Luiz Roberto Nuñesos
PADilla
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Professor concursado da UFRGS
(Universidade Federal do Rio Grande do
Sul) leciona
desde 1992 nos cursos de Direito (iniciou ministrando Processos de
Falência e Concordatas, passando à Prática de Processo Civil, denominação
alterada, em recente reforma curricular, para Prática Forense; Organização
Judiciária) e
Educação Física (sobre
Processo
Disciplinar Desportivo "Fundamentos de Direito e Legislação
Desportiva").
Atualmente, além de orientar trabalhos de conclusão de curso, leciona TGP (Teoria Geral do Processo), Prática de Processo Civil, Pesquisa
Jurisprudencial e Bibliográfica, e a mais nova disciplina do Curso, Direito Desportivo.

Iniciou
na UFRGS como professor substituto, aprovado em 1º lugar em processo seletivo,
em 1992, com validade de dois anos. Mas naquele mesmo ano participou de um dos
mais concorridos concursos para professor da história da Faculdade: 47
candidatos inscritos !
Ao
final - 15 aprovados com média igual ou superior a 7.
Valoradas
as provas e títulos, empate técnico dos três primeiros colocados. Média final
9,33.
Iniciando atividades docentes
Iniciou
atividades docentes em 1982 no Projeto Pericampus
da Pró-Reitoria de Extensão da
UFRGS.
De
1989 a 1991 - mediante 1º lugar em concurso público de provas e títulos -
lecionou TGP Teoria Geral do Processo,
e Processo do Trabalho na Faculdade de Direito da Furg.
A foto n início foi colhida durante curso de Extensão ministrado
na cidade de Rio Grande
No
intervalo, até retornar à Faculdade da Ufrgs como professor, lecionou Processo
Civil nas 5 últimas turmas do Curso de Preparação à Magistratura do
Trabalho da AMATRA-IV- antes de ser criada a FEMARGS - em 1991 - e em cursos de
extensão em direito e na formação de árbitros desportivos.
Participou de conferências,
simpósios, seminários, etc., como apresentador, debatedor, ou organizador.
Ultimada a primeira parte da Reforma do CPC pelas 4 leis aditadas no dia de seu
aniversário (14/dez) em 1994, logo após a
entrada em vigor de todas leis e mais as que implementavam a
Ação Monitária e o Juízo Arbitral, em outubro de 1995
organizou na UFRGS de concorrido Curso detalhando-a. A foto ao lado, foi colhida no ano 2000
em uma das Conferências.
Iniciou
lides forenses em 1981, como estagiário, no SAJU, da Faculdade de Direito da
Ufrgs, onde chegou a Coordenador.
Em
1983, conquistou o título de Bacharel na 
.
Mais tarde, em 1990,
depois do curso regular, seminários, aulas, pesquisas e mais pesquisas, e
muitos trabalhos, foi aprovado nas provas finais e didáticas do Mestrado em
Direito da UFRGS coordenado pelo grande e inolvidável Prof. Dr. Clóvis Veríssimo do Couto e Silva,
a cuja figura invulgar rende a homenagem de que, sem sua exigência e inspiração,
não haveria o mais modesto brilho em nossa trilha acadêmica, salientando que o
jurisconsulto deixou órfão a cadeira 42 da Academia Brasileira de Letras
Jurídicas.
Os ex-alunos tem associações e grupos.

www.grupos.com.br/grupos/ufrgs1983direito
Embora acreditando que somos todos mestres e discípulos uns dos outros, sempre
ensinando e aprendendo, aprendendo e ensinando temos orgulho +
satisfação de continuar na Faculdade de Direito da UFRGS - desde 1977 e, nas
festividades do centenário da Faculdade de Direito da Ufrgs em 17 de fevereiro
de 2000, postar ao lado dos ex-professores.
prof. Padilla ao lado de seu ex-professor e atual
Colega Dárcio Vieira Marques, que tb.
exerce magistério em Passo Fundo, onde foi aluno do Deputado Aldo Pinto,
à direita (foto em 16-11-1998 por Rebeca Axelrud)
Ingressando na Advocacia
Pública
Em
1992 foi aprovado em concurso público de provas e títulos para Procurador do
Estado; atuou na serra gaúcha até aceitar promoção
para a classe final, em 1995, com lotação
na PDPE - Procuradoria de Domínio Público
Estadual, em Porto Alegre. Coordenou a Procuradoria de Caxias do Sul entre 1994
e 1995. Promovido, passou
por todos estágios da carreira, chegando a Procurador do Estado
Classe Superior. Criou os grupos de Intercâmbio de informações tanto dos
procuradores gaúchos quanto em nível nacional:
www.grupos.com.br/grupos/pge.rs
www.grupos.com.br/grupos/anape
Especialização
Acadêmica
Ainda
na década de oitenta, especializando-se em direito processual civil, contribuiu
com iniciativas legislativas e de evolução jurisprudencial, inclusive com
trabalhos da Comissão da atualização do CPC.
