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Aubrey de Grey, pesquisador da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, que
se define como "gerontologista
biomédico" acaba de lançar bases da imortalidade do corpo no encontro anual da AAAS (Associação Norte-Americana para o Progresso da Ciência, na sigla em
inglês),
No Brasil, nós dispomos sequer do que assegura a Constituição Federal:
Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência
social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados,
na forma desta Constituição.
A preocupação constitucional é com a verdadeira medicina, a
manutenção da saúde. Evitar a doença que é um estado de desequilíbrio é muito
mais importante do que combater sintomatologias instaladas. Nesse sentido, diz a Magna Carta:
Art.
Não obstante, o forte e todo poderoso lobby da industria da doença
se faz sentir, por exemplo, na desinformação, e nas dificuldades de importação
de vitaminas - produtos sem similar nacional – destinados a preservar a saúde,
taxados a base de 60% de Imposto de
Importação, ofendendo ao art.196, da Constituição Federal, piorando a carga
de impostos já excessiva (veja detalhes clicando aqui ó) .
A mesma discriminação, sobrem as outras formas de medicina.
Medicina tradicional é a chinesa, que tem 6 mil anos, funciona bem, mas é
ocultada aqui. Por sorte, ganha espaços a eficiente e cada dia melhor Homeopatia. Saiba mais sobre Homeopatia clicando aqui ó.
2.1. Preservação da saúde x Indústria da Doença
Cada vez se torna mais clara a importância da preservação da saúde, especialmente
pelo suprimento das necessidades corpóreas, especialmente devido ao ramo
denominado medicina ortomolecular. A literatura a respeito é farta e consegue ocupar espaços porque,
criada por americanos, venceu a barreira imposta pelos poderosos “lobies” das multinacionais de
medicamentos, interessadas em que as pessoas percam a saúde, e sejam
obrigadas a consumir medicamentos e tratamentos caros, que propiciam lucros
milionários aos laboratórios.
A redescoberta vem de muito tempo, talvez sempre tenha existido,
de certa forma, mas encontrou grande alento nos trabalhos do corajoso bioquímico Linus Pauling.
A “famosa” tabela periódica de
elementos, que todo estudante utiliza, é apenas uma
de suas criações. Nascido em 1901,
foi uma das pouquíssimas pessoas premiadas mais
de uma vez com o Premio Nobel. Em 1986, publicou um livro
resumindo seus estudos bioquímicos de décadas. Traduzido em 1988 pela editora Best Seller: “Como viver mais e melhor”.
Expôs como – e porque - os laboratórios farmacêuticos
e demais integrantes da indústria da
doença trabalham para evitar que
a população consuma vitaminas e minerais:
Haveria mais saúde e, com a redução das doenças, perderiam os
lucros da venda dos remédios caros e dos dispendiosos tratamentos hospitalares.
O maior negócio realizado no século vinte foi a fusão de dois
laboratórios farmacêuticos europeus.
Cada um deles produz menos de uma dúzia de medicamentos e fatura bilhões
de dólares – tal o tamanho do mercado da indústria da doença...
Multiminerais e vitaminas são baratos e sua venda produz lucros pequenos. Por exemplo, Vitamina C é facilmente fabricada retirando
4 átomos de hidrogênio de uma molécula de glicose.
A molécula de Glicose è C-6+H-12+O-6
contém 6 átomos
de Carbono, 12 átomos de Hidrogênio e 6 átomos de Oxigênio. Já a molécula de Vitamina C (ácido C-ascórbico) contém os mesmos 6 átomos de Carbono e os
mesmos 6 átomos de Oxigênio e apenas difere na quantidade de átomos de Hidrogênio, menor, ao invés de doze,
são oito: C-6+H-8+O-6
Para desestimular o consumo de Vitamina C espalham boatos de que
poderia levar ao aparecimento de cálculo renal. Besteira ! Há muitas décadas Linus
Pauling iniciou tratamentos com megadoses
de Vitamina C. Pacientes com neoplasia (câncer disseminado) foram
tratados durante dez, quinze anos, e considerados recuperados, isto é, curados
do câncer, com megadoses de até
Repetindo: nunca, nem em suas clínicas, ou em parte alguma,
houve o registro de um caso
sequer de tal doença !
