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Saúde à direito de todos

 

Somos 70% água.   Saiba como imantá-la para sua saúde clicando aqui ÿ

Evite o açúcar.  Saiba o quanto ele é tóxico clicando aqui ÿ

Aubrey de Grey, pesquisador da Universidade de Cambridge, no Reino Unido, que se define como "gerontologista biomédico" acaba de lançar bases da imortalidade do corpo no encontro anual da AAAS (Associação Norte-Americana para o Progresso da Ciência, na sigla em inglês), em Saint Louis, EUA, sustentou que as tecnologias atualmente em desenvolvimento, permitirão termos uma longevidade de mais de cem anos. Nesse tempo, os progressos serão tantos que a longevidade será eterna. Acena com hipóteses como de vírus e bactérias geneticamente modificados. Introduzidos no organismo, os vírus cuidariam, por exemplo, de preservar o DNA evitando que degenere, o que atualmente acontece com a idade.  As bactérias limpariam o "lixo" (toxinas) cujo tamanho e características impedem sua saída pelos mecanismos de filtros (rins e glândulas sudoríferas) e se acumulam no corpo, entupindo a matriz, artérias, sistema linfático, etc.

No Brasil, nós dispomos sequer do que assegura a Constituição Federal:

Art. 6º São direitos sociais a educação, a saúde, o trabalho, a moradia, o lazer, a segurança, a previdência social, a proteção à maternidade e à infância, a assistência aos desamparados, na forma desta Constituição.

A preocupação constitucional é com a verdadeira medicina,  a manutenção da saúde. Evitar a doença que é um estado de desequilíbrio é muito mais importante do que combater sintomatologias instaladas.  Nesse sentido, diz a Magna Carta:

Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.

Não obstante, o forte e todo poderoso lobby da industria da doença se faz sentir, por exemplo, na desinformação, e nas dificuldades de importação de vitaminas - produtos sem similar nacional – destinados a preservar a saúde, taxados a base de 60% de Imposto de Importação, ofendendo ao art.196, da Constituição Federal, piorando a carga de impostos já excessiva (veja detalhes clicando aqui ó) .

A mesma discriminação, sobrem as outras formas de medicina. Medicina tradicional é a chinesa, que tem 6 mil anos, funciona bem, mas é ocultada aqui. Por sorte, ganha espaços a eficiente e cada dia melhor Homeopatia. Saiba mais sobre Homeopatia clicando aqui ó.

2.1.  Preservação da saúde x Indústria da Doença

Cada vez se torna mais clara a importância da preservação da saúde, especialmente pelo suprimento das necessidades corpóreas, especialmente devido ao ramo denominado medicina ortomolecular.  A literatura a respeito é farta e consegue ocupar espaços porque, criada por americanos, venceu a barreira imposta pelos poderosos “lobies” das multinacionais de medicamentos, interessadas em que as pessoas percam a saúde, e sejam obrigadas a consumir medicamentos e tratamentos caros, que propiciam lucros milionários aos laboratórios.

A redescoberta vem de muito tempo, talvez sempre tenha existido, de certa forma, mas encontrou grande alento nos trabalhos do corajoso bioquímico Linus Pauling.

A “famosa” tabela periódica de elementos, que todo estudante utiliza, é apenas uma de suas criações.      Nascido em 1901, foi uma das pouquíssimas pessoas premiadas mais de uma vez com o Premio Nobel.             Em 1986, publicou um livro resumindo seus estudos bioquímicos de décadas. Traduzido em 1988 pela editora Best Seller: “Como viver mais e melhor”.

Expôs como – e porque - os laboratórios farmacêuticos e demais integrantes da indústria da doença trabalham para evitar que a população consuma vitaminas e minerais:     Haveria mais saúde e, com a redução das doenças, perderiam os lucros da venda dos remédios caros e dos dispendiosos tratamentos hospitalares.