Em
fins de 1996, contabilizava 2 centenas de trabalhos publicados entre monografias, obras coletivas e periódicos jurídicos (listagem ao final), ensejando citações
em obras biográficas e bibliográficas, como nos CPC's
de Theotonio Negrão e Nelson Nery Jr., Who is Who in America, etc.
Membro
do IARGS, da ABMCJ, e do IBAP, integra diversos organismos e comissões e
constam anotações de invulgar proficiência (à esquerda, uma delas, mais de uma em diferentes gestões), menções de louvor e outras desse tipo nos
assentos profissionais na OAB e PGE.
Membro efetivo e atuante do
Instituto Brasileiro de Direito Processual
No
início da década de noventa, colaborou com estudos do IBDP Instituto
Brasileiro de
Direito Processual que capitaneou as Reformas dos Processos Civil
e Penal. Dia 13-8-1997, Assembléia Geral realizada em Brasília acolheu proposta
do prof. Padilla permitindo a criação, ainda naquele
ano, da Seção do Rio
Grande do Sul do Instituto de
Direito Processual que, tendo à frente a dinâmica Desembargadora Berenice Dias, rapidamente acresceu centenas de gaúchos
como membros da entidade que, há duas décadas, não apresentava crescimento no
Estado.
O Instituto,
apesar de criado na Faculdade de Direito da UFRGS durante o Congresso alusivo
os dez anos do CPC em 1983, contabilizava entre centenas de membros
apenas nove gaúchos, todos fundadores: Adroaldo Furtado Fabrício,
Alcides de Mendonça Lima, Araken de Assis, Athos Gusmão Carneiro, Carlos Alberto Álvaro de Oliveira,
Carlos Silveira Noronha, Galeno Lacerda, Ovídio A. Baptista da Silva e Teori Albino Zavazki, todos
luminares da ciência jurídica:
Adroaldo Furtado Fabrício magistrado de
carreira, aposentou-se como Desembargador. Suas notáveis obras, muitas
premiadas, como o clássico sobre o procedimento sumaríssimo. Escreveu os Comentários ao CPC (procedimentos
especiais) pela Ed. Forense. Os alunos do Mestrado da UFRGS tiveram – como o
professor Padilla em 1988 e 1989, privilégio do seu
convívio. Que Escola ! Dirigida Prof. Dr. Clóvis
Veríssimo do Couto e Silva, um jurista completo: Profundo
conhecedor do Direito material e processual. Escreveu tanto Comentários ao CPC
(ed. Forense) quando várias obras de Direito Civil, sendo inclusive uma dos
notáveis integrantes da Comissão que resultou na edição do Código Civil
Brasileiro, aprovado em 2002. Ilustra o respeito que granjeava o Prof. Clóvis que, no início de 1992, já Mestre em Processo
Civil pela PUC, um dos componentes desta lista disputou vaga e matriculou-se no
Mestrado da UFRGS porque, dizia, residir na mesma cidade que o Prof. Clóvis e
não aproveitar para ser seu aluno e abeberar-se em sua cultura era um
desperdício. Lamentavelmente, ao final de 1992, o prof.
Clovis faleceu precocemente logo após mais uma de suas incontáveis
conferências, pelo mundo afora, nos vários idiomas que dominava e nos quais
encantava as platéias, deixando vaga a cadeira 42 da Academia Brasileira de
Letras Jurídicas.
Alcides
de Mendonça Lima Professor
em Pelotas, idealista da ciência jurídica, apesar de notáveis obras, até
falecer há poucos anos sobrevivia graças a uma ajuda
de custo que a OAB institui na gestão do Madeira - please help: corrijam se estiver enganado. A minguada pensão do INSS não
custeava sequer remédios para minorar a doença. Recebeu justas homenagens, como
a inserida pela família Arruda Alvim na
Revista de Processo 43, p.7-8.
