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Teoria Geral dos Processos:

Denominamos processo um conjunto contextualizado, composto de elementos e movimento.

A física acredita que as partículas são manifestações da energia. Logo, tudo em um processo qualquer, é energia.

Processos podem ser simples ou complexos.

Os processos simples são lineares e seqüenciais. Um componente pode ser a conclusão de outro(s); São relativamente fáceis de entender.

Os processos complexos constituem-se de interações. Cada componente pode ser a causa ou o efeito de outro(s). As relações, via de regra, são multifárias ou espaciais; ecológico-sistêmicas, e não raro multidimensional.

Todo processo é imbricado: Pode se constituir no início, no fim, ou em parte de outro processo.

De Curriculo Prof. Padilla

A comunicação é um processo complexo.

A estrutura aparente, e externa, é totalmente dependente dos processos internos:

De Educação x Lucro? Crença$ aliciada$ pela$ Corporaçõe$

Saiba mais sobre o processo de comunicação clicando aqui.

O que acontece internamente?  O processo pensamento consiste em uma interação complexa. Tudo o que é percebido pelos sentidos passa por filtros, deleção, distorção e alucinação:

A maior parte das informações sensoriais é deletada.    Nesse momento, você não está escutando todos os sons que seus ouvidos recebem;   nem processando todas as informações cinestésicas geradas em seu corpo;  muito menos observa cada detalhe captado por seus olhos.  Isso acontece porque, ao longo de milhões de anos, nosso equipamento desenvolveu a capacidade de atenção seletiva. E, numa vida, nosso processo de pensamento vai “aprendendo” a não prestar atenção em determinadas coisas. Parece sensato. Quando mais deixarmos de observar o que não importa, tanto mais energia e atenção podemos dedicar ao que realmente interessa. Contudo, algo que, num momento, pode não interessar, em outro momento poderá ser importante; lamentavelmente, o “piloto automático” do inconsciente já terá rotulado como “não interessa” e será preciso um grande esforço consciente para alterar essa programação.

Parte das informações que passa pelo filtro da deleção é distorcida. Não raro, são introduzidas alucinações. Tudo isto acontece pelo sistema de crenças e valores do inconsciente.  O resultado são crenças sobre as percepções e crenças sobre outras crenças.

O pensamento depende da vontade, canalizando energia, e direcionando aos objetivos - imediatos ou mediatos; conscientes e inconscientes – os quais influenciam, e são influenciados, pelo conjunto de crenças. Quando o pensamento é claro, atingimos os objetivos do processo.

O conflito entre crenças e objetivos do pensamento produz a frustração do processo.

Saiba mais sobre como o processo de pensamento, clicando aqui.

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No contexto jurídico, o processo tem dois objetivos:

O objetivo imediato consiste em solucionar a pretensão. A sentença é um silogismo decorrente do pedido. A fundamentação aplica o direito aos fatos considerados provados observando o devido processo legal.

O objetivo mediato é a paz social, propiciada pela credibilidade do aparato jurisdicional, contrapartida do monopólio estatal da jurisdição. Daí a necessidade de fundamentar logicamente convincente, sem omitir os fatos ou fundamentos (art.93-IX C.F.). A paz social é abalada a cada injustiça porque a impunidade dos maus, gera a audácia deles. A ousadia, estimulada pela ineficácia do direito, desequilibra a sociedade, pois fomenta toda espécie de comportamentos danosos.

Até o Sec.XIX, o processo jurídico era informado pela moral vigente, a qual exigia uma postura ética, não tolerando o inadimplemento das obrigações. As discussões eram praticamente limitadas às efetivas divergências de interpretação do direito.

Em meados do Sec.XX, quando o consumidor prejudicado reclamava, enfrentava uma discussão judicial longa, com condenações pífias, ou de valor ínfimo. Em 1990 foi editada uma nova legislação, o CDC Código do Consumidor, para revolucionar as relações de consumo, estimulando o aperfeiçoamento dos bens e serviços, e a livre concorrência.