Outra inverdade: A
Vitamina C seria eliminada pela urina. Não passa de boato. Primeiro porque o organismo utiliza a Vitamina C em diversas funções
metabólicas, e as “doses recomendadas” pelos lobbies considera
apenas uma das funções metabólicas, “esquecendo” que a Vitamina C utilizada nas
demais atividades... Segundo: A administração
oral de uma dose elevada provoca alteração no trabalho intestinal - mecanismo
natural de controle da dosagem necessária. A Vitamina C em excesso sequer é
absorvida pelo organismo! Tal
mecanismo, combinado aos comprimidos de liberação lenta (time realese) proporcionam a manutenção de doses constantes de
Vitamina C que o organismo necessita.
Todos mamíferos necessitam de boas doses de Vitamina C para preservação
da sua saúde. Os fígados de cães, gatos, etc., produzem dezenas de gramas de
Vitamina C diariamente. Dos mamíferos, apenas os primatas superiores – que
constituem o topo da evolução, não produzem Vitamina C.
Os primatas surgiram no continente (um só: Pangea) ao mesmo tempo que os cetáceos nos oceanos (que deram origem às
baleias e golfinhos). Ao longo de sua evolução, todas
espécies tiveram mutantes mais adaptados ao meio, que progrediram. Os menos adaptados morrem mais rapidamente e dificilmente deixam
descendentes, até que desaparecem. Num determinado
momento da evolução dos primatas, um
ancestral comum aos hominídeos, chipanzés e gorilas, originou um mutante cujo fígado não produzia
Vitamina C. Este espécime sobreviveu
porque sua alimentação continha elevada dose dessa Vitamina, de maneira a não ser necessário
produzi-la... Com seu fígado desocupado
de produzir Vitamina, sobrava energia e
tempo de trabalho do fígado para produzir MAIS proteína. Produzindo maior QUANTIDADE de proteína, obviamente que esse nosso ancestral cresceu
muito mais rápido, e ficou muito mais
forte. Ao disputar alimentos, vencia
sempre. Procriou em maior quantidade e
com maior rapidez – e passou essa característica aos seus descendentes. Cresciam mais rápido, ficavam mais fortes, procriavam mais. Até que o nascido como uma mutação da
natureza, em algumas dezenas de
gerações transformou-se no espécime dominante, e provocou o desaparecimento do
mais fraco – cujo fígado produzia a vitamina,
porque não tinha como concorrer por comida e procriação.
Em tempos modernos e urbanos, a completa saúde corporal exige
complementos sintéticos. Nas grandes e
médias cidades é impossível praticar
alimentação com alto teor de vitamina C.
Não consumimos carne de caça logo após abatida (mamíferos, quando em
estresse como ao serem perseguidos durante uma caçada, produzem altas doses de
Vitamina C - liberadas na corrente sangüínea e que preenchem todo tecido
muscular. A carne crua de caça de mamíferos, logo após abatida, é riquíssima
Frutas? Goiaba vermelha, figo, kiwi, são os mais ricos mas,
mesmo assim, tem doses pequenas de Vitamina C comparadas aos vegetais. As
demais frutas, tem doses ínfimas... Sobram mesmo as verduras, que devem ser de
cor intensa como couve, brócolis, as folhas da couve flor, rúcula, agrião,
radiche... Contudo, para não perder o teor de Vitaminas, devem ser consumidas cruas e sem uso de vinagre. O tempero e
o calor, ao cozinhar ou mesmo refogar, oxidam a vitamina C. Mas sabidamente é temerário comer vegetais
crus, porque pelos núcleos urbanos disseminam doenças. Vemos, portanto, que uma
dieta baseada somente em alimentos naturais não é capaz de suprir as
necessidades humanas.
Ademais, o solo brasileiro, devido a uma série de fatores,
especialmente a sua formação recente, é pobre em alguns dos minerais
importantes para a preservação do equilíbrio. É necessário suplemento diário.
A Vitamina E, além de indispensável à manutenção da saúde das
artérias, é importante fator potencializador do equilíbrio corpóreo, auxiliando
na desintoxicação dos radicais livres e dos metais indesejados.
