instituto Brasileiro de Direito Processual  que capitaneou as Reformas dos Processos Civil e Penal. Dia 13-8-1997, Assembléia Geral realizada em Brasília acolheu proposta do prof. Padilla permitindo a criação, ainda naquele ano, da Seção do Rio Grande do Sul do Instituto de Direito Processual que, tendo à frente a dinâmica Desembargadora Berenice Dias, rapidamente acresceu centenas de gaúchos como membros da entidade que, há duas décadas, não apresentava crescimento no Estado.

O Instituto, apesar de criado na Faculdade de Direito da UFRGS durante o Congresso alusivo os dez anos do CPC em 1983, contabilizava entre centenas de membros apenas nove gaúchos, todos fundadores: Adroaldo Furtado Fabrício, Alcides de Mendonça Lima, Araken de Assis, Athos Gusmão Carneiro, Carlos Alberto Álvaro de Oliveira, Carlos Silveira Noronha, Galeno Lacerda, Ovídio A. Baptista da Silva e Teori Albino Zavazki, todos luminares da ciência jurídica:

Adroaldo Furtado Fabrício magistrado de carreira, aposentou-se como Desembargador. Suas notáveis obras, muitas premiadas, como o clássico sobre o procedimento sumaríssimo. Escreveu os Comentários ao CPC (procedimentos especiais) pela Ed. Forense. Os alunos do Mestrado da UFRGS tiveram – como o professor Padilla em 1988 e 1989, privilégio do seu convívio. Que Escola ! Dirigida Prof. Dr. Clóvis Veríssimo do Couto e Silva, um jurista completo: Profundo conhecedor do Direito material e processual. Escreveu tanto Comentários ao CPC (ed. Forense) quando várias obras de Direito Civil, sendo inclusive uma dos notáveis integrantes da Comissão que resultou na edição do Código Civil Brasileiro, aprovado em 2002. Ilustra o respeito que granjeava o Prof. Clóvis que, no início de 1992, já Mestre em Processo Civil pela PUC, um dos componentes desta lista disputou vaga e matriculou-se no Mestrado da UFRGS porque, dizia, residir na mesma cidade que o Prof. Clóvis e não aproveitar para ser seu aluno e abeberar-se em sua cultura era um desperdício. Lamentavelmente, ao final de 1992, o prof. Clovis faleceu precocemente logo após mais uma de suas incontáveis conferências, pelo mundo afora, nos vários idiomas que dominava e nos quais encantava as platéias, deixando vaga a cadeira 42 da Academia Brasileira de Letras Jurídicas.

Alcides de Mendonça Lima Professor em Pelotas, idealista da ciência jurídica, apesar de notáveis obras, até falecer poucos anos sobrevivia graças a uma ajuda de custo que a OAB institui na gestão do Madeira - please help: corrijam se estiver enganado. A minguada pensão do INSS não custeava sequer remédios para minorar a doença. Recebeu justas homenagens, como a inserida pela família Arruda Alvim na Revista de Processo 43, p.7-8.

Araken de Assis Desembargador do TJRGS, chegou à magistratura através do 5º Constitucional na época em que havia o Tribunal de Alçada no RGS e, segundo afirma, estavam os astros favoráveis. Certamente preocupado com o destino do Mestre Alcides, acima referido. Na hora da promoção ao TJRGS a dúvida era se concorria à vaga pelo 5º ou entre os Juízes de alçada. O Caso polêmico, OAB querendo que concorresse como juiz de carreira, o TJRGS querendo que concorresse pelo 5º, a discussão foi parar no Supremo, que depois de votar por 5x4 num sentido, em embargos mudou para 4x5. Mas os Deputados gaúchos resolveram o problema emendando a Constituição Estadual para unificar ambas Cortes. Seu notório conhecimento fazem dele um luminar da ciência processual. Sua lista de excelentes obras do só perde para sua enorme biblioteca, maior que a de Pontes de Miranda.