Araken de Assis Desembargador
do TJRGS, chegou à magistratura através do 5º Constitucional na época em que
havia o Tribunal de Alçada no RGS e, segundo afirma, estavam os astros favoráveis. Certamente preocupado
com o destino do Mestre Alcides, acima referido. Na hora da promoção ao TJRGS a dúvida era se concorria à vaga pelo 5º ou entre os Juízes
de alçada. O Caso polêmico, OAB querendo que concorresse como juiz de carreira,
o TJRGS querendo que concorresse pelo 5º, a discussão foi parar no Supremo, que
depois de votar por 5x4 num sentido, em embargos mudou para 4x5. Mas os
Deputados gaúchos resolveram o problema emendando a Constituição Estadual para
unificar ambas Cortes. Seu notório conhecimento fazem
dele um luminar da ciência processual. Sua lista de excelentes obras do só
perde para sua enorme biblioteca, maior que a de Pontes de Miranda.
Athos Gusmão Carneiro chegou a merecida posição de Ministro do STJ desde sua instalação
tendo, em Brasília, juntamente com o Ministro Sálvio de Figueiredo Teixeira,
desempenhado importantíssimo papel nas reformas processuais. Quando
Desembargador do TJRGS já demonstrava sua capacidade de elaboração de Leis, uma
delas, o COJE, continua em vigor até hoje, passados alguns lustros. Escreveu
obras notáveis, como os clássicos sobre intervenção de terceiros e audiência de
instrução e julgamento. Em 1994, ao terminar seu contrato como professor
substituto e já aprovado em concurso para
o quadro efetivo, a nomeação do prof. Padilla aconteceu na vaga decorrente da aposentadoria do
Prof. Athos e, por coincidência, na mesma data que
constou do Diário Oficial, Jornal do
Comercio de Porto Alegre publicou no verso da contra capa do Segundo Caderno
dois trabalhos sobre a então recentíssima
reforma da liquidação de sentença e perícia no CPC, com visões distintas,
mas convergentes sobre a inovação, de ambos professores processualistas. Athos, aposentado como Ministro, profere conferências,
prolata pareceres, e persiste em sua labuta pelo aperfeiçoamento do Processo
percorrendo os corredores do Congresso Nacional a busca de aprovação das
alterações em curso.
Carlos
Alberto Álvaro de Oliveira brilhante advogado, escreveu a quatro mãos com o
Mestre e Decano Galeno Lacerda os mais aguardados Comentários ao CPC, no
processo Cautelar. Antes de concluir seu doutorado, o que fez com o costumeiro
brilho, teve seu Notório Saber
reconhecido formalmente pela UFRGS, assegurando-lhe concorrer e ser
aprovado em primeiro lugar no concluso para Professor Titular em Processo na
UFRGS, onde abrilhanta o Pós Graduação. Paralelamente, decidiu concorrer ao 5º
Constitucional no TJRGS onde foi ungido a Desembargador do TJRGS numa das mais
tranqüilas votações da história da Corte.
Carlos
Silveira Noronha jurista
completo, dos raros professores titulares em Direito Civil e Direito Processual
Civil em atividade. Jubilado compulsoriamente pela idade, persiste lecionando
como convidado, na graduação e pós-graduação da UFRGS. É considerado por seus
pares um repositório da ciência jurídica.
Galeno
Lacerda Desembargador
jubilado do TJRGS pelo 5º
Constitucional (quando só havia uma vaga) é considerado o decano dos processualistas
gaúchos. Juntamente com o prof. Alcides de Mendonça
Lima abalavam-se para São Paulo, na década de quarenta quando os transportes
eram precários, até a Alameda Min.Rocha de Azevedo, residência de Enrico Tullio Liebman onde se reuniam
com Alfredo Buzaid, Luis Eulálio Bueno de Vidigal,
Arruda Alvim, Celso Neves, Moacir Lobo da Costa, Sidney Sanches, Xavier de
Albuquerque, Ada Pellegrini Grinover, Cândido Rangel Dinamarco, Antonio Carlos de Araújo Cintra, José Ignácio
Botelho de Mesquita, Waldemar Mariz de Oliveira
Junior, e muitos outros no que Niceto Alcalá Zamora y Catillo ousou denominar de “Escola Paulista de Direito”, embora composta de diversas regiões
brasileiras, como os gaúchos já citados, Egaz Moniz de Aragão e Ary Florência Guimarães do Paraná, Celso
Agrícola Barbi e José Olympio de Castro de Minas
Gerais, Barbosa Moreira e Uliezer Rosa do Rio de
Janeiro, e Calmon de Passos da Bahia. A alusão do grande processualista
mexicano merece ponderação de que o processo civil nasce como ciência na Alemanha de onde passa para a Itália. De lá, em
meio a uma grande geração de processualistas como Chiovenda,
Carnellutti, Calamendrei, o
jovem Liebman, fugindo das agruras da guerra e
perseguição aos judeus, traz sementes
vigorosas para o Brasil. Não é a toa que o art.244 do CPC é considerada a norma
processual de mais bela redação em todo globo,
ou que o Brasil possui hoje o processo civil com a legislação mais
moderna, que não para de ser copiada em diversas partes do Mundo. A exemplo de Lieman, em São Paulo, Mestre Galeno criou a “escola porto-alegrense de direito”,
reunindo em seu escritório na Padre Chagas alguns
citados aqui e muitos mais nas manhãs de sábado na interminável busca do saber.