Mas o fator mais moderno na medicina ortomolecular foi a
descoberta de que o envelhecimento após a puberdade, e as doenças que enseja,
estão ligados à redução na produção de hormônios, especialmente o GH. As
glândulas querem produzir os hormônios, mas não dispõe da matéria prima, os
aminoácidos. E tudo acontece porque o fígado diminui a produção de aminoácidos
indispensáveis a produção dos hormônios.
2.2. O mecanismo do
envelhecimento.
Há tempo a observação
e experimentos permitiram aos cientistas saber da relação entre o
envelhecimento e a redução na produção dos hormônios, em especial o GH, denominado de hormônio do crescimento devido à sua presença estar associada à
formação e desenvolvimento dos tecidos.
Contudo, tentativas de administrá-lo resultavam
vergonhosos fracassos: Não houve meios
de precisar a dosagem necessária, variável entre os indivíduos e, no próprio,
de um momento para outro.
A aplicação
menor não surte resultados satisfatórios. A dosagem excessiva provocava efeitos
colaterais, resultando em mais problemas que benefícios.
A propósito,
dentre a literatura médica, destacamos o enfoque da Drª Cláudia Dornelles
Schneider:
Também chamado de hormônio
somatotrófico (SH) ou somatotrofina.
Pequena molécula de proteína que
contém 188 aminoácidos em uma única cadeia. Atua no desenvolvimento de todos os
tecidos do corpo, capazes de crescer. Promove tanto crescimento em tamanho das
células, quanto o número de mitoses, aumentando como o desenvolvimento de um
número maior de células.
O Hormônio de Crescimento (GH)
aumenta da pré-puberdade para a adolescência e da adolescência em diante, sofre
então uma queda constante com a idade (Prof. Dr. Jens Christiansen).
Com o envelhecimento, a massa corporal
magra diminui, massa óssea diminui, bem como a alteração da massa gorda, e
diversos outros fatores caracterizam o envelhecimento, que são relacionados
também, com as características da diminuição da secreção do hormônio de
crescimento.
· Efeitos Metabólicos do GH
No adulto, o GH facilita a síntese
protéica aumentando o transporte de aminoácidos através de membranas
plasmáticas, estimulando a formação de RNA, ou ativando os ribossomas
celulares, que aumentam a síntese protéica.
A liberação do GH acarreta também,
uma queda no fracionamento dos carboidratos e a mobilização subseqüente e
utilização das gorduras como fonte energética.
O Dr. Rudmar foi o primeiro a fazer
experimentos controlados para estudo, em publicação do New England Journal of Medicine, há 6 ou 7 anos. Estudou um grupo
de homens com idade acima de 61 anos e o critério para inclusão das mesmas foi
o nível de I G F-I baixo.
Grupo de 21 pacientes durante 6 meses
de tratamento, o nível de I G F-I subiu significante, em resposta ao tratamento
com GH. Em relação ao grupo que recebeu placebo.
Houve também alterações na composição
corporal, alteração de massa corporal magra, massa de gordura diminuída, peso
inalterado, e uma pequena mudança no conteúdo mineral ósseo das vértebras.
Temos estas características clínicas
comuns, deficiência do GH com o envelhecimento normal: síntese de proteína
diminuída, massa magra diminuída e conteúdo mineral ósseo diminuído.
· GH, Exercícios e Síntese Tecidual
Um período, agudo de atividade
física, estimula a liberação do GH e, ao ser aumentada a intensidade do
exercício, observa- se uma elevada brusca na produção de GH e na secreção
total. Quando exercitados até a exaustão, indivíduos tanto aptos quanto
sedentários mostram aumentos semelhantes na concentração do GH, porém os
indivíduos sedentários mantém níveis altos por várias horas durante o período
de recuperação. Para o exercício submáximo padronizado, a resposta do GH é
maior na pessoa sedentária. Levando-se em conta quem esse nível absoluto de trabalho
representa uma maior demanda imposta ao indivíduo menos apto, a liberação de GH
pode estar relacionada com a intensidade relativa do esforço. Com bastante
freqüência, os pesquisadores utilizam o termo fatores de crescimento
semelhantes à insulina (IGF), para descrever os efeitos anabólicos do GH sobre
a hipertrofia muscular induzida pelo exercício. Os polipetídios do IGF (
designados de IGF – I e IGF – II) interagem com o GH para facilitar a
ocorrência de seus muitos efeitos sobre as fibras musculares.