Athos Gusmão Carneiro chegou a merecida posição de Ministro do STJ desde sua instalação tendo, em Brasília, juntamente com o Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira, desempenhado importantíssimo papel nas reformas processuais. Quando Desembargador do TJRGS já demonstrava sua capacidade de elaboração de Leis, uma delas, o COJE, continua em vigor até hoje, passados alguns lustros. Escreveu obras notáveis, como os clássicos sobre intervenção de terceiros e audiência de instrução e julgamento. Em 1994, ao terminar seu contrato como professor substituto e já aprovado em concurso para o quadro efetivo, a nomeação do prof. Padilla aconteceu na vaga decorrente da aposentadoria do Prof. Athos e, por coincidência, na mesma data que constou do Diário Oficial,  Jornal do Comercio de Porto Alegre publicou no verso da contra capa do Segundo Caderno dois trabalhos sobre a então recentíssima reforma da liquidação de sentença e perícia no CPC, com visões distintas, mas convergentes sobre a inovação, de ambos professores processualistas. Athos, aposentado como Ministro, profere conferências, prolata pareceres, e persiste em sua labuta pelo aperfeiçoamento do Processo percorrendo os corredores do Congresso Nacional a busca de aprovação das alterações em curso.

Carlos Alberto Álvaro de Oliveira brilhante advogado, escreveu a quatro mãos com o Mestre e Decano Galeno Lacerda os mais aguardados Comentários ao CPC, no processo Cautelar. Antes de concluir seu doutorado, o que fez com o costumeiro brilho, teve seu Notório Saber  reconhecido formalmente pela UFRGS, assegurando-lhe concorrer e ser aprovado em primeiro lugar no concluso para Professor Titular em Processo na UFRGS, onde abrilhanta o Pós Graduação. Paralelamente, decidiu concorrer ao 5º Constitucional no TJRGS onde foi ungido a Desembargador do TJRGS numa das mais tranqüilas votações da história da Corte.

Carlos Silveira Noronha jurista completo, dos raros professores titulares em Direito Civil e Direito Processual Civil em atividade. Jubilado compulsoriamente pela idade, persiste lecionando como convidado, na graduação e pós-graduação da UFRGS. É considerado por seus pares um repositório da ciência jurídica.

Galeno Lacerda Desembargador jubilado do TJRGS pelo 5º Constitucional (quando só havia uma vaga) é considerado o decano dos processualistas gaúchos. Juntamente com o prof. Alcides de Mendonça Lima abalavam-se para São Paulo, na década de quarenta quando os transportes eram precários, até a Alameda Min.Rocha de Azevedo, residência de Enrico Tullio Liebman onde se reuniam com Alfredo Buzaid, Luis Eulálio Bueno de Vidigal, Arruda Alvim, Celso Neves, Moacir Lobo da Costa, Sidney Sanches, Xavier de Albuquerque, Ada Pellegrini Grinover, Cândido Rangel Dinamarco, Antonio Carlos de Araújo Cintra, José Ignácio Botelho de Mesquita, Waldemar Mariz de Oliveira Junior, e muitos outros no que Niceto Alcalá Zamora y Catillo ousou denominar de “Escola Paulista de Direito”, embora composta de diversas regiões brasileiras, como os gaúchos já citados, Egaz Moniz de Aragão e Ary Florência Guimarães do Paraná, Celso Agrícola Barbi e José Olympio de Castro de Minas Gerais, Barbosa Moreira e Uliezer Rosa do Rio de Janeiro, e Calmon de Passos da Bahia. A alusão do grande processualista mexicano merece ponderação de que o processo civil nasce como ciência na Alemanha de onde passa para a Itália. De lá, em meio a uma grande geração de processualistas como Chiovenda, Carnellutti, Calamendrei, o jovem Liebman, fugindo das agruras da guerra e perseguição aos judeus,  traz sementes vigorosas para o Brasil. Não é a toa que o art.244 do CPC é considerada a norma processual de mais bela redação em todo globo,  ou que o Brasil possui hoje o processo civil com a legislação mais moderna, que não para de ser copiada em diversas partes do Mundo. A exemplo de Lieman, em São Paulo, Mestre Galeno criou a “escola porto-alegrense de direito”, reunindo em seu escritório na Padre Chagas alguns citados aqui e muitos mais nas manhãs de sábado na interminável busca do saber.