O maior negócio realizado no século vinte foi a fusão de dois laboratórios farmacêuticos europeus.  Cada um deles produz menos de uma dúzia de medicamentos e fatura bilhões de dólares – tal o tamanho do mercado da indústria da doença...

Multiminerais e vitaminas são baratos e sua venda produz lucros pequenos.  Por exemplo, Vitamina C é facilmente fabricada retirando 4 átomos de hidrogênio de uma molécula de glicose.

A molécula de Glicose è C-6+H-12+O-6  contém 6 átomos de Carbono, 12 átomos de Hidrogênio e 6 átomos de Oxigênio. Já a molécula de Vitamina C (ácido C-ascórbico) contém os mesmos 6 átomos de Carbono e os mesmos 6 átomos de Oxigênio e apenas difere na quantidade de átomos de Hidrogênio, menor, ao invés de doze, são oito:   C-6+H-8+O-6

Para desestimular o consumo de Vitamina C espalham boatos de que poderia levar ao aparecimento de cálculo renal.   Besteira !     Há muitas décadas Linus Pauling iniciou tratamentos com megadoses de Vitamina C.      Pacientes com neoplasia (câncer disseminado) foram tratados durante dez, quinze anos, e considerados recuperados,  isto é, curados do câncer,   com megadoses de até 200 gramas de Vitamina C diárias.  Nunca houve registro de um caso sequer de cálculo renal ligado ao consumo de Vitamina C.

Repetindo: nunca, nem em suas clínicas, ou em parte alguma, houve o registro de um caso sequer de tal doença !

Outra inverdade:   A Vitamina C seria eliminada pela urina.   Não passa de boato.   Primeiro porque o organismo utiliza a Vitamina C em diversas funções metabólicas,  e as “doses recomendadas” pelos lobbies considera apenas uma das funções metabólicas,  “esquecendo” que a Vitamina C utilizada nas demais atividades...    Segundo:   A administração oral de uma dose elevada provoca alteração no trabalho intestinal - mecanismo natural de controle da dosagem necessária. A Vitamina C em excesso sequer é absorvida pelo organismo!    Tal mecanismo, combinado aos comprimidos de liberação lenta (time realese) proporcionam a manutenção de doses constantes de Vitamina C que o organismo necessita.

Todos mamíferos necessitam de boas doses de Vitamina C para preservação da sua saúde. Os fígados de cães, gatos, etc., produzem dezenas de gramas de Vitamina C diariamente. Dos mamíferos, apenas os primatas superiores – que constituem o topo da evolução, não produzem Vitamina C.

Os primatas surgiram no continente (um só: Pangea) ao mesmo tempo que os cetáceos nos oceanos (que deram origem às baleias e golfinhos). Ao longo de sua evolução, todas espécies tiveram mutantes mais adaptados ao meio, que progrediram. Os menos adaptados morrem mais rapidamente e dificilmente deixam descendentes, até que desaparecem. Num determinado momento da evolução dos primatas,   um ancestral comum aos hominídeos, chipanzés e gorilas,   originou um mutante cujo fígado não produzia Vitamina C.     Este espécime sobreviveu porque sua alimentação continha elevada dose dessa Vitamina,  de maneira a não ser necessário produzi-la...   Com seu fígado desocupado de produzir Vitamina,   sobrava energia e tempo de trabalho do fígado para produzir MAIS proteína.    Produzindo maior QUANTIDADE de proteína,   obviamente que esse nosso ancestral cresceu muito mais rápido,   e ficou muito mais forte.   Ao disputar alimentos, vencia sempre.    Procriou em maior quantidade e com maior rapidez – e passou essa característica aos seus descendentes.   Cresciam mais rápido,  ficavam mais fortes, procriavam mais.   Até que o nascido como uma mutação da natureza,    em algumas dezenas de gerações transformou-se no espécime dominante, e provocou o desaparecimento do mais fraco – cujo fígado produzia a vitamina,   porque não tinha como concorrer por comida e procriação.

