Teoria Geral dos Processos:  Página em permanente construção* como nós!

Interdisciplinar Teoria Geral dos Processos:

O processo é um conjunto contextualizado, no qual há uma estrutura (how to) e uma Caixa de texto: A acultura da superficialidade inviabiliza o pleno funcionamento do sistema jurídico, mediante falsas crenças e valores invertidos. Ilustram isso a não aplicação de princípios processuais importantes, como os da Sucumbência e a Lealdade
Conjugado ao cacoete de procurar motivos para extinguir e evitar ter que examinar todos fundamentos e provas, resultou na encenação jurisdicional.
O cotidiano forense transformou-se em um pirandeliano cosi è, se vi pare, na qual a acultura da superficialidade admite qualquer pretexto para não julgar. O operador diz o que quer que lhe pareça, sem se preocupar com a realidade e, muito menos, com as conseqüências:
Acreditando em sofismas, fixam honorários aviltantes.
"J`ai voulu voir jusqu`oú allait la bêtise humaine:   elle est sans limites"   (André Maurois,   Letter Ouverte a um Jeune Homme, Paris, ed. 1966,  p. 38)
"A estultice tem uma real e efetiva importância no agir humano.   Talvez seja por isso que o poeta Schiller escreveu,  há dois séculos, que ‘Contra a estupidez os próprios deuses lutam inutilmente’.     Apesar de tudo, para mim, na minha visão de professor de Direito,   não é demais ainda confiar na inteligência humana,  que um dia acabará prevalecendo.” (Paulo Pasquilini)
Porque as pessoas espertas podem ser tão tolas? http://www.padilla.adv.br/evoluir/tolice/
Quem lucra com essa encenação? Responder essa e outras questões é do que se ocupa a TGPT Teoria Geral do Processo Transdisciplinar.
finalidade (goal), que são os elementos essenciais para sua compreensão.

Processos podem ser simples ou complexos.

Os processos simples são lineares e seqüenciais. Um componente pode ser a conclusão de outro, e o conjunto é relativamente fácil de entender.

Os processos complexos apresentam uma rede de interações. Cada componente pode ser a causa ou o efeito de outro. As relações podem ser multifárias ou espaciais; ecológico-sistêmicas e multidimensionais.

Todo processo é imbricado: Pode se constituir no início, no fim, ou em parte de outro processo.

O Direito é um dos planos de atuação humana. Funciona por meio de regras, formuladas através da linguagem. Como a língua é uma ferramenta do processo de comunicação, começamos a perceber que o Direito é uma ramo do conhecimento interdependente!

Do processo de comunicação:

O processo de comunicação é complexo. A estrutura aparente, e externa, é totalmente relacionada e dependente dos processos internos:

De Educação x Lucro? Crenças aliciadas pelas Corporações

 

Por sua vez, o processo de comunicação depende do Processo de Pensamento, o qual constitui o sistema operacional sobre o qual se processa a comunicação, clique aqui.

 

Dos quatro planos de atuação humana:

A vida em sociedade depende da paz social, a qual se ampara sobre três pilares. Cada um deles corresponde a um dos quatro planos de atuação que, com o plano dos fatos, compõe o universo humano: Nascemos no plano dos fatos e construímos outros três: O plano dos valores, o plano do direito e o plano do esporte(jogos). Este último é o principal mecanismo da descarga tensional (Freud, “O mal-estar na Civilização”; Jung, “Obras completas”). A vida “civilizada” subtrai, do cotidiano, a competitividade permanente, inerente à vida, sendo esta uma competição que perdura há 4 bilhões de anos.    Para o conceito de desporto, procure aqui.

Apesar de distintos, há áreas de interseção entre os planos, facilitando a passagem desapercebida, de um para outro plano. Dessa peculiaridade, aproveitam-se os manipuladores para aliciar crenças. Individual e  coletivamente, pois a maioria das pessoas simplesmente ainda não percebeu as intensas mudanças que acontecem a sua volta. Muitos, ainda não perceberam em qual das ondas de desenvolvimento tecnológico em que nos encontramos.