Ovídio
A. Baptista da Silva Professor Titular da UFRGS jubilado, criador do PGD da
PUC, foi o primeiro a falar em
antecipação de tutela quando o assunto era apenas cogitado na Itália, fato
ainda a merecer, de parte do Instituto Brasileiro, justas homenagens. Em suas
obras doutrinárias consegue abordar com notável clareza tópicos complexos em
meio a uma avalanche de informações que sua cultura enciclopédica nos brinda,
muito embora a falta de comunicação entre os processualista e uma tendência a
polemizar, aparentemente herdada dos Italianos, tenha ensejado causos memoráveis. Certas críticas
doutrinárias contra obra ultrapassada e já revista pelo autor foram estopim de
folclóricas sessões de julgamento onde pessoas apinhavam-se nos corredores para
assistir. Antes que incautos culpem Liebman por
trazer a tendência à polêmica da Itália, ressalvemos que Enrico Tullio era um gentleman.
Durante sua estada no Brasil recebeu vultosas ofertas para patrocinar causas,
que sempre recusou em respeito à hospitalidade brasileira. Limitava-se a dar
pareceres e sempre com invulgar escrúpulo. Certa feita, em 1941, mesmo
divergindo da conclusão subscrita por advogado paulista, recusou dar parecer em
contrário, ponto de vista registrado muitos anos mais
tarde na edição brasileira de Eficácia e
autoridade da sentença.
Teori Albinio Zavazcki Ministro do STJ, depois de Presidir do TRF-4ª R., professor da UFRGS, foi rasgadamente elogiado pelo decano dos
processualistas gaúchos na mais concorrida
conferência do II Simpósio Nacional de
Direito Civil e Procesual Civil, na manhã de sábado
6.6.1992, quando lotavam o Salão de Atos e Plenarinho
da UFRGS mais de 1600 ouvintes. Galeno Lacerda fazendo acompanhar suas palavras
de gestos fortes disse rasgar o que contrariamente escreveu nos seus
Comentários sobre a natureza do mandado de segurança contra ato judicial.
Entre
1983 a 1993 - embora a quantidade de estudiosos da Ciência Processual no Estado
do Rio Grande do Sul - nenhum gaúcho foi admitido no Instituto. Era inexpressiva a
participação de gaúchos, e o processo estava desarticulado no Estado. Um único membro ingressou no instituto
em dez anos. E o ingresso deve ser creditado à intensa correspondência que o prof. Padilla mantinha, há anos,
com expoentes da processualística de outros Estados, tendo sido do saudoso Prof. Dr. Edson Gonçalves Prata a iniciativa de sua inclusão como
membro em Assembléia Geral do Instituto em 1993, acompanhado do Prof. Dr. Sérgio
Bermudes.
Em
1995, no Congresso do IBDP em Brasília, o Rio Grande do Sul possuía a maior
delegação em quantidade de membros. Apesar
de nosso Estado ser muito mais distantes que Minas
Gerais, Rio de Janeiro, Paraná e, até mesmo Bahia, RS superava em quantidade e
qualidade de estudiosos de processo inscritos no Congresso. Perdíamos apenas para a sede, Brasília, e
para a imbatível São Paulo. Contudo, o RS continuava com apenas 9 membros "jurássicos" fundadores, e o
novato, perdido em meio aos "figurões".
Porque
a baixa representatividade gaúcha no Instituto ?
O Estatuto do IBDP exige apresentação
dos candidatos por dois membros e havia, vamos dizer, certas rivalidades
entre alguns ilustres processualistas – em certos casos com notória
hostilidade. Obviamente, incapazes de se articular para apresentar novos
membros ou movimentar o Instituto... Mesmo os que não participavam das
hostilidades buscavam manter uma posição "orbital", eqüidistante, temendo serem sugados para meio do
conflito. Além disto, as Diretorias Regionais eram nomeadas
pela Diretoria Nacional. Naquele contexto hostil,
escolha de um nome era exclusão dos demais. Inoperante, e permeada pelas
rivalidades, a processualística gaúcha crescia em qualidade, mas não possuía
qualquer articulação no Instituto Brasileiro cuja existência era ignorada por
90% dos gaúchos.