Em tempos modernos e urbanos, a completa saúde corporal exige complementos sintéticos.  Nas grandes e médias cidades é impossível praticar alimentação com alto teor de vitamina C.    Não consumimos carne de caça logo após abatida (mamíferos, quando em estresse como ao serem perseguidos durante uma caçada, produzem altas doses de Vitamina C - liberadas na corrente sangüínea e que preenchem todo tecido muscular. A carne crua de caça de mamíferos, logo após abatida, é riquíssima em Vitamina C). mas carne de gado pacífico,  abatido cada dia com menor estresse... E a comemos cozida ou assada, de maneira que o teor de vitamina C é quase zero.

Frutas? Goiaba vermelha, figo, kiwi, são os mais ricos mas, mesmo assim, tem doses pequenas de Vitamina C comparadas aos vegetais. As demais frutas, tem doses ínfimas... Sobram mesmo as verduras, que devem ser de cor intensa como couve, brócolis, as folhas da couve flor, rúcula, agrião, radiche... Contudo, para não perder o teor de Vitaminas, devem ser consumidas cruas e sem uso de vinagre. O tempero e o calor, ao cozinhar ou mesmo refogar, oxidam a vitamina C.    Mas sabidamente é temerário comer vegetais crus, porque pelos núcleos urbanos disseminam doenças. Vemos, portanto, que uma dieta baseada somente em alimentos naturais não é capaz de suprir as necessidades humanas.

Ademais, o solo brasileiro, devido a uma série de fatores, especialmente a sua formação recente, é pobre em alguns dos minerais importantes para a preservação do equilíbrio. É necessário suplemento diário.

A Vitamina E, além de indispensável à manutenção da saúde das artérias, é importante fator potencializador do equilíbrio corpóreo, auxiliando na desintoxicação dos radicais livres e dos metais indesejados.

Mas o fator mais moderno na medicina ortomolecular foi a descoberta de que o envelhecimento após a puberdade, e as doenças que enseja, estão ligados à redução na produção de hormônios, especialmente o GH. As glândulas querem produzir os hormônios, mas não dispõe da matéria prima, os aminoácidos. E tudo acontece porque o fígado diminui a produção de aminoácidos indispensáveis a produção dos hormônios.

 

2.2.         O mecanismo do envelhecimento.

Há tempo a observação e experimentos permitiram aos cientistas saber da relação entre o envelhecimento e a redução na produção dos hormônios, em especial o GH, denominado de hormônio do crescimento devido à sua presença estar associada à formação e desenvolvimento dos tecidos.

Contudo,  tentativas de administrá-lo resultavam vergonhosos fracassos:   Não houve meios de precisar a dosagem necessária, variável entre os indivíduos e, no próprio, de um momento para outro.

A aplicação menor não surte resultados satisfatórios. A dosagem excessiva provocava efeitos colaterais, resultando em mais problemas que benefícios.

A propósito, dentre a literatura médica, destacamos o enfoque da Drª Cláudia Dornelles Schneider:

Também chamado de hormônio somatotrófico (SH) ou somatotrofina.

Pequena molécula de proteína que contém 188 aminoácidos em uma única cadeia. Atua no desenvolvimento de todos os tecidos do corpo, capazes de crescer. Promove tanto crescimento em tamanho das células, quanto o número de mitoses, aumentando como o desenvolvimento de um número maior de células.

 

O Hormônio de Crescimento (GH) aumenta da pré-puberdade para a adolescência e da adolescência em diante, sofre então uma queda constante com a idade (Prof. Dr. Jens Christiansen).

Com o envelhecimento, a massa corporal magra diminui, massa óssea diminui, bem como a alteração da massa gorda, e diversos outros fatores caracterizam o envelhecimento, que são relacionados também, com as características da diminuição da secreção do hormônio de crescimento.