Contudo, no final do sec.XX, o poder econômico dominara a sociedade, manipulava a informação, criava e modificava as crenças e, conseqüentemente, o pensamento da população, inclusive dos magistrados: Caravantes registrou não haver juízes infalíveis porque o Estado "hablia de elegirlos entre los hombres” (José de Vicente Y Caravantes "Tratado Historico, Crítico Filosófico de los Procedimentos Judiciales en Materia Civil, segun la nueva lei de enjudiciamento". Madrid, 1856 tomo IV, p. 83 n. 1.495)

O poder econômico constrói idolatrias em torno das pessoas que se prestam aos seus objetivos e destroem ou impedem o crescimento de lideranças. Conheça detalhes em www.padilla.adv.br/processo/pensamento

O objetivo de lucro distorceu e manipulou as crenças e esvaziou os efeitos do Código do Consumidor. Quando um prejudicado reclama, enfrenta resistência judicial e, não raro, termina em improcedência, por qualquer pretexto, ou indenização de valor ínfimo, que não repara o dano, e a violação do direito individual fica escondida em meio a uma grande quantidade de processos onde as decisões não examinam os fatos e fundamentos. Isso é fruto da crença de que, ao negar o direito do consumidor, ou arbitrando indenizações e honorários pífios, estariam desestimulando o ajuizamento de novas ações, e com isto reduzindo o excessivo volume de processos. Falso: Por mais que insistam em negar o direito aos consumidores, ou fixar valores pífios, as pessoas com fome e sede de justiça ajuizarão ações.

Então, é exatamente o contrário: Não haveria essa grande quantidade de processos se houvesse o estímulo ao cumprimento da lei, e respeito aos direitos do consumidor e do cidadão. E nada melhor para estimular a obediência á Lei do que impor indenizações consideráveis. Nos EUA, há respeito aos direitos e cumprimento das obrigações porque os infratores sofrem as conseqüências de seus atos. Assim, ludibriados pela crença de que irão reduzir a quantidade de ações negando o direito, tornam lucrativo o desrespeito à lei, estimulam a desobediência civil, que vai aumentar a quantidade de injustiça e ações, comprometendo a paz social.

Esse desrespeito aos direitos individuais é agravado pela sublimação dos direitos coletivos. Lembrem do caso do FGTS, no qual a CEF – Caixa Econômica Federal, deveria devolver alguns bilhões, aos depositantes do FGTS, de quem suprimira a correção monetária. A variação cambial foi, durante décadas, o mais público e notório dos fatos. Até as crianças sabiam que, se não comprassem seu pirulito hoje, amanhã o dinheiro não seria suficiente. O governo, para não pagar essa conta, negou a existência da inflação. Aliás, o Poder Judiciário está sobrecarregado de ações porque o Governo não cumpre suas obrigações, os empresários não pagam o que devem, e os fornecedores de bens e serviços ludibriam o consumidor.

Recente o exemplo das empresas de telefonia, detentoras de enorme poder econômico. Praticaram atos ilegais, prejudicaram milhões de consumidores e acionistas, e conseguem se safar com decisões criticadas como aberrogação, um novo instituto, misto de aberração e revogação. Eu me pergunto se conseguem perceber que a responsabilidade de mudar isto é dos Juízes? Se o Judiciário impor aos poderosos, políticos e às grandes empresas, o cumprimento das obrigações, resgataremos a ética e a paz social.

Há uma crise, devido às modificações da sociedade.

A responsabilidade de resolvê-la é, frise-se, dos Juízes. Porque exercem o poder de julgar. Poder-dever de julgar!

Teoria Geral dos Processos cíveis, trabalhistas, penas, eleitorais, administrativos, legislativos, disciplinares desportivos propõe paradigmas para a compreensão das dificuldades contemporâneas e sua superação pela aplicação dos princípios.

A não-eficiência do processo, atual, decorre da falta de compromisso com a paz social.

O Juiz tem processos demais e não os examina efetivamente. O Juiz orienta a respeito de minutas de julgamentos de casos que ele, o magistrado, não examinou. E orgulha-se de anunciar a estatística estrondosa: “julguei centenas de processos”. Quem julgou? Impossível que o juiz tenha examinado todos esses casos. Então, foram assessores, não necessariamente bacharéis, e estagiários, que minutaram as decisões. Decide a vida dos jurisdicionado baseado apenas na opinião dos subalternos sobre os fatos – que nem sempre fidedigna – por vários fatores, desde a falta de compromisso – “acho que é isto, o juiz não vai ler mesmo, e estamos sobrecarregados” -  e até pela influência dos lobistas.

O pronunciamento de centenas de decisões formatadas nessa pressa, produzindo crescente onda de injustiça, pode eternizar o problema. O Judiciário perde credibilidade, e estimula o abuso. Quem quer tirar proveito, sabe que é lucrativo violar a Lei.

Os poderosos desrespeitam a lei impunemente, e ficam cada vez mais fortes...

Eu me pergunto se os consumidores – sem o recurso jurisdicional, continuarão acreditando numa paz social unilateral?