Os Diretores do instituto, Profª Drª Ada Pelegrini Grinover, Presidente, Prof.Drª Thereza Celina Arruda Alvim Wambier, Vice-Presidente, o Prof.Dr. Carlos Alberto Carmona, mais tarde Presidente, foram convencidos pelo “novato” e na Assembléia Geral do IBDP em 13-8-1997 aproveitando a convocação para
alteração estatutária, acolhendo sugestão do jovem prof. Padilla
passou a permitir a administração regional por "Diretorias
Executivas" ombreadas por um "Conselho Diretor", permitindo colocar no Conselho todos
figurões, neutralizando a rivalidade.
Na
mesma oportunidade, com apoio do Profs. Drs. Nelson Nery Jr. & Luiz Wambier
prof.Padilla já apresentou alguns gaúchos para sócios do IBDP,
todos Professores de Direito Processual e presentes ao Congresso de Direito Processual que acontecia durante toda semana
em Brasília: Ademir Fernandes Gonçalves (então Coordenador
Processo na PUC-RS), Ana Luiza Carvalho Ferreira, Mª Berenice Dias (então ainda Juíza de
Alçada em campanha para ser promovida à Desembargadora; história ilustrada por apenas 2 banheiros no
andar do Pleno motivo, dizem, da
resistência em admitir mulheres na Corte – tanto que após Berenice ingressar –
e um dos banheiros de Desembargador passar a feminino, em poucos anos o TJRS
passou a contar com dezenas de Desembargadoras), Darci
Guimarães Ribeiro, Dulce Helena Coelho Klein, Marco
Aurélio Bortowski, Maria Cristina
de Oliveira Silva e Ricardo de Oliveira Silva (Procurador de Justiça), todos estudiosos e professores de
processo civil, alguns com obras notáveis.
Também foi indicado o Prof.Dr.
Antonio
Janyr Dall Agnol Jr.
ausente à assembléia, mas presente ao Congresso o qual, mais tarde, agradeceu à
lembrança informando sua admissão já haver sido sugerida. Mas o fato é que seu
nome não constava da relação completa de dos membros titulares do IBDP
divulgada na publicação oficial do Instituto, a Revista de Processo (editora RT), em 1997, volume 85, págs. 2 e 3.
A
mudança do Estatuto permitiu superar o impasse e impulsionar o Instituto.
Retornando ao Estado, enviamos carta circular a todos Diretores de
Departamentos de Processo das então 26 Faculdades de Direito do Estado pedindo
informar a todos professores de Processo Civil estruturação do Instituto de
Direito Processual no RS, encaminhando
modelo da ficha de inscrição. A seguir, repassamos todo material à Desembargadora Berenice que, como sua costumeira
habilidade, aglomerou alguns dos novos membros e outros, candidatos a
membros, e marcaram reunião na sede da Ajuris à qual urgência de última
hora impediu de comparecer - o que talvez tenha sido confundido com desinteresse.
Provavelmente pela pressa, o prof. Padilla
e outros Colegas terminamos não sendo convocados para reuniões seguintes e para
a Assembléia onde foi formalmente eleita a Diretoria Executiva Regional.
Conforme
previmos na proposta aprovada em agosto de 1997, a Diretoria Executiva regional
foi preenchida com pessoas recém ingressas nos quadros e os "figurões"
- sócios originais do Instituto - foram justamente "figurar" no
"Conselho Diretor" - Adroaldo Furtado Fabricio, Alcides de Mendonça Lima (que a seguir faleceu), Athos Gusmão
Carneiro, Galeno Lacerda, e Ovídio Baptista da Silva.
Ausentes,
no Conselho Diretor, apenas três dos membros fundadores: Araken
de Assis, Carlos
Alberto
Álvaro de Oliveira e Carlos Silveira Noronha. Os dois primeiros foram convidados,
mas declinaram, preocupados em preservar respeitosa distância dos seus
ex-professores. Com relação ao professor Carlos Silveira Noronha, membro
fundador desde 1983, e notório repositório do conhecimento jurídico, que não
podia ficar de fora do Conselho, houve um esquecimento dos organizadores, creditável à
pressa.
Em
2000 o Instituto Brasileiro de Direito Processual alterou seus estatutos
extinguindo as Diretorias Executivas
Regionais restando, de positivo, duas centenas de membros gaúchos como fruto
das sementes lançadas pelo prof. Padilla
em 1997.
Doutorado em Direito
Atualmente,
o prof. Padilla é aluno do
programa de Doutorado em Direito pela USC, Universidade de Santiago de Compostela, Espanha. Concluiu todos créditos, de seminários
e aulas, apresentou os trabalhos e foi considerado com “suficiência
investigatória”, em intensa produção intelectual com defesa de tese planejada
para o ano 2004.