A pesquisa recente (Wetman, A. et al.: O treinamento de
endurance intensifica a liberação pulsátil do Hormônio de Crescimento: Efeitos
da intensidade do treinamento) focalizou a resposta por parte do GH a uma
única seção de exercício e ao treinamento prolongado. Enquanto a maioria dos
investigadores relata que um período de exercício intenso eleva a concentração
plasmática de GH do indivíduo, existe menos informação acerca dos níveis de GH
durante o treinamento com exercícios a longo prazo. A dinâmica de secreção de
GH durante o treinamento com exercícios adquire importância clínica, por causa
da relação causal entre a disponibilidade de GH e a manutenção do tecido
corporal magro no envelhecimento e na obesidade assim como durante uma perda de
peso.
Wetman e colaboradores estudaram a
resposta do GH a um programa de treinamento com corridas aeróbias de 52 semanas
em 21 mulheres sadias eumenorréicas. Havia dois grupos de treinamento: um
corria com uma velocidade correspondente ao seu limiar de lactado (@LL) e outro
com uma velocidade relativamente mais rápida acima de seu nível de limiar de
lactato (>LL). Os indivíduos que não treinavam funcionavam como grupo de
controle. Ambos os grupos de treinamento completavam uma milhagem semanal
semelhante. A distância percorrida durante a primeira semana foi de
O programa de treinamento anual
elevava o VO2máx. em 9,9% para o grupo @LL e em 11,8% para o grupo >LL. Além
disso, o grupo @LL aumentava o VO2 do exercício para seu liminar de lactado
(VO2 - LL) em 21,5%, enquanto o VO2 –LL do grupo com um liminar de lactado
superior aumentava em 28%. Não ocorreram mudanças no grupo controle. Não
surgiram diferenças na massa corporal, no percentual de gordura corporal ou na
massa corporal adiposa entre os grupos, porém o grupo >LL mostrava uma certa
tendência em reduzir o percentual de gordura. Entretanto, ambos os grupos de
treinamento aumentaram sua massa corporal livre de gordura com o treinamento.
Essa pesquisa mostrou que o
treinamento com exercícios aumenta a liberação pulsátil de GH em repouso por
exacerbação da amplitude, porém somente quando a intensidade do treinamento
fica acima do LL. O treinamento com intensidades acima do LL pode constituir
uma maneira útil de aumentar a secreção pulsátil de GH nas condições com uma
menor liberação de GH, como, por exemplo, no envelhecimento e na obesidade
(quando costuma existir uma perda concomitante de massa corporal livre de
gordura).
O hormônio de crescimento atua em
locais extra esqueleto, promovendo no metabolismo de cálcio e fósforo, uma
absorção de cálcio e fósforo, uma excreção de fósforo pelo rim, através de
ações sobre o PTH e sobre a vitamina D, na presença de hormônios sexuais
hormônios tireoidiano. Finalmente, o hormônio de crescimento tem algumas ações
descritas em massa protéica e em massa muscular, promovendo o aumento da massa
muscular. E isto teria alguma importância na ação do GH em relação à
osteoporose, porque sabe-se que o exercício pode melhorar a condição de
densidade óssea.
É sabido que após os 35 anos, quando
um pouco antes se atinge o pico da massa óssea, começa haver uma queda desta
massa. Em mulheres há uma perda de 1% ao ano até a menopausa, e nos primeiros
anos após a menopausa 2% ao ano. Esta queda é menor no homem, mas com o correr
do tempo há também uma queda de massa óssea, após o pico da massa óssea.
Adultos com deficiência de GH e diminuição de massa óssea respondem à
administração de GH, aumentando a massa óssea da região lombar. No entanto
existem poucos dados da ação de GH associada ao estrógeno.