Como crenças e valores podem ser manipulados?

Pelo Processo de Pensamento, clique aqui

Dos mecanismos do Processo de Comunicação, clique aqui.

Da manipulação coletiva do Processo de Pensamento, clique aqui

Da acultura da superficialidade e a encenação jurisdicional, clique aqui

No plano jurídico, o processo tem dois objetivos:

O objetivo imediato consiste em solucionar a pretensão. A sentença é um silogismo decorrente do pedido. A fundamentação aplica o direito aos fatos considerados provados observando o devido processo legal.

O objetivo mediato é a paz social, propiciada pela credibilidade do aparato jurisdicional, contrapartida do monopólio estatal da jurisdição. Daí a necessidade de fundamentar logicamente convincente, sem omitir os fatos ou fundamentos (art. 93-IX C.F.). A paz social é abalada a cada injustiça porque a impunidade dos maus, gera a audácia deles. A ousadia, estimulada pela ineficácia do direito, que incentiva os comportamentos ilícitos, e desequilibra a sociedade.

Até o Sec. XIX, o processo jurídico era informado pela moral vigente, a qual exigia uma postura ética, não tolerando o inadimplemento das obrigações. As discussões eram praticamente limitadas às efetivas divergências de interpretação do direito. Ouça a lição de Eduardo Couture, um dos maiores processualistas: www.padilla.adv.br/processo/Couture.mp3

Em meados do Sec. XX, quando o consumidor prejudicado reclamava, enfrentava uma discussão judicial longa, com condenações pífias, ou de valor ínfimo. Em 1990 foi editada uma nova legislação, o CDC Código do Consumidor, para revolucionar as relações de consumo, estimulando o aperfeiçoamento dos bens e serviços, e a livre concorrência.

Contudo, no final do Sec. XX, o poder econômico dominara a sociedade, manipulava a informação, criava e modificava as crenças e, conseqüentemente, o pensamento da população, inclusive dos magistrados: Caravantes registrou não haver juízes infalíveis porque o Estado "hablia de elegirlos entre los hombres (José de Vicente Y Caravantes "Tratado Historico, Crítico Filosófico de los Procedimentos Judiciales en Materia Civil, segun la nueva lei de enjudiciamento". Madrid, 1856 tomo IV, p. 83 n. 1.495)

O poder econômico constrói idolatrias em torno das pessoas que se prestam aos seus objetivos e destroem ou impedem o crescimento de lideranças. Conheça melhor o www.padilla.adv.br/processo/pensamento

O objetivo de lucro distorceu e manipulou as crenças e esvaziou os efeitos do Código do Consumidor. Quando um prejudicado reclama, enfrenta resistência judicial. Atualmente, a maioria dos pedidos termina em improcedência, por qualquer pretexto. Quando há indenização, o valor é ínfimo, e não repara o dano. As violações aos direitos individuais são escondidas pela encenação jurisdicional em meio a uma grande quantidade de processos cujas decisões são meramente formais, e não houve exame dos fatos e dos fundamentos. Isso é fruto da falsa crença de que, ao negar o direito do consumidor, ou arbitrando indenizações e honorários pífios, estariam desestimulando o ajuizamento de novas ações, e com isto reduzindo o excessivo volume de processos. Falso: Por mais que insistam em negar o direito aos consumidores, ou fixar valores pífios, as pessoas com fome e sede de justiça ajuizarão ações.

Contudo, a realidade é exatamente ao contrário: A grande quantidade de processos decorre do estímulo ao descumprimento da lei, e ao desrespeito aos direitos do consumidor e do cidadão. E nada melhor para estimular a obediência á Lei do que impor indenizações consideráveis. Nos EUA, há respeito aos direitos e cumprimento das obrigações porque os infratores sofrem as conseqüências de seus atos. Assim, ludibriados pela crença de que irão reduzir a quantidade de ações negando o direito, tornam lucrativo o desrespeito à lei, estimulam a desobediência civil, a qual aumenta a quantidade de injustiça e de ações, comprometendo a paz social.