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Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Faculdade de Direito

Departamento de Direito Privado e Processo Civil

I – Dados de identificação

Disciplina: Teoria Geral do Processo - DIR 02.236

Pré-requisito(s):   Dir 02.205 (Direito Civil I)

Professores: Carlos Alberto Alvaro de Oliveira; Daniel Mitidiero, Darcio Vieira Marques; João Paulo Leal, Luiz Roberto Nuñes Padilla; Rosa Maria de Campos Aranovich.

Carga horária: 04 (quatro)

Cursos:   Ciências Jurídicas e Sócias 158.00;   260.00

 

II.      SÚMULA

Teoria Geral dos Processos: Direito adjetivo, fenômenos processuais, visão geral e aspectos em comum dos Processos (Civil, Penal, Trabalhista, Administrativo, Eleitoral, Legislativo, Disciplinar, Legislativo).

III.      OBJETIVOS

Estudo do Processo como fenômeno distinto e necessário para efetividade do direito material;  Percepção do conjunto de atos, com análise detalhada dos aspectos comuns aos vários ramos processuais. Importância do direito processual para a sociedade

IV. CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

Importância da disciplina de TGP. Sociedade e conflito: Lide. Autotutela, Autocomposição e Heterocomposição. Justiça privada no Direito contemporâneo. Necessidade de tutela jurisdicional para paz social.

Judiciário e os demais poderes do Estado, semelhanças e diferenças.

Principiologia da Jurisdição introduzindo suas modalidades: Estadual x Federal;  Criminal x Civil; Trabalhista; Eleitoral; Militar (Federal e quando cabível Estadual); Juizados Especiais, Civeis e Criminais, Estaduais e Federais. Processos Administrativos, Legislativos, Desportivos.

Ação, Procedimento, Processo, Contraditório, Angularização da Relação Processual. Interesse, pretensão, conflito e lide. Direito Material e Direito Processual, distinções. Autonomia específica do processo. Natureza jurídica do processo. Teorias do processo como relação jurídica e como situação jurídica. Elementos da ação: sujeito, objeto e causa de pedir. Identidade de ações. Litispendência e coisa julgada. Teoria da ação. Notícia histórica. Posições doutrinárias sobre o direito de ação. Direito, pretensão e ação. Ação de direito material e ação processual. Garantias constitucionais do acesso ao poder jurisdicional do Estado. O direito de ação na Constituição de 1988.

Sujeitos do processo I: Partes. Substituição processual e legitimação extraordinária. Distinção para sucessão processual. Distinção para representação processual. Casos. Eficácia da sentença relativamente ao substituto e ao substituído.

Sujeitos do processo II. Terceiros intervenientes. Auxiliares da Justiça, permanentes e eventuais. Partes em sentido formal e em sentido material. Capacidade processual. Capacidade de ser parte. Capacidade de estar em juízo. Capacidade postulatória. Representação processual. Curador especial.

Sujeitos do processo III: Ministério Público natural histórico. Constituição de 1988. Parte, substituto processual ou fiscal da lei?

Sujeitos do processo IV:      O advogado na relação processual. Natureza jurídica da advocacia. A advocacia na Constituição de 1988. Advocacia Pública. Defensoria Pública.

Sujeitos do processo V:       Juiz natural, posição como órgão estatal, poderes e deveres, responsabilidades, impedimento e suspeição. Competência, Imparcialidade e Jurisdição. Modalidades de atos do juiz.

Atos delegados por lei aos Servidores e Auxiliares da Justiça. Noções gerais sobre:  Forma, tempo e lugar dos atos processuais; Termos processuais, auto, certidões, atas, termos registro e distribuição.

Processo Relação Processual Procedimento: Formação, Suspensão e Extinção. Atos Processuais. Teoria dos Vícios Processuais e Pressupostos Processuais.

Formação do processo. Atos de iniciativa, de desenvolvimento e de conclusão do processo. Fases do processo de conhecimento. Fase postulatória, fase de saneamento, fase de instrução, fase decisória, fase recursal. A simplificação pelo julgamento antecipado.

Competência. Critérios classificatórios. Competência objetiva: em razão da matéria, em razão da pessoa e em razão do valor. Competência territorial ou foro. Foro geral. Foros especiais. Competência funcional. Conceituação. Espécies  Competência funcional no plano horizontal e no plano vertical (competência recursal). Categorias de competências: absoluta e relativa. Conceituação, distinções e casos. Prorrogações da competência. Prorrogação voluntária: tácita e expressa. Prorrogação legal: conexão, continência e prevenção. Conflito de competência. Conflito positivo. Conflito negativo. Procedimentos e soluções. Competência Internacional. Conceituação. Limitação da Soberania do Estado.