No osso existem receptores para
estrógeno e existem receptores para hormônio de crescimento. Como a
administração de estrógeno é associada primeiramente com uma diminuição da
reabsorção óssea e não com o aumento da formação uma terapêutica combinada uma
droga que diminuísse a reabsorção, como o estrógeno e uma droga que estimulasse
a formação como GH, poderia ser bem vinda.
Programa em que estudamos o efeito da
administração do GH na densidade óssea, em mulheres menopausadas e idosas,
osteoporóticas, através da densidade óssea, com a determinação de alguns
marcadores bioquímicos de remodelação óssea. A um grupo de 10 mulheres (60 – 80
anos) com osteoporose foi dada uma dose de GH de
Obs.: Esta dose de GH nesse grupo
etário idoso é uma dose maior do que tem-se ultimamente postulado para se
administrar em pessoas idosas. Por uma condição estratégica de se dar praticamente
uma ampola por dia, este acabou sendo por kg de peso a dose.
Outras 10 mulheres receberam GH, mais
estrógeno transdérmico: foi usado o produto da Estraderm Ciba. O terceiro grupo
recebeu apenas os esteróides sexuais. O quarto grupo de mulheres recebeu apenas
cálcio, que era também administrado por outros grupos 1g/dia. A avaliação
destas pacientes era feita a cada 3 meses, num período de um ano. Eram
avaliadas por um ginecologista, faziam ultra-sonografia abdominal, eram
avaliadas também a densidade óssea, efetuada neste período a cada 3 meses, e a
relação de hidroxipolina urinária e creatinina, como um índice de reabsorção
óssea e a avaliação de osteocalcina e de fosfatasse alcalina, como um índice de
formação óssea.
Avaliações feitas antes de iniciar o
programa, mostrou que embora seja heterogêneo o grupo, podemos ver os níveis de
GH considerados deficientes, quando comparados com adultos com dosagens de GH
normais.
Em relação aos índices de
"turnover" ósseo (quantidade de material ósseo metabolizado dentro de
um determinado período de tempo). O grupo que tomou GH, com cálcio apenas, quer
com estrógeno e progesterona, houve um aumento do nível de osteocalcina
bastante intenso em relação ao basal, sugerindo um aumento de formação óssea,
ao passo que nos grupos tomaram estrógeno e cálcio ou apenas cálcio não se
verificou este resultado.
Quanto a densitometria óssea, pode se
verificar o seguinte: o cálcio administrado isoladamente não foi capaz de
manter a densiometria em relação ao basal.(expressa-se o basal como 100% e o
que está abaixo do basal é uma diminuição da densitometria e no que está a cima
do basal infere-se que houve aumento da massa óssea). Na coluna lombar o cálcio
isoladamente não só não manteve essa densidade óssea, mas durante este acompanhamento
nessas mulheres, houve uma queda da densiometria de cerca de 6%. O GH isolado,
aparentemente não modificou a densiometria óssea, quando comparado ao grupo só
de cálcio, houve um crescimento de massa óssea, isto é, houve menos perda. Os
dois grupos que se mostraram com maior ação foram os grupos que se deu apenas
estrógeno e progesterona com cálcio e o grupo que tomou hormônio crescimento,
estrógeno e progesterona com cálcio. Em relação ao fêmur praticamente a mesma
coisa aconteceu. Novamente o estrógeno com GH, mostrou melhora da densidade
óssea.
Podemos dizer que a administração de
GH, em relação a densiometria óssea, que é o parâmetro para melhora na
osteoporose mostrou uma proteção em relação ao cálcio isoladamente, mas não
mostrou melhor do que o estrógeno ou do que a associação estrógeno e GH.
Há muitas semelhanças entre as
características fisiológicas do envelhecimento e as características
fisiológicas de deficiência de GH. Por exemplo: com o envelhecimento a massa
corporal magra (Lean Body Mass on LBM) diminui, como na deficiência de GH, e
sabemos que o tratamento com o GH, na deficiência de GH, irá restaurar, isto e,
pode –se dizer o mesmo a respeito da massa óssea, da massa de gordura e também
da água e diversos outros parâmetros. Portanto, esta constitui realmente a base
de que talvez a diminuição de secreção de hormônio de crescimento seja
responsável pelas características de envelhecimento.