Esse desrespeito aos direitos individuais é agravado pela sublimação dos direitos coletivos. Lembram o caso do FGTS? A Caixa Econômica Federal deveria devolver bilhões aos depositantes dos quais cortara a maior parte da correção monetária. A variação cambial foi, durante décadas, o mais público e notório dos fatos. Até as crianças sabiam que, se não comprassem seu pirulito hoje, amanhã o dinheiro não seria suficiente. O governo, para não pagar essa conta, negou a existência da inflação. Aliás, o Poder Judiciário está sobrecarregado de ações porque o Governo não cumpre suas obrigações, os empresários não pagam o que devem, e os fornecedores de bens e serviços ludibriam o consumidor.

Recente o exemplo das empresas de telefonia, detentora de enorme poder econômico. Praticou atos ilegais, prejudicou milhões de consumidores e acionistas, e consegue se safar com decisões criticadas como aberrogação, um novo instituto, misto de aberração e revogação. E de quem é a responsabilidade de mudar isto? Parece que a resposta está com os Juízes: Se o Judiciário impuser o cumprimento das obrigações, resgatar-se-á a ética e a paz social. Hoje, os poderosos, os políticos e as grandes empresas desrespeitam as leis porque lucram com a violação do direito!

Há uma crise, devido às modificações da sociedade.

A responsabilidade de resolvê-la é, frise-se, dos Juízes. Porque exercem o poder de julgar. Poder-dever de julgar!

Teoria Geral dos Processos cíveis, trabalhistas, penas, eleitorais, administrativos, legislativos, disciplinares desportivos propõe um novo paradigma para a compreensão das dificuldades contemporâneas e para a superar pela simples aplicação dos princípios que informam o sistema jurídico.

A não-eficiência do processo, atual, decorre única e exclusivamente da falta de compromisso com a paz social.

O Juiz, de fato, tem muitos processos e não os examina efetivamente. Ele orienta a sua assessoria a preparar minutas de julgamentos que ele, o magistrado, termina não examinando. Orgulha-se em anunciar uma estatística estrondosa: “julguei centenas de processos”. Quem julgou? Impossível que tenha examinado todos os casos. Então, foram assessores e estagiários que minutaram aquelas decisões. A vida dos jurisdicionado é decidida com base na opinião nem sempre fidedigna – por vários fatores: Da falta de compromisso – “acho que é isto, o juiz não vai ler, estamos sobrecarregados...” -  e até pela influência de lobistas que fomentam falsas crenças.

O pronunciamento de centenas de decisões formatadas nessa pressa, produzindo crescente onda de injustiça, pode eternizar o problema. O Judiciário perde credibilidade, e estimula o abuso. Quem quer tirar proveito, sabe que é lucrativo violar a Lei.

Os poderosos desrespeitam a lei impunemente, e ficam cada vez mais fortes...

A falha da tutela jurisdicional, coloca em risco a sociedade. O Direito é um dos pilares que sustentam a paz social e a sua falha pode levar à ruptura do sistema. Cabe a nós, professores, auxiliar a futura geração na missão de restabelecer o império da justiça, para salvaguardar a paz social!

Para o Processo de Pensamento, base da comunicação, clique aqui

Para o Processo de Comunicação, o instrumento do direito, clique aqui.

Para entender a manipulação coletiva do Processo de Pensamento, clique aqui

Para conhecer as fases do processo jurisdicional no Brasil, e porque há morosidade judicial e corrupção política, clique aqui

Sobre a acultura da superficialidade e a encenação jurisdicional decorrentes da manipulação, clique aqui

Como funciona o Plano do Direito, e a manipulação de preconceitos, clique aqui

 

Plano de Ensino,   Planos de aula e Blog

TGPs - Teoria Geral dos Processos

Livro I – Dos Gprocessos administrativos, cíveis, desportivos, eleitorais, legislativos, penais, trabalhistas...

www.padilla.adv.br/ufrgs/tgp/tgp.pdf

 