Noções Gerais das modalidades de tutela processual: Conhecimento, Execução, Cautelar, Especiais. Distinção entre tutela antecipada e cautelar. Funções do Processo. Função de conhecimento. Função de execução. Função cautelar. Tipos de procedimento. Procedimento comum: ordinário e sumaríssimo. Procedimento perante os juizados especiais. Procedimentos de execução. Procedimento cautelares.

Sistemas processuais: Legalidade. Princípios: Inquisitório Dispositivo.

Noções gerais sobre prova, utilitarismo, economicidade e outros princípios aplicáveis à instrução.

Condições de ação civil e distinção de pressupostos processuais. Condições de procedibilidade da ação penal. Doutrina de Liebman e orientação do Código de Processo Civil. Sentença. Espécies de Julgamentos: Profundidade da cognição, acentuada, média ou superficial,  independe seja com ou sem exame de mérito.

Princípios da Sucumbência, Lealdade, Publicidade e o devido processo legal.

Introdução à Hermenêutica Processual e Conceitos fundamentais como a Teoria Critica do Direito e ao princípio do livre convencimento do juiz. Fungibilidade e outros aspectos de prática discricionária nos quais se manifestam.

V. METODOLOGIA

Aulas expositivas utilizando os recursos disponíveis na Faculdade. Interação dos aspectos práticos e doutrinários com a Legislação.

 

VI.     AVALIAÇÃO

Avaliação individual dos alunos aferido em conceito resultante de provas conjugadas à avaliação prática considerando como critério subsidiário de aferição do conceito final a freqüência às aulas ministradas e atividades práticas e trabalhos realizados, observância às regras de convivência didática e social com colegas e professores. Das provas pelo menos uma será escrita, podendo outra ser oral. Poder-se-á adotar, para estimular a fixação dos conteúdos, a valoração da apresentação de breve relato dos temas abordados na aula anterior, no início da aula seguinte, efetuada por alunos sorteados ou designados por outros critérios que assegurem a alternância.

VII.                BIBLIOGRAFIA BÁSICA ESSENCIAL:

ALVARO DE OLIVEIRA, Carlos Alberto e MITIDIERO, Daniel - Curso de Processo Civil - Editora Atlas (ISBN: 978-85-224-5664-2)

MORENO, Cláudio e MARTINS, Túlio - Português para convencer - Comunicação e persuasão em Direito - Editora Atica (ISBN: 85-08-10608-2)

NERY Júnior, Nelson - Princípios do Processo na Constituição Federal - Editora RT (ISBN: 9788520334416)

VIII.                BIBLIOGRAFIA BÁSICA:

CALAMANDREI, Piero - Eles, os Juízes, vistos por um advogado - Editora WMF Martins Fontes (ISBN: 8533604017)

COUTO E SILVA, Clóvis Veríssimo do - A Obrigação como Processo - Editora FGV (ISBN: 85-225-05-81-0)

PADILLA, Luiz Roberto Nuñes - Teoria Geral dos Processos.  http://www.padilla.adv.br/teses/

IX.                 BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:

ALVIM, José Eduardo Carreira.  Teoria Geral do Processo, Elementos de. Forense

AMARAL DOS SANTOS, Moacyr. Primeiras linhas de Direito Processual Civil. Saraiva. vol.II

ARONE, Ricardo. O princípio do livre convencimento do juiz.

ARRUDA ALVIM. Curso de Direito Processual Civil, vols. I e II.

ASSIS, Araken de. ”Introdução aos Sucedâneos Recursais” In Revista Jurídica 310 agosto/2003 p.7

BAETHGEN, Walter Eduardo. As Condições da Ação no Novo Código de Processo Civil ´in` Revista Forense, vol 251, p.16 e ss.

__________. Contra a Idéia de Uma Teoria Geral do Processo ´in` Revista Interamericana de Direito Processual Penal, vol. 12, p. 38 e ss.

BAPTISTA DA SILVA, Ovídio.  Curso de Processo Civil. Fabris

_________ e GOMES, Fábio. Teoria Geral do Processo Civil

BARRIOS DE ANGELIS.    El proceso civil.  Montevidéu, Idea

__________. Teoria Geral Del Proceso. DePalma Buenos Aires 1979

BORTOWSKI, Marco Aurélio Moreira. Apelação Cível

CALAMANDREI, Piero. Eles, os juízes, vistos por um advogado.

CHIOVENDA, Giuseppe.  Principios de Derecho Procesal Civil

__________.   La condanna nelle spese giudiziali.  Torino, 1935, 2ª ed.

CORREA, Marcus Orione Gonçalves. Teoria Geral do Processo, Saraiva.