 

·              Efeitos Metabólicos do GH

No adulto, o GH facilita a síntese protéica aumentando o transporte de aminoácidos através de membranas plasmáticas, estimulando a formação de RNA, ou ativando os ribossomas celulares, que aumentam a síntese protéica.

A liberação do GH acarreta também, uma queda no fracionamento dos carboidratos e a mobilização subseqüente e utilização das gorduras como fonte energética.

O Dr. Rudmar foi o primeiro a fazer experimentos controlados para estudo, em publicação do New England Journal of Medicine, há 6 ou 7 anos. Estudou um grupo de homens com idade acima de 61 anos e o critério para inclusão das mesmas foi o nível de I G F-I baixo.

Grupo de 21 pacientes durante 6 meses de tratamento, o nível de I G F-I subiu significante, em resposta ao tratamento com GH. Em relação ao grupo que recebeu placebo.

Houve também alterações na composição corporal, alteração de massa corporal magra, massa de gordura diminuída, peso inalterado, e uma pequena mudança no conteúdo mineral ósseo das vértebras.

Temos estas características clínicas comuns, deficiência do GH com o envelhecimento normal: síntese de proteína diminuída, massa magra diminuída e conteúdo mineral ósseo diminuído.

 

·              GH, Exercícios e Síntese Tecidual

Um período, agudo de atividade física, estimula a liberação do GH e, ao ser aumentada a intensidade do exercício, observa- se uma elevada brusca na produção de GH e na secreção total. Quando exercitados até a exaustão, indivíduos tanto aptos quanto sedentários mostram aumentos semelhantes na concentração do GH, porém os indivíduos sedentários mantém níveis altos por várias horas durante o período de recuperação. Para o exercício submáximo padronizado, a resposta do GH é maior na pessoa sedentária. Levando-se em conta quem esse nível absoluto de trabalho representa uma maior demanda imposta ao indivíduo menos apto, a liberação de GH pode estar relacionada com a intensidade relativa do esforço. Com bastante freqüência, os pesquisadores utilizam o termo fatores de crescimento semelhantes à insulina (IGF), para descrever os efeitos anabólicos do GH sobre a hipertrofia muscular induzida pelo exercício. Os polipetídios do IGF ( designados de IGF – I e IGF – II) interagem com o GH para facilitar a ocorrência de seus muitos efeitos sobre as fibras musculares.

A pesquisa recente (Wetman, A. et al.: O treinamento de endurance intensifica a liberação pulsátil do Hormônio de Crescimento: Efeitos da intensidade do treinamento) focalizou a resposta por parte do GH a uma única seção de exercício e ao treinamento prolongado. Enquanto a maioria dos investigadores relata que um período de exercício intenso eleva a concentração plasmática de GH do indivíduo, existe menos informação acerca dos níveis de GH durante o treinamento com exercícios a longo prazo. A dinâmica de secreção de GH durante o treinamento com exercícios adquire importância clínica, por causa da relação causal entre a disponibilidade de GH e a manutenção do tecido corporal magro no envelhecimento e na obesidade assim como durante uma perda de peso.

Wetman e colaboradores estudaram a resposta do GH a um programa de treinamento com corridas aeróbias de 52 semanas em 21 mulheres sadias eumenorréicas. Havia dois grupos de treinamento: um corria com uma velocidade correspondente ao seu limiar de lactado (@LL) e outro com uma velocidade relativamente mais rápida acima de seu nível de limiar de lactato (>LL). Os indivíduos que não treinavam funcionavam como grupo de controle. Ambos os grupos de treinamento completavam uma milhagem semanal semelhante. A distância percorrida durante a primeira semana foi de 5 milhas; a milhagem semanal aumentava gradualmente para 24 milhas por semana na vigésima semana e continuava com 24 milhas por semana até a quadragésima semana. Daí em diante, a milhagem semanal aumentava em 1,25 milha para cada três das semanas. Os indivíduos corriam entre 35 e 40 milhas por semana no final do estudo.