TGRs - Teoria Geral das decisões e Remédios processuais

Livro II – Das decisões e os 3 níveis de cognição, teoria geral da tutela cautelar e dos remédios processuais cíveis, trabalhistas, penais, eleitorais, administrativos, legislativos, e disciplinares desportivos www.padilla.adv.br/ufrgs/tgp/recursos.pdf

Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Faculdade de Direito

Departamento de Direito Privado e Processo Civil

I – Dados de identificação

Disciplina: Teoria Geral do Processo - DIR 02.236

Pré-requisito(s):   Dir 02.205 (Direito Civil I)

Professores: Daniel Mitidiero; Darcio Vieira Marques; João Paulo Leal, Luiz Roberto Nuñes Padilla; Rosa Maria de Campos Aranovich; Sérgio Mattos.

Carga horária: 04 (quatro)

Cursos:   Ciências Jurídicas e Sócias 158.00;   260.00

 

II.      SÚMULA

Teoria Geral dos Processos: Direito adjetivo, fenômenos processuais, visão geral e aspectos em comum dos Processos (Civil, Penal, Trabalhista, Administrativo, Eleitoral, Legislativo, Disciplinar, Legislativo).

III.     OBJETIVOS

Estudo do Processo como fenômeno distinto e necessário para efetividade do direito material;  Percepção do conjunto de atos, com análise detalhada dos aspectos comuns aos vários ramos processuais. Importância do direito processual para a sociedade

IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Importância da disciplina de TGP. Sociedade e conflito: Lide. Autotutela, Autocomposição e Heterocomposição. Justiça privada no Direito contemporâneo. Necessidade de tutela jurisdicional para paz social.

Judiciário e os demais poderes do Estado, semelhanças e diferenças.

Principiologia da Jurisdição introduzindo suas modalidades: Estadual x Federal;  Criminal x Civil; Trabalhista; Eleitoral; Militar (Federal e quando cabível Estadual); Juizados Especiais, Civeis e Criminais, Estaduais e Federais. Processos Administrativos, Legislativos, Desportivos.

Ação, Procedimento, Processo, Contraditório, Angularização da Relação Processual. Interesse, pretensão, conflito e lide. Direito Material e Direito Processual, distinções. Autonomia específica do processo. Natureza jurídica do processo. Teorias do processo como relação jurídica e como situação jurídica. Elementos da ação: sujeito, objeto e causa de pedir. Identidade de ações. Litispendência e coisa julgada. Teoria da ação. Notícia histórica. Posições doutrinárias sobre o direito de ação. Direito, pretensão e ação. Ação de direito material e ação processual. Garantias constitucionais do acesso ao poder jurisdicional do Estado. O direito de ação na Constituição de 1988.

Sujeitos do processo I: Partes. Substituição processual e legitimação extraordinária. Distinção para sucessão processual. Distinção para representação processual. Casos. Eficácia da sentença relativamente ao substituto e ao substituído.

Sujeitos do processo II. Terceiros intervenientes. Auxiliares da Justiça, permanentes e eventuais. Partes em sentido formal e em sentido material. Capacidade processual. Capacidade de ser parte. Capacidade de estar em juízo. Capacidade postulatória. Representação processual. Curador especial.

Sujeitos do processo III: Ministério Público natural histórico. Constituição de 1988. Parte, substituto processual ou fiscal da lei?

Sujeitos do processo IV:      O advogado na relação processual. Natureza jurídica da advocacia. A advocacia na Constituição de 1988. Advocacia Pública. Defensoria Pública.

Sujeitos do processo V:       Juiz natural, posição como órgão estatal, poderes e deveres, responsabilidades, impedimento e suspeição. Competência, Imparcialidade e Jurisdição. Modalidades de atos do juiz.

Atos delegados por lei aos Servidores e Auxiliares da Justiça. Noções gerais sobre:  Forma, tempo e lugar dos atos processuais; Termos processuais, auto, certidões, atas, termos registro e distribuição.

Processo Relação Processual Procedimento: Formação, Suspensão e Extinção. Atos Processuais. Teoria dos Vícios Processuais e Pressupostos Processuais.