COUTURE, Eduardo J.  Fundamentos Del Derecho Procesal Civil. Depalma, Buenos Aires, 1951

CUNHA, Mauro e SILVA, Roberto Geraldo Coelho.  Guia para Estudo da Teoria Geral do Processo. Livraria e Editora Acadêmica Ltda

EBLING, Claudia Marlise da Silva Alberton.   Teoria geral do processo critica a teoria unitária.  Editora: do advogado, 2004

FABRÍCIO, Adroaldo Furtado. Comentários do CPC Forense. Introdução ao volume sobre procedimentos especiais de jurisdição contenciosa especial.

FREDERICO MARQUES, José. Manual de Direito Processual Civil, vol.I

GRECO FILHO, Vicente. Direito Processual Civil Brasileiro, vol. I, Editora Saraiva.

GRINOVER, Ada Pellegrini et alli. Teoria Geral do Processo.

_________. As garantias constitucionais do direito de ação.

GONÇALVES, Marcus Vinicius Rios. Novo curso de Direito Processual Civi. Saraiva. Vol. 1

KOMATSU, Roque.   Da Invalidade no Processo Civil. RT

LACERDA, Galeno.  Teoria Geral do Processo. Forense, 1ª ed. 2006

____________. Despacho Saneador.

LACERDA, Galeno & ALVARO DE OLIVEIRA, Carlos Alberto. Comentários do Código de Processo Civil 

LOBATO DE PAIVA, Mario Antonio et alli.  A Importância do Advogado para o Direito, a Justiça e a Sociedade

MACHADO, Antônio Alberto. Teoria Geral do Processo Penal. Editora Atlas S.A., 2009

MARINONI, Luiz Guilherme. Processo Civil. RT

MENDES DE ALMEIDA, J. Canoto. Processo Penal: Ação e Jurisdição

______.  Princípios Fundamentais de Processo Civil.

NERY JR., Nelson. Princípios do Processo Civil na Constituição Federal. RT.

PORTANOVA, Rui.  Princípios do processo civil. Livraria do Advogado.

ROCHA, José de Albuquerque. Teoria Geral do Processo. 7ª ed. Editora Atlas S.A., 2003.

SANTOS, Ernani Fidélis dos. Manual de Direito Processual Civil. Saraiva. Vol.I

TESHEINER, José Maria. Elementos para uma TGP. http://www.padilla.adv.br/ufrgs/tgp/Tex.zip

THEODORO Junior,  Humberto.  Curso de Direito Processual Civil. Forense. Vol.I

TORNAGHI, Hélio.  Instituições do Processo Penal   vol. I.

VESCOVI, Enrique. Teoria general del proceso

ZAMORA Y CASTILLO, Niceto Alcará. Processo, autocomposición y autodefesa.

 

Princípio do Juiz Natural ou Juiz imparcial. Tutela Civil comparada à Trabalhista e Penal  +  Conceito de Jurisdição em confronto à Coisa Julgada

Dignidade da pessoa humana

Elaboração das decisões judiciais

 

Abuso no exercício de direito: Interpretação do art.187 do Código Civil, pelo mestrando Ricardo Seibel de Freitas Lima

Princípios da administração pública brasileira nos últimos cinqüenta anos pelo Bacharel Carlos Augusto Rotta

Princípio da Sucumbência no Processo Trabalhista– Análise da Constitucionalidade pelo Bacharel  Marcelo Fisch Teixeira e Silva

Medida liminar concedida antes de instaurado o contraditório e agravo de instrumento pelo Bacharel Fernando Kwito

 

 

 

Professor LUiZ Roberto Nuñes PADilla Especialista em Processo e Direito Desportivo

Em que consiste ser Professor?

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Direito Desportivo

Teoria Geral dos Processos

Prática de Processo

Outras pesquisas jurídicas, livros e teses &

Clóvis û Athos û Mestres da histórica e secular Faculdade de Direito da UFRGS B

                                                                                                                                  

Construa em você 1üMMM 1 Mundo Muito Melhor :

Processo de pensamento:  Evite a manipulação das Corporações

Viva mais e melhor: Saúde, o que a indústria da doença oculta?

Aliciamento e Empowerment:  Viva mais e melhor com bom humor

Porque alimentam um bairrismo contra a Cultura Gaúcha?

Bilhões em jogo Futebol atividade física mais praticada no Mundo

Jogos Olímpicos

Paradoxo das Artes Marciais 2ª atividade mais praticada

Meditar ou perguntar?

 

Sabedoria no Evoluir N         Sabedoria em ser Professor I

 

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Destine seu imposto de renda para crianças e idosos carentes

Evite armadilhas na internet

Onde de desenvolvimento da IMAGINAÇÃO:

Reconstruir a realidade: Quem somos nós?

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