O ciclo de nascer, reproduzir,
envelhecer, adoecer e morrer, era necessário ao ciclo da vida. A evolução das espécies não aconteceria se
os mais velhos e portanto mais
experientes concorressem com as novas gerações. O envelhecimento dos mais antigos, a perda
de sua força, da saúde, e morte, assegurou a evolução das espécies porque –
entre as novas gerações - desenvolviam e reproduziam-se com maior rapidez e
eficiência os espécimes mutantes mais adaptados ao meio. Se os mais antigos não
falecessem, através do mecanismo do envelhecimento, a evolução das espécies
ficaria seriamente comprometida.
Diante da falta dos aminoácidos,
as glândulas não podem produzir os hormônios, em especial o GH, e o organismo
vai enfraquecendo. Por mais que faça
exercícios, e consuma alimentos ricos em proteína, vai perder massa muscular e
ganhar gordura. O sistema imunológico torna-se indolente, cada vez mais,
permitindo que seja vítima dos agentes.
O estresse tem efeito sobre o fígado levando-o
a reduzir a síntese de aminoácidos. Ou seja, o envelhecimento reduz a
resistência, e esta redução conduz ao agravamento do problema porque o estresse
aumenta seus efeitos. Até que o organismo falece.
Vinte
aminoácidos formam as bases (building
blocks) de todas as proteínas das enzimas, hormônios, músculos, ossos,
tecidos, pele, órgãos, etc. Alguns
destes aminoácidos são necessários à secreção de hormônios, especialmente o do
crescimento – que regula todos demais.
A moderna
aplicação da ciência consiste em simplesmente fornecer ao organismos – como
suplemento alimentar para a preservação da saúde - os aminoácidos que
necessita, especialmente L-Glycine, L-Arginine Hydrochloride,
L-Ornithine Hydrochloride, L-Tyrosine, L-Lysine Hydrochloride, e
L-Glutamine, um composto que passou a ser denominado de HgH.
2.3. Conforme biótipo, as necessidades específicas para manutenção de
sua saúde envolvem em média as seguintes dosagens diárias:
1 ou 2
comprimidos de Multi Mega Minerais
Aminoácidos produzidos cuja
produção, no organismo, cai com o “envelhecimento”, cujos componentes podem ser adquiridos em
separado ou num composto, chamado Rejuava – HGH
Todos são encontrados na em locais especializados em vitaminas,
com destaque à Vitamin World que,
além de várias lojas pelos USA e Europa, vende pela Internet www.vitaminworld.net/scripts2/start.exe/vitworld/main.html a encomenda pode ser paga mediante cartão de
crédito internacional.
2.3.1. Os
comprimidos de liberação lenta (time
realese) proporcionam a manutenção de doses constantes de Vitamina C que o
organismo necessita, compactados de maneira a serem lentamente dissolvidos no
estômago. Os comprimidos contém extrato de pétalas de rosas para neutralizar
acidez que poderia advir da liberação do ácido ascórbico. Esse tipo de
comprimido não é produzido no Brasil. Aqui, os laboratórios limitam-se à
produção de dois tipos de Vitamina C.
Há os comprimidos simples, que caem no estômago e são rapidamente
dissolvidos provocando acidez estomacal, um pico nos níveis de vitamina C no
organismo durante alguns minutos, seguidos de uma redução igualmente rápida a
quase nada durante horas e horas. É o
chamado efeito sanfona, provoca muito
mais mal do que bem, afetando o
equilíbrio do organismo. Outro tipo
Vitamina produzido no Brasil são as efervescentes. Verdadeiras “bombas”. Causam o mesmo efeito sanfona – mas agravado
por sua composição química: Para
“efervescer”, contém sódio e açúcar – sabidamente um veneno de efeito lento
para a saúde (veja a propósito www.padilla.adv.br/saude/acucar).
A produção de tais tipos de
Vitaminas, manifestamente imprestáveis ao consumo ortomolecular, compõe
uma estratégia dos laboratórios: não
permitir que a população tenha informação sobre os efeitos benéficos de
vitaminas adequadas. As vitaminas C
produzidas no Brasil não fazem bem algum para a saúde, o que contribuiu para a
manutenção da crença – habilmente espalhada pela rede da “indústria da doença”, de
que nós, seres humanos, não precisaríamos tomar Vitaminas para nos manter
saudáveis e que bastaria uma alimentação “adequada”. Logo, como os comprimidos Time
Release com Rose Hips são indispensáveis à manutenção
da saúde, e não são fabricados em território nacional, devem ser considerados
como medicamentos destinados a pessoa física e, portanto, não deveriam ser
taxados da maneira como aconteceu.