Ovídio A. Baptista da Silva Professor Titular da UFRGS jubilado, criador do PGD da PUC, foi o primeiro a falar em antecipação de tutela quando o assunto era apenas cogitado na Itália, fato ainda a merecer, de parte do Instituto Brasileiro, justas homenagens. Em suas obras doutrinárias consegue abordar com notável clareza tópicos complexos em meio a uma avalanche de informações que sua cultura enciclopédica nos brinda, muito embora a falta de comunicação entre os processualista e uma tendência a polemizar, aparentemente herdada dos Italianos, tenha ensejado causos memoráveis. Certas críticas doutrinárias contra obra ultrapassada e já revista pelo autor foram estopim de folclóricas sessões de julgamento onde pessoas apinhavam-se nos corredores para assistir. Antes que incautos culpem Liebman por trazer a tendência à polêmica da Itália, ressalvemos que Enrico Tullio era um gentleman. Durante sua estada no Brasil recebeu vultosas ofertas para patrocinar causas, que sempre recusou em respeito à hospitalidade brasileira. Limitava-se a dar pareceres e sempre com invulgar escrúpulo. Certa feita, em 1941, mesmo divergindo da conclusão subscrita por advogado paulista, recusou dar parecer em contrário, ponto de vista registrado muitos anos mais tarde na edição brasileira de Eficácia e autoridade da sentença.

Teori Albinio Zavazcki Ministro do STJ, depois de Presidir do TRF-4ª R., professor da UFRGS, foi rasgadamente elogiado pelo decano dos processualistas gaúchos na mais concorrida conferência do II Simpósio Nacional de Direito Civil e Procesual Civil, na manhã de sábado 6.6.1992, quando lotavam o Salão de Atos e Plenarinho da UFRGS mais de 1600 ouvintes. Galeno Lacerda fazendo acompanhar suas palavras de gestos fortes disse rasgar o que contrariamente escreveu nos seus Comentários sobre a natureza do mandado de segurança contra ato judicial.

Entre 1983 a 1993 - embora a quantidade de estudiosos da Ciência Processual no Estado do Rio Grande do Sul - nenhum gaúcho foi admitido no Instituto. Era inexpressiva a participação de gaúchos, e o processo estava desarticulado no Estado. Um único membro ingressou no instituto em dez anos. E o ingresso deve ser creditado à intensa correspondência que o prof. Padilla mantinha, há anos, com expoentes da processualística de outros Estados, tendo sido do saudoso Prof. Dr. Edson Gonçalves Prata a iniciativa de sua inclusão como membro em Assembléia Geral do Instituto em 1993, acompanhado do Prof. Dr. Sérgio Bermudes.

Em 1995, no Congresso do IBDP em Brasília, o Rio Grande do Sul possuía a maior delegação em quantidade de membros.  Apesar de nosso Estado ser muito mais distantes que Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e, até mesmo Bahia, RS superava em quantidade e qualidade de estudiosos de processo inscritos no Congresso.  Perdíamos apenas para a sede, Brasília, e para a imbatível São Paulo. Contudo, o RS continuava com apenas 9 membros "jurássicos" fundadores, e o novato, perdido em meio aos "figurões".

Porque a baixa representatividade gaúcha no Instituto ?

O Estatuto do IBDP exige apresentação dos candidatos por dois membros e havia, vamos dizer, certas rivalidades entre alguns ilustres processualistas – em certos casos com notória hostilidade. Obviamente, incapazes de se articular para apresentar novos membros ou movimentar o Instituto... Mesmo os que não participavam das hostilidades buscavam manter uma posição "orbital", eqüidistante, temendo serem sugados para meio do conflito. Além disto, as Diretorias Regionais eram nomeadas pela Diretoria Nacional. Naquele contexto hostil, escolha de um nome era exclusão dos demais. Inoperante, e permeada pelas rivalidades, a processualística gaúcha crescia em qualidade, mas não possuía qualquer articulação no Instituto Brasileiro cuja existência era ignorada por 90% dos gaúchos.

Os Diretores do instituto, Profª Drª Ada Pelegrini Grinover, Presidente, Prof.Drª Thereza Celina Arruda Alvim Wambier, Vice-Presidente, o Prof.Dr. Carlos Alberto Carmona, mais tarde Presidente, foram convencidos pelo “novato” e na Assembléia Geral do IBDP em 13-8-1997 aproveitando a convocação para alteração estatutária, acolhendo sugestão do jovem prof. Padilla passou a permitir a administração regional por "Diretorias Executivas" ombreadas por um "Conselho Diretor", permitindo colocar no Conselho todos figurões, neutralizando a rivalidade.