Universidade de Santiago de Compostela
Compostela é uma corruptela de Campos Estelares.
Após a morte do
Mestre Jesus, o Apóstolo Tiago (muito mais tarde Santo Tiago),
foi pregar na atual Espanha onde foi desbravador, o primeiro
evangelizador. Brilhante, apareceu
demais, começou a tornar-se muito importante e prestigiado em
Jerusalém, o que desagradou os
sacerdotes, que incitaram o Rei Heródes a o condenar à morte. No ano 44 seu corpo teria sido transladado
para a Espanha e esquecido.
Passaram-se os
séculos e - uma noite - um monge avistou um feixe de estrelas que parecia cair
da Via Láctea num determinado ponto da Galiléia que,
constatou depois, era o local do túmulo do Apóstolo.
Era o ano 813, um
domingo, dia 25 de Xulho.
Hoje, quando 25
de Xulho (assim que se escreve em Galego,
idioma oficial na Galícia, região de Santiago de Compostela) coincide com domingo,
as comemorações que já são grandes em Santiago ficam enormes...
Mas sobre o corpo
do Apóstolo, foi reencontrado quase 8 séculos depois coberto
de conchas - e as conchas tornaram-se o símbolo del camino.
A chuva de
estrelas que indicou o local onde estava o corpo - e onde hoje está enterrado -
deu nome à ciudad:
Campo Indicado pelas Estrelas - Campos Stellae - CamposSttelae - Campostella - Compostela
Essa opção pelo
Doutorado em Compostela, revela razões intuitivas...

As origens da Família Padilla cruzam com as dos "Caminhos de Santiago".
Retomando
hábito de escrever artigos e trabalhos mais profundos - abandonado nos últimos
anos de separação, divorciado, re-vivenciando adolescência tardia (longuíssima
história, coisa de giga bites,
não cabe nesta home page...)
e, retomando comunicações com amigos e parentes, constatamos na história da
família Padilla, escrita pela tia Nury para o primeiro encontro familiar, que o
caminho de Santiago de Compostela guarda relações com
a chegada da família à Andaluzia.
O primeiro encontro familiar aconteceu dia 12 de
outubro de 1998, em Rivera, Uruguai. Seguiram-se
encontros familiares em Porto Alegre (10 de outubro de 1999) e Santa Maria (out/2000). Lamentavelmente, o próximo encontro será privado
a presença física de Wolmer, recentemente falecido. O
jornalista Paulo Sant'Anna, notório cronista da vida PortoAlegrense, dedicou uma coluna para registrar a
característica alegria familiar do primo - que deixou o mundo dos vivos
entristecido com sua partida (Zero Hora, 19-fev-2001 verso da contracapa)
Os avôs paternos, Francisco
Padilla Cobo y Dolores
Prat Ballejo, juntamente
com o pai, Geronimo Padilla,
chegaram ao novo continente há mais de cem anos... À esquerda, flagrante de 1999 dos 3 filhos de Geronimo
Padilla (1896-1969):
Nilson Viamonte Padilla(1930), Luiz
Roberto Nuñesos Padilla (1958), e Edy Padilla
Adegas(1926).
No ano 1159, o
nome español Padilla
aparece pela primera vez em documento, referindo que:
"... empezó como apodo de un Gonzalo Padiella, pariente de la casa de Aza".
Padilla equivale à "sartén" uma espécie de
frigideira, vasilha de ferro grande relativamente rasa mas de longo cabo usada
para cozinhar ao ar livre, em fogueiras no chão, nas quais se faziam as primeira Paellas. Em pesquisa que
realizamos, João é apontado como referencial mais antigo da família, por volta
do ano mil, hábil no uso da Padilla, passou a ser
assim chamado, João Padilla, e ganhou título de
nobreza. Em Burgos, onde teria vivido, há um busto de João Padilla
"Desde el punto de vista de su etimologia, este apellido se
deriva del latin "patella", diminutivo
de "patina", com el significado de "fuente o cacerola", palabra que en castellano antiguo se utilizaba para denominar una especie
de horno para cocer el pan, para después adaptar el significado arriba mencionado."
"Variaciones dialectales
de este apellido son Padiella, Padella y Paella (nonbre también de un plato
típico valenciano que se cuece en
una fuente grande redonda y no muy
profunda, que se assemeja a una sartén).
"En España
encontramos que este apellido procede de dos villas denominadas, Padilla
de Arriba y Padilla de Abajo, que hay en el partido de Castrogeriz (Burgos), y por lo
tanto, es un apellido de origen toponímico.