Formação do processo. Atos de iniciativa, de desenvolvimento e de conclusão do processo. Fases do processo de conhecimento. Fase postulatória, fase de saneamento, fase de instrução, fase decisória, fase recursal. A simplificação pelo julgamento antecipado.

Competência. Critérios classificatórios. Competência objetiva: em razão da matéria, em razão da pessoa e em razão do valor. Competência territorial ou foro. Foro geral. Foros especiais. Competência funcional. Conceituação. Espécies  Competência funcional no plano horizontal e no plano vertical (competência recursal). Categorias de competências: absoluta e relativa. Conceituação, distinções e casos. Prorrogações da competência. Prorrogação voluntária: tácita e expressa. Prorrogação legal: conexão, continência e prevenção. Conflito de competência. Conflito positivo. Conflito negativo. Procedimentos e soluções. Competência Internacional. Conceituação. Limitação da Soberania do Estado.

Noções Gerais das modalidades de tutela processual: Conhecimento, Execução, Cautelar, Especiais. Distinção entre tutela antecipada e cautelar. Funções do Processo. Função de conhecimento. Função de execução. Função cautelar. Tipos de procedimento. Procedimento comum: ordinário e sumaríssimo. Procedimento perante os juizados especiais. Procedimentos de execução. Procedimento cautelares.

Sistemas processuais: Legalidade. Princípios: Inquisitório Dispositivo.

Noções gerais sobre prova, utilitarismo, economicidade e outros princípios aplicáveis à instrução.

Condições de ação civil e distinção de pressupostos processuais. Condições de procedibilidade da ação penal. Doutrina de Liebman e orientação do Código de Processo Civil. Sentença. Espécies de Julgamentos: Profundidade da cognição, acentuada, média ou superficial,  independe seja com ou sem exame de mérito.

Princípios da Sucumbência, Lealdade, Publicidade e o devido processo legal.

Introdução à Hermenêutica Processual e Conceitos fundamentais como a Teoria Critica do Direito e ao princípio do livre convencimento do juiz. Fungibilidade e outros aspectos de prática discricionária nos quais se manifestam.

V. METODOLOGIA

Aulas expositivas utilizando os recursos disponíveis na Faculdade. Interação dos aspectos práticos e doutrinários com a Legislação.

 

VI.     AVALIAÇÃO

Avaliação individual dos alunos aferido em conceito resultante de provas conjugadas à avaliação prática considerando como critério subsidiário de aferição do conceito final a freqüência às aulas ministradas e atividades práticas e trabalhos realizados, observância às regras de convivência didática e social com colegas e professores. Das provas pelo menos uma será escrita, podendo outra ser oral. Poder-se-á adotar, para estimular a fixação dos conteúdos, a valoração da apresentação de breve relato dos temas abordados na aula anterior, no início da aula seguinte, efetuada por alunos sorteados ou designados por outros critérios que assegurem a alternância.

VII.                 BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESSENCIAL:

ALVARO DE OLIVEIRA, Carlos Alberto e MITIDIERO, Daniel; Curso de Processo Civil, Atlas, V. 1 ISBN 978-85-224-5664-2 e v. 2 ISBN: 978-85-224-6951-2.

MORENO, Cláudio e MARTINS, Túlio, Português para convencer, comunicação e persuasão em Direito, Atica, ISBN 85-08-10608-2.

NERY Júnior, Nelson, Princípios do Processo na Constituição Federal, RT, ISBN 9788520334416.

PADILLA, Luiz Roberto Nuñes, Causas e soluções para a morosidade da Justiça http://www.padilla.adv.br/processo/morosidade/

VIII.                BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CALAMANDREI, Piero, Eles, os Juízes, vistos por um advogado, WMF Martins Fontes, ISBN 8533604017.