Na mesma oportunidade, com apoio do Profs. Drs. Nelson Nery Jr. & Luiz Wambier prof.Padilla já apresentou alguns gaúchos para sócios do IBDP, todos Professores de Direito Processual e presentes ao Congresso de Direito Processual que acontecia durante toda semana em Brasília: Ademir Fernandes Gonçalves (então Coordenador Processo na PUC-RS), Ana Luiza Carvalho Ferreira, Berenice Dias (então ainda Juíza de Alçada em campanha para ser promovida à Desembargadora; história ilustrada por apenas 2 banheiros no andar do Pleno motivo, dizem, da resistência em admitir mulheres na Corte – tanto que após Berenice ingressar – e um dos banheiros de Desembargador passar a feminino, em poucos anos o TJRS passou a contar com dezenas de Desembargadoras), Darci Guimarães Ribeiro,  Dulce Helena Coelho Klein,   Marco Aurélio Bortowski,  Maria Cristina de Oliveira Silva e Ricardo de Oliveira Silva (Procurador de Justiça), todos estudiosos e professores de processo civil, alguns com obras notáveis. Também foi indicado o Prof.Dr. Antonio Janyr Dall Agnol Jr. ausente à assembléia, mas presente ao Congresso o qual, mais tarde, agradeceu à lembrança informando sua admissão já haver sido sugerida. Mas o fato é que seu nome não constava da relação completa de dos membros titulares do IBDP divulgada na publicação oficial do Instituto, a Revista de Processo (editora RT), em 1997, volume 85, págs. 2 e 3.

A mudança do Estatuto permitiu superar o impasse e impulsionar o Instituto. Retornando ao Estado, enviamos carta circular a todos Diretores de Departamentos de Processo das então 26 Faculdades de Direito do Estado pedindo informar a todos professores de Processo Civil estruturação do Instituto de Direito Processual  no RS, encaminhando modelo da ficha de inscrição. A seguir, repassamos todo material à Desembargadora Berenice que, como sua costumeira habilidade, aglomerou alguns dos novos membros e outros, candidatos a membros, e marcaram reunião na sede da Ajuris à qual urgência de última hora impediu de comparecer - o que talvez tenha sido confundido com desinteresse. Provavelmente pela pressa, o prof. Padilla e outros Colegas terminamos não sendo convocados para reuniões seguintes e para a Assembléia onde foi formalmente eleita a Diretoria Executiva Regional.

Conforme previmos na proposta aprovada em agosto de 1997, a Diretoria Executiva regional foi preenchida com pessoas recém ingressas nos quadros e os "figurões" - sócios originais do Instituto - foram justamente "figurar" no "Conselho Diretor" - Adroaldo Furtado Fabricio, Alcides de Mendonça Lima (que a seguir faleceu), Athos Gusmão Carneiro, Galeno Lacerda, e Ovídio Baptista da Silva.

Ausentes, no Conselho Diretor, apenas três dos membros fundadores: Araken de Assis, Carlos Alberto Álvaro de Oliveira e Carlos Silveira Noronha. Os dois primeiros foram convidados, mas declinaram, preocupados em preservar respeitosa distância dos seus ex-professores. Com relação ao professor Carlos Silveira Noronha, membro fundador desde 1983, e notório repositório do conhecimento jurídico, que não podia ficar de fora do Conselho, houve um esquecimento dos organizadores, creditável à pressa.

Em 2000 o Instituto Brasileiro de Direito Processual alterou seus estatutos extinguindo as Diretorias Executivas Regionais restando, de positivo, duas centenas de membros gaúchos como fruto das sementes lançadas pelo prof. Padilla em 1997.

 

Doutorado em Direito

Atualmente, o prof. Padilla é aluno do programa de Doutorado em Direito pela USC, Universidade de Santiago de Compostela, Espanha. Concluiu todos créditos, de seminários e aulas, apresentou os trabalhos e foi considerado com “suficiência investigatória”, em intensa produção intelectual com defesa de tese planejada para o ano 2004.

 

Universidade de Santiago de Compostela

Compostela é uma corruptela de Campos Estelares.

Após a morte do Mestre Jesus, o Apóstolo Tiago (muito mais tarde Santo Tiago), foi pregar na atual Espanha onde foi desbravador, o primeiro evangelizador.  Brilhante, apareceu demais, começou a tornar-se muito importante e prestigiado em Jerusalém, o que  desagradou os sacerdotes,  que incitaram o Rei Heródes a o condenar à morte.  No ano 44 seu corpo teria sido transladado para a Espanha e esquecido.