O programa de treinamento anual elevava o VO2máx. em 9,9% para o grupo @LL e em 11,8% para o grupo >LL. Além disso, o grupo @LL aumentava o VO2 do exercício para seu liminar de lactado (VO2 - LL) em 21,5%, enquanto o VO2 –LL do grupo com um liminar de lactado superior aumentava em 28%. Não ocorreram mudanças no grupo controle. Não surgiram diferenças na massa corporal, no percentual de gordura corporal ou na massa corporal adiposa entre os grupos, porém o grupo >LL mostrava uma certa tendência em reduzir o percentual de gordura. Entretanto, ambos os grupos de treinamento aumentaram sua massa corporal livre de gordura com o treinamento.

Essa pesquisa mostrou que o treinamento com exercícios aumenta a liberação pulsátil de GH em repouso por exacerbação da amplitude, porém somente quando a intensidade do treinamento fica acima do LL. O treinamento com intensidades acima do LL pode constituir uma maneira útil de aumentar a secreção pulsátil de GH nas condições com uma menor liberação de GH, como, por exemplo, no envelhecimento e na obesidade (quando costuma existir uma perda concomitante de massa corporal livre de gordura).

O hormônio de crescimento atua em locais extra esqueleto, promovendo no metabolismo de cálcio e fósforo, uma absorção de cálcio e fósforo, uma excreção de fósforo pelo rim, através de ações sobre o PTH e sobre a vitamina D, na presença de hormônios sexuais hormônios tireoidiano. Finalmente, o hormônio de crescimento tem algumas ações descritas em massa protéica e em massa muscular, promovendo o aumento da massa muscular. E isto teria alguma importância na ação do GH em relação à osteoporose, porque sabe-se que o exercício pode melhorar a condição de densidade óssea.

É sabido que após os 35 anos, quando um pouco antes se atinge o pico da massa óssea, começa haver uma queda desta massa. Em mulheres há uma perda de 1% ao ano até a menopausa, e nos primeiros anos após a menopausa 2% ao ano. Esta queda é menor no homem, mas com o correr do tempo há também uma queda de massa óssea, após o pico da massa óssea. Adultos com deficiência de GH e diminuição de massa óssea respondem à administração de GH, aumentando a massa óssea da região lombar. No entanto existem poucos dados da ação de GH associada ao estrógeno.

No osso existem receptores para estrógeno e existem receptores para hormônio de crescimento. Como a administração de estrógeno é associada primeiramente com uma diminuição da reabsorção óssea e não com o aumento da formação uma terapêutica combinada uma droga que diminuísse a reabsorção, como o estrógeno e uma droga que estimulasse a formação como GH, poderia ser bem vinda.

Programa em que estudamos o efeito da administração do GH na densidade óssea, em mulheres menopausadas e idosas, osteoporóticas, através da densidade óssea, com a determinação de alguns marcadores bioquímicos de remodelação óssea. A um grupo de 10 mulheres (60 – 80 anos) com osteoporose foi dada uma dose de GH de 0,05 a 0,09 unidades por kg/dia subcutânea, de preferência à noite, diariamente.

Obs.: Esta dose de GH nesse grupo etário idoso é uma dose maior do que tem-se ultimamente postulado para se administrar em pessoas idosas. Por uma condição estratégica de se dar praticamente uma ampola por dia, este acabou sendo por kg de peso a dose.

Outras 10 mulheres receberam GH, mais estrógeno transdérmico: foi usado o produto da Estraderm Ciba. O terceiro grupo recebeu apenas os esteróides sexuais. O quarto grupo de mulheres recebeu apenas cálcio, que era também administrado por outros grupos 1g/dia. A avaliação destas pacientes era feita a cada 3 meses, num período de um ano. Eram avaliadas por um ginecologista, faziam ultra-sonografia abdominal, eram avaliadas também a densidade óssea, efetuada neste período a cada 3 meses, e a relação de hidroxipolina urinária e creatinina, como um índice de reabsorção óssea e a avaliação de osteocalcina e de fosfatasse alcalina, como um índice de formação óssea.