COUTO E SILVA, Clóvis Veríssimo do, A Obrigação como Processo, FGV, ISBN 85-225-05-81-0

PADILLA, Luiz Roberto Nuñes, Teoria Geral dos Processos:  http://www.padilla.adv.br/teses/

IX.                  BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ALVIM, José Eduardo Carreira. Teoria Geral do Processo, Elementos de. Forense

AMARAL DOS SANTOS, Moacyr. Primeiras linhas de Direito Processual Civil. Saraiva. vol.II

ARONE, Ricardo. O princípio do livre convencimento do juiz.

ARRUDA ALVIM. Curso de Direito Processual Civil, vols. I e II.

ASSIS, Araken de. ”Introdução aos Sucedâneos Recursais” In Revista Jurídica 310 agosto/2003 p.7

BAETHGEN, Walter Eduardo. As Condições da Ação no Novo Código de Processo Civil ´in` Revista Forense, vol 251, p.16 e ss.

__________. Contra a Idéia de Uma Teoria Geral do Processo ´in` Revista Interamericana de Direito Processual Penal, vol. 12, p. 38 e ss.

BAPTISTA DA SILVA, Ovídio.  Curso de Processo Civil. Fabris

_________ e GOMES, Fábio. Teoria Geral do Processo Civil

BARRIOS DE ANGELIS.    El proceso civil.  Montevidéu, Idea

__________. Teoria Geral Del Proceso. DePalma Buenos Aires 1979

BORTOWSKI, Marco Aurélio Moreira. Apelação Cível

CALAMANDREI, Piero. Eles, os juízes, vistos por um advogado.

CHIOVENDA, Giuseppe.  Principios de Derecho Procesal Civil

__________.   La condanna nelle spese giudiziali.  Torino, 1935, 2ª ed.

CORREA, Marcus Orione Gonçalves. Teoria Geral do Processo, Saraiva.

COUTURE, Eduardo J.  Fundamentos Del Derecho Procesal Civil. Depalma, Buenos Aires, 1951

CUNHA, Mauro e SILVA, Roberto Geraldo Coelho.  Guia para Estudo da Teoria Geral do Processo. Livraria e Editora Acadêmica Ltda

EBLING, Claudia Marlise da Silva Alberton.   Teoria geral do processo critica a teoria unitária.  Editora: do advogado, 2004

FABRÍCIO, Adroaldo Furtado. Comentários do CPC Forense. Introdução ao volume sobre procedimentos especiais de jurisdição contenciosa especial.

FREDERICO MARQUES, José. Manual de Direito Processual Civil, vol.I

GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro, vol. I, Editora Saraiva.

GRINOVER, Ada Pellegrini et alli. Teoria Geral do Processo.

_________. As garantias constitucionais do direito de ação.

GONÇALVES, Marcus Vinicius Rios. Novo curso de Direito Processual Civi. Saraiva. Vol. 1

KOMATSU, Roque.   Da Invalidade no Processo Civil. RT

LACERDA, Galeno.  Teoria Geral do Processo. Forense, 1ª ed. 2006

____________. Despacho Saneador.

LACERDA, Galeno & ALVARO DE OLIVEIRA, Carlos Alberto. Comentários do Código de Processo Civil 

LOBATO DE PAIVA, Mario Antonio et alli.  A Importância do Advogado para o Direito, a Justiça e a Sociedade

MACHADO, Antônio Alberto. Teoria Geral do Processo Penal. Editora Atlas S.A., 2009

MARINONI, Luiz Guilherme. Processo Civil. RT

MENDES DE ALMEIDA, J. Canoto. Processo Penal: Ação e Jurisdição

______.  Princípios Fundamentais de Processo Civil.

NERY JR., Nelson. Princípios do Processo Civil na Constituição Federal. RT.

PORTANOVA, Rui.  Princípios do processo civil. Livraria do Advogado.

ROCHA, José de Albuquerque. Teoria Geral do Processo. 7ª ed. Editora Atlas S.A., 2003.

SANTOS, Ernani Fidélis dos. Manual de Direito Processual Civil. Saraiva. Vol.I

TESHEINER, José Maria. Elementos para uma TGP. http://www.padilla.adv.br/ufrgs/tgp/Tex.zip

THEODORO Junior,  Humberto.  Curso de Direito Processual Civil. Forense. Vol.I

TORNAGHI, Hélio.  Instituições do Processo Penal   vol. I.