Passaram-se os séculos e - uma noite - um monge avistou um feixe de estrelas que parecia cair da Via Láctea num determinado ponto da Galiléia que, constatou depois, era o local do túmulo do Apóstolo.

Era o ano 813, um domingo, dia 25 de Xulho.

Hoje, quando 25 de Xulho (assim que se escreve em Galego, idioma oficial na Galícia, região de Santiago de Compostela) coincide com domingo, as comemorações que já são grandes em Santiago ficam enormes...

Mas sobre o corpo do Apóstolo, foi reencontrado quase 8 séculos depois coberto de conchas - e as conchas tornaram-se o símbolo del camino.

A chuva de estrelas que indicou o local onde estava o corpo - e onde hoje está enterrado - deu nome à ciudad:

Campo Indicado pelas Estrelas - Campos Stellae - CamposSttelae - Campostella - Compostela

Essa opção pelo Doutorado em Compostela, revela razões intuitivas...

 

 

 

As origens da Família Padilla cruzam com as dos "Caminhos de Santiago".

 

 

Retomando hábito de escrever artigos e trabalhos mais profundos - abandonado nos últimos anos de separação, divorciado, re-vivenciando adolescência tardia (longuíssima história, coisa de giga bites, não cabe nesta home page...) e, retomando comunicações com amigos e parentes, constatamos na história da família Padilla, escrita pela tia Nury para o primeiro encontro familiar, que o caminho de Santiago de Compostela guarda relações com a chegada da família à Andaluzia.

 

 

O primeiro encontro familiar aconteceu dia 12 de outubro de 1998, em Rivera, Uruguai. Seguiram-se encontros familiares em Porto Alegre (10 de outubro de 1999) e Santa Maria (out/2000). Lamentavelmente, o próximo encontro será privado a presença física de Wolmer, recentemente falecido. O jornalista Paulo Sant'Anna, notório cronista da vida PortoAlegrense, dedicou uma coluna para registrar a característica alegria familiar do primo - que deixou o mundo dos vivos entristecido com sua partida (Zero Hora, 19-fev-2001 verso da contracapa)

 

 

Os avôs paternos, Francisco Padilla Cobo y Dolores Prat Ballejo, juntamente com o pai, Geronimo Padilla, chegaram ao novo continente há mais de cem anos... À esquerda, flagrante de 1999 dos 3 filhos de Geronimo Padilla (1896-1969): Nilson Viamonte Padilla(1930),  Luiz Roberto Nuñesos Padilla (1958), e Edy Padilla Adegas(1926).

 

No ano 1159, o nome español Padilla aparece pela primera vez em documento, referindo que:

"... empezó como apodo de un Gonzalo Padiella, pariente de la casa de Aza".

Padilla equivale à "sartén" uma espécie de frigideira, vasilha de ferro grande relativamente rasa mas de longo cabo usada para cozinhar ao ar livre, em fogueiras no chão, nas quais se faziam as primeira Paellas. Em pesquisa que realizamos, João é apontado como referencial mais antigo da família, por volta do ano mil, hábil no uso da Padilla, passou a ser assim chamado, João Padilla, e ganhou título de nobreza. Em Burgos, onde teria vivido, há um busto de João  Padilla

"Desde el punto de vista de su etimologia, este apellido se deriva del latin "patella", diminutivo de "patina", com el significado de "fuente o cacerola", palabra que en castellano antiguo se utilizaba para denominar una especie de horno para cocer el pan, para después adaptar el significado arriba mencionado."

"Variaciones dialectales de este apellido son Padiella, Padella y Paella (nonbre también de un plato típico valenciano que se cuece en una fuente grande redonda y no muy profunda, que se assemeja a una sartén).

"En España encontramos que este apellido procede de dos villas denominadas, Padilla de Arriba y Padilla de Abajo, que hay en el partido de Castrogeriz (Burgos), y por lo tanto, es un apellido de origen toponímico.

"Pedro de Padilla natural de Burgos pasó al Valle Rela de Leniz, del partido de Vergara (Guipuzcoa), y se estabeleció en el lugar de Bedona.

"Descendientes de estos Padilla pasaron a Vizcaya, donde emparentaron com distinguidas familias del Señorio.