Avaliações feitas antes de iniciar o programa, mostrou que embora seja heterogêneo o grupo, podemos ver os níveis de GH considerados deficientes, quando comparados com adultos com dosagens de GH normais.

Em relação aos índices de "turnover" ósseo (quantidade de material ósseo metabolizado dentro de um determinado período de tempo). O grupo que tomou GH, com cálcio apenas, quer com estrógeno e progesterona, houve um aumento do nível de osteocalcina bastante intenso em relação ao basal, sugerindo um aumento de formação óssea, ao passo que nos grupos tomaram estrógeno e cálcio ou apenas cálcio não se verificou este resultado.

Quanto a densitometria óssea, pode se verificar o seguinte: o cálcio administrado isoladamente não foi capaz de manter a densiometria em relação ao basal.(expressa-se o basal como 100% e o que está abaixo do basal é uma diminuição da densitometria e no que está a cima do basal infere-se que houve aumento da massa óssea). Na coluna lombar o cálcio isoladamente não só não manteve essa densidade óssea, mas durante este acompanhamento nessas mulheres, houve uma queda da densiometria de cerca de 6%. O GH isolado, aparentemente não modificou a densiometria óssea, quando comparado ao grupo só de cálcio, houve um crescimento de massa óssea, isto é, houve menos perda. Os dois grupos que se mostraram com maior ação foram os grupos que se deu apenas estrógeno e progesterona com cálcio e o grupo que tomou hormônio crescimento, estrógeno e progesterona com cálcio. Em relação ao fêmur praticamente a mesma coisa aconteceu. Novamente o estrógeno com GH, mostrou melhora da densidade óssea.

Podemos dizer que a administração de GH, em relação a densiometria óssea, que é o parâmetro para melhora na osteoporose mostrou uma proteção em relação ao cálcio isoladamente, mas não mostrou melhor do que o estrógeno ou do que a associação estrógeno e GH.

Há muitas semelhanças entre as características fisiológicas do envelhecimento e as características fisiológicas de deficiência de GH. Por exemplo: com o envelhecimento a massa corporal magra (Lean Body Mass on LBM) diminui, como na deficiência de GH, e sabemos que o tratamento com o GH, na deficiência de GH, irá restaurar, isto e, pode –se dizer o mesmo a respeito da massa óssea, da massa de gordura e também da água e diversos outros parâmetros. Portanto, esta constitui realmente a base de que talvez a diminuição de secreção de hormônio de crescimento seja responsável pelas características de envelhecimento.

 

Paralelamente aos estudos onde hormônio foi administrado aos pacientes,  outros centros - dentre os quais podemos destacar a Clínica da Doutora Anna Aslan, experimentaram outros métodos.     Passaram a estudar o GH - hormônio do crescimento.   Vimos acima que esse GH consiste em uma “pequena molécula de proteína que contém 188 aminoácidos em uma única cadeia.”

Examinando a molécula perceberam que alguns aminoácidos que a compõe[1] não são encontrados nos alimentos, e passaram a investigar de onde o organismo os obtém. Mais algum trabalho de pesquisa e... Pronto:   O fígado os produz.   Logo, quem controla ou quem provoca o envelhecimento é o fígado. Quando reduz a produção de aminoácidos indispensáveis para a produção dos hormônios.

Alguns aminoácidos não são encontrados nos alimentos. O Fígado regula a vida. O mamífero começa a envelhecer e adoecer a partir da puberdade quando o fígado reduz a produção dos aminoácidos...