2.3.2. O
mesmo acontece com o “Rejuva HgH”, o
composto de aminoácidos, cuja composição e necessidade foram acima enfocados e
sequer é produzido no Brasil.
2.3.3. Também ocorre com respeito aos Multiminerais,
cuja composição a seguir indicada não encontra similar nacional:
Multiminerais código 7442
Multi-Mega
Mineral Tablets - Supplement Facts
Serving Size 2 tablets (dose diária, dois tabletes)
Amount Per Serving
Vitamin D (as Cholecalciferol 400 I.U.
Calcium (as Oyster Shell) 1,000 mg
Iron (as Iron Amino Acid Chelate) 30 mg
Iodine (as Kelp) 150 mcg
Magnesium (as Magnesium Oxide) 500 mg
Zinc (as Zinc Amino Acid Chelate) 22.5 mg
Copper (as Copper Amino Acid Chelate) 3 mg
Manganese (as Manganese Amino Acid Chelate) 10 mg
Chromium (as
Chromium Amino Acid Chelate) 100 mcg
Chloride (as
Potassium Chloride) 90 mg
Potassium (as
Potassium Chloride) 95 mg
Betaine Hydrochloride 100 mg
Glutamic Acid Hydrochloride 100 mg
Para ter mais saúde beba bastante água
pura e, ao fazê-lo, tenha em mente
que esse líquido está ligado à vida porque tem a propriedade de absorver
vibrações e energia,
podendo ser magnetizada. O fenômeno explica como funcionam as diluições
da homeopatia que,
quando não resta qualquer molécula do princípio ativo na solução, a água
preserva a impressão magnética da molécula que estimula o organismo. Saiba mais clicando aquiÿ
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tendentes ao equilíbrio... Retrospectiva da revista IstoÉ ao fim de 2005: “Novas descobertas
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A Bíblia
foi alterada após o Século V suprimindo as referências à crença reencarnacionista
mas, sendo um livro grande, algumas partes escaparam: Entenda os motivos
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Na concepção difundida por Descartes, o "Especialista"
era quem sabia cada vez mais...
Sobre cada vez menos...
Cada vez mais...
Sobre cada vez menos
Até saber o tudo sobre o nada, conforme picardia
de Millor Fernandes
Saiba mais sobre o processo de conhecimento e como aperfeiçoá-lo usando os atalhos para os
caminhos da sabedoria, abaixo.
Acelere o
conhecimento: Aprenda mais rápido e
melhor Na
falta de um poder de compreensão adequado,
instrumento valioso é tempo. O “teste do passar tempo” desacredita
crenças, costumes, modismos e convicções falsas. E faz renascer as verdadeiras.
Certo e verdadeiro consegue resistir com o passar dos anos, séculos ou
milênios. A instituição família é certa e verdadeira. Existe desde o início das
civilizações. A crença num ente superior também o é. Permeou todas as
sociedades, desde o início dos tempos. Falar em Cristo suscita controvérsias
mas nem o maior dos céticos duvida que algo muito extraordinário ocorreu na
antiga Galiléia mudando o curso da história universal sem uso da força
militar ou do poder econômico. Embora o Cristianismo
esteja impregnado de valores tomados de empréstimo das anteriores
religiões orientais, em especial do Zoroastrismo persa, suas verdades
são fortes porque resistiram e se multiplicaram em dois milênios. Aliás, grande
parte (senão todo) conhecimento da civilização humana tem sua fonte na primeira
comunidade a desenvolver a agricultura e, com alimentos abundantes, dispor de
tempo e cada vez mais recursos para descobrir e desenvolver tecnologias e
fomentar o saber. Observe o infográfico comparando a evolução da
civilização através de várias culturas clicando aqui %.
Analise alguns aspectos dessa evolução clicando aquiü.
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