VESCOVI, Enrique. Teoria general del proceso

ZAMORA Y CASTILLO, Niceto Alcará. Processo, autocomposición y autodefesa.

Escute Eduardo Couture, um dos maiores processualistas: www.padilla.adv.br/processo/Couture.mp3

Do ensino, a arte de aprender e de ensinar

Gibran Khalil Gibran “O Profeta”  traduz Mansour Chalitta interpreta Tôni Luna www.padilla.adv.br/prof/ensino.mp3

Sistema Jurídico e as Leis em “O Profeta”  Gibran Khalil Gibran em primorosa tradução de Mansour Chalitta interpretado por Tôni Luna: www.padilla.adv.br/teses/leis.mp3

Crime e do Castigo inspirada análise de Gibran Khalil Gibran em “O Profeta” primorosa tradução de Mansour Chalitta interpretado por Tôni Luna www.padilla.adv.br/teses/crime.mp3

Duas décadas de ensino e pesquisa sobre o funcionamento da Justiça, agregado às perspectivas humana e social, permitiram desenvolver esta interdisciplinar  Teoria Geral dos Processos:

 

 

 

 

Professor LUiZ Roberto Nuñes PADilla

Especialista em Processo e Direito Desportivo

   Linhas de Pesquisa:

1 MMM       uM Mundo Muito Melhor:

Para realizar grandes sonhos

[Hans Seyle] necessitamos grandes sonhos!

Presidente do TJD-FGK, STJD-CBMTT e SINDIPLAM-RS

1 Direito Desportivo

2 Teoria Geral dos Processos

3 Práticas de Processo

4 Transdisciplinaridade, outras teses e publicações

Em que consiste ser professor?

Clóvis e Athos exemplos dos grandes Mestres da Faculdade de Direito da Ufrgs

Construa 1 MMM   uM Mundo Muito Melhor:             O Movimento ACORDAR consiste no despertar do torpor instalado pela acultura da superficialidade egocêntrica. Paradoxos, valores invertidos e sobrecarga de informações irrelevantes, incompletas e distorcidas entorpecem: Os sociopatolobistas querem impor uma vida imediatista, alheia as conseqüências: Ressuscitaram o pior hábito da decadência do Império Romano, Carpe dien.  O medo de não haver futuro alicia uma atitude antiecológica de viver até o esgotamento. A maioria das pessoas bem intencionadas é anulada sendo jogadas, umas contra as outras, enquanto são bombardeadas com falsas crenças como "felicidade é um direito!" ou "já nascemos prontos!". Valha-nos o Prof. Dr. Mário Cortella, orientando e braço direito, por 17 anos, até o falecimento do 46 vezes doutor Paulo Freire, o Patrono da Educação Brasileira, Lei 12.612/2012.

Bom humor ecológico é Empowerment:   ajuda a vivermos mais e melhor!

 Piadas discriminatórias, bullying para destruir cultura e manipular uns contra outros!

Exemplo:  Difamar a cultura gaúcha facilita padronizar o consumo.

Não acredite,  teste!

Bilhões em jogo Futebol atividade física mais praticada no Mundo

Jogos Olímpicos

Paradoxo das Artes Marciais a 2ª atividade + praticada e a que + cresce.

 

Crianças e adolescentes com necessidades especiais ajude a Kinder

 

Saúde:    Cuidado com a “indústria da doença” .

Seja a mudança que quer ver no Mundo! (Gandhi) visitante nº Contador Site em permanente construção,  Aperfeiçoe-se e construa 1 Mundo Melhor. Em 14.12.2003 os trabalhos precursores deste site registravam 136706382 visitas. Em 2005, os news somavam + de 50 BILHõES de acessos quando o provedor Grupos.com desativou o contador automático.

Contato com o Professor Luiz Roberto Nuñes PADilla   e-mail e MSN:    luizrobertonunesos@padilla.adv.br

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