O ciclo de nascer, reproduzir, envelhecer, adoecer e morrer, era necessário ao ciclo da vida.   A evolução das espécies não aconteceria se os mais velhos e portanto mais experientes concorressem com as novas gerações.     O envelhecimento dos mais antigos, a perda de sua força, da saúde, e morte, assegurou a evolução das espécies porque – entre as novas gerações - desenvolviam e reproduziam-se com maior rapidez e eficiência os espécimes mutantes mais adaptados ao meio. Se os mais antigos não falecessem, através do mecanismo do envelhecimento, a evolução das espécies ficaria seriamente comprometida.

Diante da falta dos aminoácidos, as glândulas não podem produzir os hormônios, em especial o GH, e o organismo vai enfraquecendo.   Por mais que faça exercícios, e consuma alimentos ricos em proteína, vai perder massa muscular e ganhar gordura. O sistema imunológico torna-se indolente, cada vez mais, permitindo que seja vítima dos agentes.

 O estresse tem efeito sobre o fígado levando-o a reduzir a síntese de aminoácidos. Ou seja, o envelhecimento reduz a resistência, e esta redução conduz ao agravamento do problema porque o estresse aumenta seus efeitos. Até que o organismo falece.

Vinte aminoácidos formam as bases (building blocks) de todas as proteínas das enzimas, hormônios, músculos, ossos, tecidos, pele, órgãos, etc.  Alguns destes aminoácidos são necessários à secreção de hormônios, especialmente o do crescimento – que regula todos demais.

A moderna aplicação da ciência consiste em simplesmente fornecer ao organismos – como suplemento alimentar para a preservação da saúde - os aminoácidos que necessita,  especialmente L-Glycine, L-Arginine Hydrochloride, L-Ornithine Hydrochloride, L-Tyrosine, L-Lysine Hydrochloride, e L-Glutamine,  um composto  que passou a ser denominado de HgH.

 

 

2.3.        Conforme biótipo, as necessidades específicas para manutenção de sua saúde envolvem em média as seguintes dosagens diárias:

1 a 6 comprimidos de Vitamina C-1500mg Time Release with Rose Hips Tablets

1 ou 2 comprimidos de Multi Mega Minerais

1 a 3 comprimidos de Vitamina E 400 UI

Aminoácidos produzidos cuja produção, no organismo, cai com o “envelhecimento”,  cujos componentes podem ser adquiridos em separado ou num composto, chamado Rejuava – HGH

Todos são encontrados na em locais especializados em vitaminas, com destaque à Vitamin World que, além de várias lojas pelos USA e Europa, vende pela Internet www.vitaminworld.net/scripts2/start.exe/vitworld/main.html a encomenda pode ser paga mediante cartão de crédito internacional.

 

2.3.1.                      Os comprimidos de liberação lenta (time realese) proporcionam a manutenção de doses constantes de Vitamina C que o organismo necessita, compactados de maneira a serem lentamente dissolvidos no estômago. Os comprimidos contém extrato de pétalas de rosas para neutralizar acidez que poderia advir da liberação do ácido ascórbico. Esse tipo de comprimido não é produzido no Brasil. Aqui, os laboratórios limitam-se à produção de dois tipos de Vitamina C.    Há os comprimidos simples, que caem no estômago e são rapidamente dissolvidos provocando acidez estomacal, um pico nos níveis de vitamina C no organismo durante alguns minutos, seguidos de uma redução igualmente rápida a quase nada durante horas e horas.  É o chamado efeito sanfona,   provoca muito mais mal do que bem,  afetando o equilíbrio do organismo.    Outro tipo Vitamina produzido no Brasil são as efervescentes. Verdadeiras “bombas”.   Causam o mesmo efeito sanfona – mas agravado por sua composição química:   Para “efervescer”, contém sódio e açúcar – sabidamente um veneno de efeito lento para a saúde (veja a propósito www.padilla.adv.br/saude/acucar).