"Un individuo notable com este apellido fue Juan de Padilla (1490-1521), militar español de la Guerra de los Comuneros contra el Emperador Carlos I de España y Carlos V de Alemania.

"Mas foi Rafael Fernández de Padilla y Parejo, que conquistou o título de Caballero de la Orden de Santiago y Administrador de bienes del estado en la ciudad de Córdoba; com su esposa Isidra, prestó servicios humanitarios durante la epidemia del cólera en los años 1854 y 1855, y la Reina Isabel II le concedió el título de Castilla y de Conde de Casa Padilla para el y sus sucesores expediendose el Real despacho del 27 de Mayo de 1856."

 

 

 

 

 Texto da tia Nury Padilla, escrito em 1998.

Na foto, è os avôs paternos, Francisco Padilla Cobo y Dolores Prat Ballejo, juntamente com nosso pai, Geronimo Padilla, e 6 irmãos e 5 irmãs.

 

 

 

 

E... p terceiro milênio ?

è Seria (mesmo ?) uma

Odisséia no E s p a ç o ?

è

Na terra ?

        

.......M i s t i c i s m o

e ciência caminham para mesmo destino...

è Onde haverá espaço para todos !

Interessado no misticismo do Universo, em 1978 iniciamos estudos formais na AMORC è Antiga e Mística Ordem RosaCruz.

O Amadurecimento emocional alcançado após os 40 anos, permitiu retomar e aprofundar estes estudos, desenvolvendo trabalhos na área assistencial e espiritual.

 

Até a maturidade emocional, atravessamos uma formação cultural "multifária", uma impulsividade reveladora de insatisfação e ansiedade, mas com componentes do desejo de aprender sobre tudo, reforçadas pelas dificuldades no desenvolvimento afetivo-emocional que nos fizeram naquela fase um leitor compulsivo. Esse mecanismo de fuga da realidade foi fator importante para absorver conhecimentos que hoje são imprescindíveis. Faltava a habilidade de lidar com tantas informações, inteligência emocional. (Na foto ao lado, Marina aponta a Ponta da Sepultura em Bombinhas-SC onde descobriu poder ver peixinhos no fundo do mar)

 

 No ano de 1998 conjugaram-se fatores que permitiram alcançar nova concepção de desenvolvimento. Reflexão, análise, descobertas, projetos - como o de escrever sobre essa complicada existência para que nossa experiência seja útil, permitindo outros possam superar as mesmas dificuldades mais rapidamente... Colocar para fora todas informações absorvidas exige organização e revolução na forma de viver.

A transformação prosseguiu em 1999 e 2000.

Foi estabelecido o ponto de partida para a "teoria geral do tudo e do nada" - o nome provisório do "Rolismo", trocadilho infame com holismo...

 ç Marina, no seu primeiro dia de aula, com o papai)

Na verdade, sob pseudônimo de "o errado que deu certo" - a idéia era reescrever a "teoria da relatividade" para a aplicar não propriamente à ciência, mas à filosofia, religião e antropologias, relacionando-as com o conhecimento do universo, sua criação e funcionamento.

 

Esse interesse por tudo, e que nasceu cedo, hoje é motivado pelo colorido das filhas Marina Padilla (nascida em 24-8-1992 - na foto maior, acima à esquerda, está de rosa)

e Angela (na foto acima, a menorzinha, com bico), e por muitos sobrinhos e afilhados (como Rafael e Natália Azevedo Sombrio acima), e outros entes queridos, amigos, familiares (como Valkiria, a Eny, Vanessa, Rafaela & Brenda à esquerda; Brenda aparece também mais uma vez à direita na montagem de fotos, superpondo imagens de Lucas e Thomas).

 

O exercício da expressão escrita foi adquirido em duas décadas atuando como operador do è no mundo jurídico onde a linguagem escrita é o instrumento...

 

A expressão oral e didática elaboradas em 10 anos de magistério jurídico superior e defesas orais. Tudo se soma à expressão artística è Ao lado, "Por do sol " - Um dentre dezenas de desenho a bico de pena realizados na década de setenta

  Há uma forte "pitada" de curiosidade insaciável, quase 40 anos indagando porque?  Mas porque do porque?  E porque do porque do porque ?

Tudo isto conduziu a um crescente intercâmbio de idéias e informações, facilitados pela internet.

Divulgamos idéias próprias ou editadas, com a pitada do bom humor característico da família.