"Pedro de Padilla natural de Burgos pasó al Valle Rela de Leniz, del partido de Vergara (Guipuzcoa),
y se estabeleció en el lugar de Bedona.
"Descendientes de estos
Padilla pasaron a Vizcaya, donde emparentaron
com distinguidas familias del
Señorio.
"Un individuo notable
com este apellido fue Juan
de Padilla (1490-1521), militar español
de la Guerra de los Comuneros contra el Emperador Carlos I de España y
Carlos V de Alemania.
"Mas foi Rafael
Fernández de Padilla y Parejo,
que conquistou o título de Caballero de la
Orden de Santiago y Administrador de bienes del estado en la ciudad
de Córdoba; com su esposa Isidra,
prestó servicios humanitarios durante la epidemia del cólera en los
años 1854 y 1855, y la
Reina Isabel II le concedió
el título de Castilla y
de Conde de Casa Padilla para el
y sus sucesores expediendose
el Real despacho del 27 de Mayo de 1856."
Texto da tia Nury Padilla, escrito em 1998.
Na foto, è os avôs
paternos, Francisco Padilla Cobo
y Dolores Prat Ballejo, juntamente
com nosso pai, Geronimo Padilla,
e 6 irmãos e 5 irmãs.
E... p terceiro milênio ?
è Seria (mesmo ?) uma
Odisséia no E s p a ç o ?
Na terra ?

.......M i s t i c i s m o
e ciência caminham para mesmo
destino...
è Onde haverá espaço para todos !
Interessado no misticismo do Universo, em 1978 iniciamos estudos
formais na AMORC è Antiga e Mística Ordem RosaCruz.
O Amadurecimento emocional alcançado após os 40 anos, permitiu retomar
e aprofundar estes estudos, desenvolvendo trabalhos na área assistencial e
espiritual.

Até
a maturidade emocional, atravessamos uma formação cultural "multifária",
uma impulsividade reveladora de insatisfação e ansiedade, mas com componentes
do desejo de aprender sobre tudo, reforçadas pelas dificuldades no
desenvolvimento afetivo-emocional que nos fizeram naquela fase um leitor
compulsivo. Esse mecanismo de fuga da realidade foi fator importante para absorver
conhecimentos que hoje são imprescindíveis. Faltava a habilidade de lidar com
tantas informações, inteligência emocional. (Na foto ao lado, Marina aponta a Ponta da Sepultura em
Bombinhas-SC onde descobriu poder ver peixinhos no
fundo do mar)
No
ano de 1998 conjugaram-se fatores que permitiram alcançar nova concepção de
desenvolvimento. Reflexão, análise, descobertas, projetos - como o de escrever
sobre essa complicada existência para que nossa experiência seja útil,
permitindo outros possam superar as mesmas dificuldades mais rapidamente... Colocar
para fora todas informações absorvidas exige organização e revolução na
forma de viver.
A
transformação prosseguiu em 1999 e 2000.
Foi
estabelecido o ponto de partida para a "teoria geral do tudo e do
nada" - o nome provisório do "Rolismo",
trocadilho infame com holismo...
ç
Marina, no seu primeiro dia de
aula, com o papai)
Na
verdade, sob pseudônimo de "o errado que deu certo" - a idéia
era reescrever a "teoria da relatividade" para a aplicar não propriamente
à ciência, mas à filosofia, religião e antropologias, relacionando-as com o
conhecimento do universo, sua criação e funcionamento.
Esse interesse por tudo, e que nasceu cedo,
hoje é motivado pelo colorido das filhas Marina Padilla (nascida
em 24-8-1992 - na foto maior, acima à esquerda, está de rosa)
e Angela (na foto acima, a menorzinha, com bico), e por muitos sobrinhos
e afilhados (como Rafael e Natália Azevedo Sombrio acima), e outros entes
queridos, amigos, familiares (como Valkiria, a Vó
Eny, Vanessa, Rafaela & Brenda
à esquerda; Brenda aparece também mais uma vez à
direita na montagem de fotos, superpondo imagens de Lucas e Thomas).
O
exercício da expressão escrita foi adquirido em duas décadas atuando como
operador do è no mundo jurídico
onde a linguagem escrita é o instrumento...
A
expressão oral e didática elaboradas em 10 anos de magistério jurídico superior
e defesas orais. Tudo se soma à expressão artística è Ao lado, "Por do sol " - Um dentre dezenas
de desenho a bico de pena realizados na década de setenta
Há uma forte "pitada" de
curiosidade insaciável, quase 40 anos indagando porque? Mas porque do porque? E porque do porque do porque ?