A produção de tais tipos de Vitaminas, manifestamente imprestáveis ao consumo ortomolecular,   compõe uma estratégia dos laboratórios:     não permitir que a população tenha informação sobre os efeitos benéficos de vitaminas adequadas.   As vitaminas C produzidas no Brasil não fazem bem algum para a saúde, o que contribuiu para a manutenção da crença – habilmente espalhada pela rede da “indústria da doença”,   de que nós, seres humanos, não precisaríamos tomar Vitaminas para nos manter saudáveis e que bastaria uma alimentação “adequada”. Logo, como os comprimidos Time Release com Rose Hips são indispensáveis à manutenção da saúde, e não são fabricados em território nacional, devem ser considerados como medicamentos destinados a pessoa física e, portanto, não deveriam ser taxados da maneira como aconteceu.

 

2.3.2.                      O mesmo acontece com o “Rejuva HgH”, o composto de aminoácidos, cuja composição e necessidade foram acima enfocados e sequer é produzido no Brasil.

2.3.3.                      Também ocorre com respeito aos Multiminerais, cuja composição a seguir indicada não encontra similar nacional:

Multiminerais código 7442

Multi-Mega Mineral Tablets - Supplement Facts                       

Serving Size 2 tablets (dose diária, dois tabletes)                                    

Amount Per Serving

Vitamin D (as Cholecalciferol 400 I.U.

Calcium (as Oyster Shell) 1,000 mg

Iron (as Iron Amino Acid Chelate) 30 mg

Iodine (as Kelp) 150 mcg

Magnesium (as Magnesium Oxide) 500 mg

Zinc (as Zinc Amino Acid Chelate) 22.5 mg

Copper (as Copper Amino Acid Chelate) 3 mg

Manganese (as Manganese Amino Acid Chelate) 10 mg

Chromium (as Chromium Amino Acid Chelate) 100 mcg

Chloride (as Potassium Chloride) 90 mg

Potassium (as Potassium Chloride) 95 mg

Betaine Hydrochloride 100 mg

Glutamic Acid Hydrochloride 100 mg                                                              

Para ter mais saúde beba bastante água pura e, ao fazê-lo, tenha em mente que esse líquido está ligado à vida porque tem a propriedade de absorver vibrações e energia, podendo ser magnetizada. O fenômeno explica como funcionam as diluições da homeopatia que, quando não resta qualquer molécula do princípio ativo na solução, a água preserva a impressão magnética da molécula que estimula o organismo.  Saiba mais clicando aquiÿ

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Até saber o tudo sobre o nada, conforme picardia de Millor Fernandes

Saiba mais sobre o processo de conhecimento e como aperfeiçoá-lo usando os atalhos para os caminhos da sabedoria, abaixo.

Acelere o conhecimento:        Aprenda mais rápido e melhor  Na falta de um poder de compreensão adequado,  instrumento valioso é tempo. O “teste do passar tempo” desacredita crenças, costumes, modismos e convicções falsas. E faz renascer as verdadeiras. Certo e verdadeiro consegue resistir com o passar dos anos, séculos ou milênios. A instituição família é certa e verdadeira. Existe desde o início das civilizações. A crença num ente superior também o é. Permeou todas as sociedades, desde o início dos tempos. Falar em Cristo suscita controvérsias mas nem o maior dos céticos duvida que algo muito extraordinário ocorreu na antiga Galiléia mudando o curso da história universal sem uso da força militar ou do poder econômico.  Embora o Cristianismo esteja impregnado de valores tomados de empréstimo das anteriores religiões orientais, em especial do Zoroastrismo persa, suas verdades são fortes porque resistiram e se multiplicaram em dois milênios. Aliás, grande parte (senão todo) conhecimento da civilização humana tem sua fonte na primeira comunidade a desenvolver a agricultura e, com alimentos abundantes, dispor de tempo e cada vez mais recursos para descobrir e desenvolver tecnologias e fomentar o saber. Observe o infográfico comparando a evolução da civilização através de várias culturas clicando aqui %. Analise alguns aspectos dessa evolução clicando aquiü.

 

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