Algumas das listas temáticas que criamos e administramos possuem dezenas de milhares de listeiros, que retransmitem as mensagens, e contabilizam centenas de MILHÕES de acessos. Vejas mais sobre as listas e os Grupos clicando aqui.

 

 

 

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   Espanha e Família Padilla

   Karate e Artes Marciais

   Místico (Importante fator de desenvolvimento pessoal)

------------ Importante fator de desenvolvimento pessoal

O aprendizado de técnicas de defesa pessoal das artes marciais orientais iniciado em maio de 1975 assegurou atravessar os turbulentos caminhos da vida, ainda mais tortuosos para quem sofre pesadas emoções como a de ser afastado da mãe e do pai,  ainda na infância. O Caminho do Guerreiro permitiu sobreviver e preservar bons valores, alcançando maturidade emocional na virada dos quarenta anos.  Na foto, aniversário de 2 anos, último registro do convívio encerrado no ano seguinte.

Já trilhava o Caminho do Guerreiro há muito tempo quando, em 1996, em Los Angeles, deparei-me com o livro de Howard Reid e Michael Croucher nascido das pesquisas empreendidas para filmagem de uma série de 8 documentários para a BBC britânica, sobre grandes mestres da Índia,   da China,  do Japão e das Filipinas descortinando o fascinante panorama das artes marciais em diversas modalidades:

  

Kalaripayit                Marma Adi

Kung-Fu                                        Hsing-I

Pa-Kua                T'ai-Chi                Bojutsu

Aikido            Kendo                    Naguinata-Dô

Eskrima                        Shorinji             Kempo

Ilustrado em todos capítulos, é livro essencial para os entusiastas das artes marciais, fascinando a todos intrigados pelo paradoxo implícito na idéia de que a pratica de uma habilidade mortal auxilia a alcançar a iluminação espiritual - ou seja, em ultima instância, um caminho de preparação para luta que permite alcançar a paz interior. Por isto entusiasma saber que, em 2003, foi lançado em Português pela editora Cultrix

 

   Auxílio Acadêmico indicações para estudantes e roteiro de estudo

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   Teses publicadas contém em ordem alfabética o acesso a cada um dos + de 200 trabalhos publicados desde a década de oitenta, com os textos completos publicados, que vem sendo acrescidos de comentários e atualizações. No início da página, destacamos os temas atuais.

A figura invulgar do inolvidável mestre Prof. Dr. Clóvis Veríssimo do Couto e Silva, rendemos homenagem porque sem sua exigência e inspiração não haveria o mais modesto brilho em nossa trilha acadêmica.

Direito Desportivo

Teoria Geral do Processo

 Lutando pela dignidade na Advocacia Pública

 Membro efetivo e atuante do Instituto Brasileiro de Direito Processual

 Doutorado em Direito

Intercâmbio de idéias e informações, idéias próprias ou editadas, em listas temáticas que criamos e administramos algumas com dezenas de milhares de listeiros, e contabilizando centenas de MILHÕES de acessos. Vejas mais sobre as listas e os Grupos clique em qualquer local deste quatro.    

 

 

 

Página em construção* desde 14 de dezembro de 2003 quando operacionalizado domínio próprio (www.padilla.adv.br) foi instalado um NOVO contador de visitas (do zero) atualmente em Contador    * Aperfeiçoar para construir um Mundo Melhor.

Na época da formatação deste endereço com pretensões de definitivo,   as páginas pessoais criadas pelo Professor Padilla como http://pessoal.portoweb.com.br/padilla, http://pessoal.osite.com.br/~padillaluiz, http://pessoal.mandic.com.br/~padillaluiz,    http://www.direito.ufrgs.br/pessoais/padilla/   http://virtual.pt.fortunecity.com/virus/52/, ou    http://pessoal.osite.com.br/~padillaluiz, etc     somavam 3.278 visitações

Nessa mesma época,  as páginas temáticas criadas pelo Professor Padilla nos Grupos,  alcançavam  136.703.104 visitas.               Para conhecer as Páginas e Grupos Temáticos cliques aqui.

Somando as visitas das páginas pessoais com as Temáticas, em novembro de 2003 alcançavamos a impressionante marca de 136.706.382 visitas.

Na soma, não foram consideradas as visitas nas páginas criadas em outros sítios de Internet como yahoo, http://nossogrupo.abril.com.br extinto em dezembro de 2003, etc.

 

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