Tudo
isto conduziu a um crescente intercâmbio de idéias e informações, facilitados
pela internet.
Divulgamos
idéias próprias ou editadas, com a pitada do bom humor característico da
família.
Algumas das listas temáticas que criamos e administramos
possuem dezenas de milhares de listeiros, que retransmitem as mensagens, e
contabilizam centenas de MILHÕES de acessos. Vejas mais sobre as listas e os
Grupos clicando aqui.
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Apresentação completa do Professor
Mais sobre a Faculdade de Direito da UFRGS e sua história
Invulgar proficiência na advocacia e
outros reconhecimentos
Importante papel na história do
IBDP Instituto Brasileiro de Direito
Processual no Rio Grande do Sul
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Místico (Importante fator de desenvolvimento pessoal)
------------ Importante
fator de desenvolvimento pessoal
O
aprendizado de técnicas de defesa pessoal das artes marciais orientais iniciado
em
maio de 1975
assegurou atravessar os turbulentos caminhos da vida, ainda mais tortuosos para
quem sofre pesadas emoções como a de ser afastado da mãe e do pai, ainda
na infância. O Caminho do Guerreiro permitiu
sobreviver e preservar bons valores, alcançando maturidade emocional na virada
dos quarenta anos. Na foto, aniversário de 2 anos, último registro do convívio
encerrado no ano seguinte.
Já trilhava o Caminho do Guerreiro há muito tempo quando, em 1996, em Los Angeles, deparei-me com o livro de Howard Reid e Michael Croucher nascido das pesquisas empreendidas para filmagem de uma série de 8 documentários para a BBC britânica, sobre grandes mestres da Índia, da China, do Japão e das Filipinas descortinando o fascinante panorama das artes marciais em diversas modalidades:
Kalaripayit
Marma Adi
Kung-Fu
Hsing-I
Pa-Kua T'ai-Chi Bojutsu
Aikido Kendo Naguinata-Dô
Eskrima Shorinji Kempo
Ilustrado em todos capítulos, é livro essencial para os entusiastas das artes marciais, fascinando a todos intrigados pelo paradoxo implícito na idéia de que a pratica de uma habilidade mortal auxilia a alcançar a iluminação espiritual - ou seja, em ultima instância, um caminho de preparação para luta que permite alcançar a paz interior. Por isto entusiasma saber que, em 2003, foi lançado em Português pela editora Cultrix
Auxílio Acadêmico indicações para estudantes e roteiro de estudo
Teses publicadas contém em
ordem alfabética o acesso a cada um dos + de 200 trabalhos publicados desde a
década de oitenta, com os textos completos publicados, que vem sendo acrescidos
de comentários e atualizações. No início da página, destacamos os temas atuais.
A figura invulgar do inolvidável mestre Prof. Dr. Clóvis Veríssimo do Couto e Silva,
rendemos homenagem porque sem sua exigência e inspiração não haveria o mais
modesto brilho em nossa trilha acadêmica.
Lutando pela dignidade
na Advocacia Pública
Membro efetivo e
atuante do Instituto Brasileiro de Direito Processual
Página em construção* desde 14
de dezembro de 2003 quando operacionalizado domínio próprio (www.padilla.adv.br) foi instalado
um NOVO contador de visitas (do zero) atualmente em * Aperfeiçoar para
construir um Mundo Melhor.
Na época da
formatação deste endereço com pretensões
de definitivo, as páginas
pessoais criadas pelo Professor Padilla como http://pessoal.portoweb.com.br/padilla,
http://pessoal.osite.com.br/~padillaluiz,
http://pessoal.mandic.com.br/~padillaluiz, http://www.direito.ufrgs.br/pessoais/padilla/, http://virtual.pt.fortunecity.com/virus/52/,
ou http://pessoal.osite.com.br/~padillaluiz
Nessa mesma
época, as páginas temáticas criadas pelo
Professor Padilla nos Grupos, alcançavam 136.703.104 visitas. Para conhecer as Páginas e Grupos Temáticos
cliques aqui.
Somando as visitas das páginas pessoais com as Temáticas, em novembro de 2003
alcançavamos a impressionante marca de 136.706.382 visitas.
Na soma, não foram consideradas as visitas nas páginas criadas em outros sítios de Internet como yahoo, http://nossogrupo.abril.com.br extinto em dezembro de 2003, etc.
Travessa São Jacó nº 39 / 305 cep 90520320 Porto Alegre RS Brasil
Para a localização na
cidade vejas o
mapa
Telefones Código Internacional +55 - Código de Área Nacional +51 ( 33.25.26.18 e (2333.716.79 (Fax+Vox)